Cemave faz censo de aves limícolas migratórias

Brasília (29/07/2017) – O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave) e o Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no Rio Grande do Sul, ambos geridos pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), promoveram entre a segunda-feira (25) e a quarta-feira (27) o primeiro de três censos de aves limícolas migratórias da temporada de invernada 2017/2018.

Limícolas são aves, geralmente, associadas a zonas úmidas costeiras, como estuários e lagunas. Entre elas, estão os maçaricos e batuíras. Nesta época do ano, elas migram do Hemisfério Norte, fugindo do inverno boreal, e param para descansar e se alimentar no Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Além disso, a primavera é período reprodutivo para algumas espécies como o piru-piru e maçarico-de-duplo-colar, que formam pares e começam a nidificar nos campos e dunas.

Tamanha diversidade de espécies e atributos naturais tornam o parque da Lagoa do Peixe um local especial para as aves migratórias que promovem um espetáculo da natureza entre os meses de setembro e abril. O Brasil, que está na rota atlântica migratórias dessas aves, participa dos esforços de conservação.

O censo, que contou com a participação de especialistas e voluntários da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), SAVE Brasil, além da equipe do Cemave e do parque, teve como objetivos estimar a abundância e monitorar a migração e o uso dos ambientes encontrados no parque nacional – lagoa, praias, campos inundados e secos – pelas aves limícolas.

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