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Parque Nacional do Itatiaia

 

Imagem: Rudi Böhm

 

O parque possui vários atrativos tanto na parte alta quanto na parte baixa da unidade. Na alta encontram-se atrativos naturais como o Pico das Agulhas Negras, Maciço das Prateleiras, Vale do Aiuruóca e a Pedra do Altar. Já na baixa, encontram-se o Lago Azul, Cachoeira Poranga, Piscina Natural do Maromba, Cachoeira Itaporani, Cachoeira Véu de Noiva e os Três Picos.

Clique na imagem abaixo para fazer o download do folder do Parque

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Quando Ir

O Parque pode ser visitado todos os dias do ano, mas o melhor período para conhecer a parte alta é durante o inverno. Enquanto que a parte baixa pode ser desfrutada durante todo ano, mesmo no verão, porém é época de grande incidência de chuva.

Horários

O horário de funcionamento é diferente para a parte baixa e parte alta do parque:

Na parte baixa o horário para ingresso inicia-se às 08h00, com permanência até às 17h00. Nas cachoeiras do Complexo do Maromba a permanência é até às 16h00. Em caso de chuva, as cachoeiras poderão ser interditadas a qualquer momento para a segurança do visitante, pois há riscos de cabeça d'água.

E na parte alta, o horário para ingresso é das 07h00 às 14h00. A permanência estende-se até às 17h00, impreterivelmente.

Para quem deseja se hospedar na Parte Baixa do Parque clique aqui para acessar o site da Prefeitura Municipal de Itatiaia para obter informações de contato de hotéis e pousadas.

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Como Chegar

 

O Parque Nacional do Itatiaia está localizado na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, próximo ao estado de São Paulo, na Serra da Mantiqueira.

Na região Sul Fluminense, também conhecida como Região das Agulhas Negras, o Parque Nacional do Itatiaia (PNI) abrange municípios de Itatiaia e Resende. Já no sul de Minas Gerais, abrange parte dos municípios de Itamonte e Bocaina de Minas.

Situa-se geograficamente entre os paralelos 22º19' e 22º45' latitude sul e os medianos 44º15' e 44º50' de longitude W.

Disponível também o mapa de acesso ao Parque no Google.

Como Chegar Clique Para Ampliar

Sede do Parque (parte baixa)

Saindo do Rio de Janeiro ou São Paulo, o visitante deve seguir pela Rodovia Presidente Dutra (BR 116) até a cidade de Itatiaia, na altura do km 318. A viagem dura aproximadamente 2h 30min vindo do Rio de Janeiro e 3 horas saindo de São Paulo.

Planalto (parte alta)

Saindo do Rio de Janeiro ou São Paulo, o visitante deve seguir pela Rodovia Presidente Dutra (BR 116) até o povoado de Engenheiro Passos, 12 Km depois de Itatiaia. E seguir pela BR 354, na estrada Rio-Caxambú (Circuito da Águas) por 26 Km, até o local conhecido como Garganta do Registro, a 1.669 metros de altitude. A partir daí começa a subida de 14 km até o Posto Marcão (antigo Posto 3) e mais 3 km até o Abrigo Rebouças.

 

Abaixo há uma tabela com as principais distâncias entre as duas entradas oficiais do Parque, Posto 1 e Posto Marcão. A primeira parte da lista é composta das principais metrópoles, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em seguida os municípios e distritos nas quais se hospedam visitantes do Parque, ou por serem localidades referenciais para o acesso ao Parque.

Tabela Distância PNI

                                                    Fonte: Google Maps (http://maps.google.com/maps?ct=reset)

 

Os principais pontos de chegada de ônibus ao Posto 1 são o Terminal Rodoviário de Resende, também conhecido como Rodoviária Graal, localizado a aproximadamente 24 km, na Rodovia Presidente Dutra e o Terminal Rodoviário Jorge Miguel Jayme, do Município de Itatiaia, localizado a, aproximadamente 5 km. 
 
Os aeroportos principais mais próximos ao Parque são: o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antônio Carlos Jobim (Rio de Janeiro, RJ), localizado a aproximadamente 178 km do Posto 1; e o Aeroporto Santos-Dumont (Rio de Janeiro, RJ), localizado a aproximadamente 184 km do Posto 1.
 
Um pouco mais distante encontram-se: o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro (Guarulhos, SP), localizado a aproximadamente 238 km do Posto 1; e o Aeroporto de Congonhas (Sâo Paulo, SP), localizado a aproximadamente 281 km do Posto 1.

 

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Ingressos

  Desde o dia 01/11/2015 os valores do ingresso sofreram reajuste de acordo com a portaria ICMBio nº 43 de 30/09/2015:

VALORES

Tipo de Ingresso Valor  
Ingresso Público em Geral R$ 30,00  
Ingresso com Desconto Brasil  (válido para residentes no Brasil) R$ 15,00

PAGAMENTO APENAS EM DINHEIRO

Ingresso com Desconto Entorno R$   3,00*

 O PARQUE NÃO ACEITA CHEQUES, NEM CARTÕES

Hospedagem Abrigo Rebouças e Abrigo Água Branca 

R$ 10,00 

por pessoa/dia

 
Hospedagem Camping Rebouças

R$   6,00*

por pessoa/dia

 

 

OBS.: As taxas de hospedagem não são contempladas com descontos. 

 

IMPORTANTE

  • Os valores de taxas de estacionamento não serão cobrados temporariamente.
  • Os ingressos comprados para dias consecutivos poderão ser utilizados em qualquer portaria do Parque. 

 

ISENÇÕES

  • Visitantes maiores de 60 anos ou menores de 12 anos de idade, mediante comprovante de identificação. 

 

DESCONTO ENTORNO

*Os moradores do entorno do Parque Nacional do Itatiaia, abrangendo os municípios de Itatiaia/RJ, Resende/RJ, Bocaina de Minas/MG e Itamonte/MG, são contemplados com o desconto entorno, pagando R$ 3,00 por pessoa/dia. Para que o visitante usufrua deste desconto deve apresentar documento de identidade com foto e um comprovante de endereço em um dos municípios do entorno em seu próprio nome (título de eleitor ou tarifas de água, energia elétrica, gás e telefone ou carnê de IPTU). Menores de idade poderão apresentar documento de identidade com foto, acompanhado de comprovante de endereço em um dos municípios do entorno, em seu nome ou de um dos pais, para ter direito ao desconto entorno. Para mais informações clique aqui para ler a Ordem de Serviço.

*O desconto entorno não será válido nos finais de semana do mês de janeiro e fevereiro de 2016 (leia a ordem de serviço para saber mais) e nas datas abaixo:

  • 31 de dezembro de 2015 a 03 de janeiro de 2016 - Confraternização Universal
  • 06 a 09 de fevereiro de 2016 - Carnaval
  • 25 a 27 de março de 2016 - Semana Santa
  • 21 a 24 de abril de 2016 - Tiradentes
  • 26 a 29 de maio de 2016 - Corpus Christi
  • 12 a 15 de novembro de 2016 - Procalmação da República 

 

DESCONTO DE INGRESSOS PARA DIAS CONSECUTIVOS

Caso o visitante pretenda visitar o Parque Nacional do Itatiaia por mais de um dia, terá direito a um desconto de 50% em dias de finais de semana ou feriados e de 90% em dias úteis, a partir do segundo dia, sobre o valor do ingresso público em geral e ingresso com Desconto Brasil. ESTES DESCONTOS SOMENTE SERÃO VÁLIDOS SE AQUISIÇÃO DOS INGRESSOS FOREM REALIZADAS NA MESMA VENDA.

 

Exemplo 1: (Ingresso Público em geral):

Final de semana (sábado + domingo) = R$ 30,00 + R$ 15,00 = R$ 45,00;

Final de semana + 1 dia útil (sábado + domingo + segunda-feira) = R$ 30,00 + R$ 15,00 + R$ 3,00 = R$ 48,00;

Final de semana + feriado (Sábado + domingo + segunda-feira/feriado) R$ 30,00 + R$ 15,00 + R$ 15,00 = R$ 60,00 ;

Dias úteis (dois dias consecutivos) – R$ 30,00 + R$ 3,00 = R$ 33,00.

 

Exemplo 2: (Ingresso com Desconto Brasil):

Final de semana (sábado + domingo) = R$ 15,00 + R$ 7,50 = R$ 22,50;

Final de semana + 1 dia útil (sábado + domingo + segunda-feira) = R$ 15,00 + R$ 7,50 + R$ 1,50 = R$ 24,00;

Final de semana + feriado (Sábado + domingo + segunda-feira/feriado) R$ 15,00 + R$ 7,50 + R$ 7,50 = R$ 30,00;

Dias úteis (dois dias consecutivos) – R$ 15,00 + R$ 1,50 = R$ 16,50.

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Atrativos

Lago Azul

Foto: Carla Maronezi

 

O Lago Azul é a atração natural mais próxima do Centro de Visitantes, ficando a mais ou menos 500 metros deste. A trilha é bem acessível para toda a família, exceto sua escadaria com aproximadamente 120 degraus, que requer cuidado por parte dos mais idosos. O percurso leva à piscina natural do rio Campo Belo, local bem recomendado para o banho. Próximo encontram-se quiosques, que podem ser utilizados mediante pagamento extra efetuado no portão principal do parque. Existe uma segunda opção de trilha, mais longa e sem degraus, o que permite uma caminhada mais leve e segura para os mais idosos e pessoas com dificuldade de locomoção. 

 

Foto: Carla Maronezi

 

Os Quiosques do Lago Azul estão disponíveis das 08hs às 17hs para uso dos visitantes como espaço para lanches e refeições familiares.

Pessoas com dificuldade de locomoção podem utilizar veícullos de pequeno porte para acessar os quiosques a partir do Posto 2. Caso o grupo esteja se utilizando de mais de um veículo, os demais devem ser estacionados no Centro de Visitantes, acessando o quiosque pela trilha do Lago Azul.

Centro de Visitantes

Foto: Walter Behr

 

O Parque recebe um número expressivo de visitantes e o Centro de Visitantes é o epicentro de todas as informações sobre ele.

A MAQUETE faz uma representação tridimensional de todo o Parque

A exposição DESCOBRINDO O PARQUE apresenta um acervo botânico, zoológico e petrológico, exposto em dioramas representados o Vale do Paraíba, a Face Norte, a Face Sul e os Campos de Altitude.

A sala de EXPOSIÇÕES ITINERANTES acolhe trabalhos relacionados a arte, cultura e meio ambiente.

A SALA INTERATIVA é um espaço destinado às atividades educativas.

A EXPOSIÇÃO DE MONTANHISMO resgata a história do montanhismo no Parque antes mesmo de sua criação.

O AUDITÓRIO TOM JOBIM é o ponto de encontro para as atividades culturais e eventos institucionais. Uma videoteca está à disposição dos visitantes.

A CALÇADA DA FAUNA reproduz as pegadas de diversos animais da Mata Atlântica.

Complexo Maromba

 

Foto: Daniel Toffoli

Véu de Noiva

                                                                                                                          

O Complexo Maromba fica a 4km de subida do Centro de Visitantes. Compreende a Piscina Natural do Maromba, a Cachoeira Itaporani e a Cachoeira Véu de Noiva. Estacionando após a ponte o visitante tem acesso a estas três atrações.

 

Foto: Wigold Bertoldo

Piscina Natural do Maromba

A Piscina Natural do Maromba fica a 1.100 metros de altitude. É onde o rio se acalma para formar uma grande piscina natural, cujo acesso se dá descendo uma escadaria de aproximadamente 50 metros após a ponte. De grandes dimensões, a piscina é muito utilizada por banhistas experientes.

 

ICMBio

Cachoeira Itaporani

 

A Cachoeira Itaporani, fica a mais ou menos 640 metros a partir da ponte. Localiza-se no final de uma trilha que adentra a mata. Descendo pela escada de madeira plástica, o visitante pode vislumbrar a bela cachoeira e o lago que ela forma.

No meio do caminho para a Cachoeira Itaporani temos acesso a outra trilha que, seguindo 260 metros, leva à Cachoeira Véu de Noiva. No final de uma rústica picada, com a ponte de madeira plástica e escadas de pedra, chega-se a uma parte do rio Maromba, que cai repentinamente de uma altura de 40 metros, formando a belíssima cachoeira. Na época do verão suas águas se avolumam fazendo jus ao nome: Cachoeira Véu de Noiva.

Três Picos

Foto: Carla Maronezi

Três Picos

 

Os Três Picos é um outro atrativo que pode ser acessado por meio de uma trilha íngreme de 7 km por dentro da Mata Atlântica. O desafio requer quase o dia todo de caminhada. O lugar oferece uma boa visão do vale do Rio Paraíba, do parque e dos contrafortes da Serra da Mantiqueira e da Serra do Mar. Para acesso a esse atrativo é necessário o preenchimento de um Termo de Responsabilidade na portaria do Parque, no Centro de Visitantes ou no Complexo Maromba.

Pedra da Fundação

ICMBio

 

PEDRA DE FUNDAÇÃO: Marco do primeiro Parque Nacional do Brasil, o presidente Getúlio Vargas, sendo o ministro da agricultura o Dr Odilon Braga, criou o Parque Nacional de Itatiaia pelo decreto 1713 de 14 de junho de 1937.

Mirante do Último Adeus

ICMBio

Vista do Mirante do Último Adeus

 

Por último, ainda em direção à saída do parque você pode visitar o Mirante do Último Adeus. Local com uma vista panorâmica e privilegiada do parque, do Vale do rio Campo Belo e da Serra do Mar.

Para visitar a Parte Alta, o visitante deverá preencher o Termo de Responsabilidade. Adiante seu check-in imprimindo aqui.

 

Pico das Agulhas Negras



O maciço das Agulhas Negras é a principal elevação no planalto, seu pico atinge 2.791,55 m, o ponto mais alto do Parque e quinto mais alto do país segundo dados do IBGE de dezembro de 2004 (IBGE, 2011). O visitante tem a opção de caminhar apenas até a base ou seguir até o cume, sendo essas opções escolhidas já no Posto Marcão, onde existe hoje o controle dos visitantes.
O acesso é feito a partir do Abrigo Rebouças, caminhando por áreas de Campos de Altitude. Até a base das Agulhas Negras são 1.300 m que podem ser percorridos em aproximadamente 45 minutos. O tempo de ascensão varia de acordo com a via a ser utilizada, pois o maciço possui mais de 20 vias de escalada com diferentes graus de dificuldade.

Foto: Adriana Mattoso Agulhas-Negras01 Agulhas-Negras03

 

Os 2.791 metros de altitude, podem ser alcançados em duas etapas. a primeira, requer cerca de 45 minutos de caminhada moderada do visitante até a base - a partir do Abrigo Rebouças. Depois, mais ou menos duas horas de subida pesada até o topo. Exige experiência, pois certos trechos da subida só são possíveis com apoio de uma corda de segurança. Além dessa, o Pico tem outras vias de escalada.

Além da visitação normal, o local é utilizado também para treinamento de grupos especiais e militares. Nessas ocasiões o acesso ao maciço é limitado para os grupos em treinamento, sendo as informações divulgadas na BR-485, próximo à Garganta do Registro.

A partir do topo do maciço das Agulhas Negras é possível a visualização panorâmica da região – Vale do Paraíba, maciço das Prateleiras e planalto mineiro. Possui escalada de diferentes níveis de dificuldade, atendendo a diferentes públicos. E o acesso até a base é fácil, sem muitos desníveis do terreno. A parceria com instituições como a AMAN podem trazer benefícios às áreas de visitação pública como a limpeza de fossas, manutenção de estradas, doação de materiais para reforma de estruturas, e também para assistência em casos de incêndio. A limpeza de fossa é feito uma vez ao ano pela AMAN.


Maciço das Prateleiras

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Formado por imponentes blocos de rocha e seu cume está a 2.539 m de altitude. Encontra-se em região com vegetação de Campos de Altitude e possui muitas vistas panorâmicas, destacando-se o Vale do Paraíba. Nos arredores do maciço também podem ser encontrados a Pedra da Maçã, Pedra da Tartaruga, Pedra Assentada, atrativos amplamente divulgados e visitados.
A trilha para as Prateleiras tem seu início próximo ao final da estrada BR 485, isto é, local até onde chegou a construção na época. Deste ponto inicia-se a Travessia Ruy Braga e a trilha para as Prateleiras é um ramal. Da mesma forma que as Agulhas Negras, o visitante tem a opção de caminhar apenas até a base ou seguir até o cume.

Oportunidades: Presença de variedade de atrativos, desde pontos com belas vistas panorâmicas do parque e presença de formações peculiares até a atividade de escalada.

Cachoeira do Aiuruoca

Foto: Adriana Mattoso

 

Voltado para Minas Gerais, o Vale do Aiuruoca, conta com a geladíssima Cachoeira do Aiuruóca e a formação rochosa Ovos da Galinha. Para chegar o visitante terá que fazer uma caminhada moderada, a partir do Abrigo Rebouças. No caminho, podem-se ver as formações Asa do Hermes e Pedra do Altar.

Pedra do Altar

Foto: Marcelo Motta

 

A Pedra do Altar, com 2.665 metros de altitude, é uma formação rochosa acessível por caminhada através de trilha. No local existem diversas vias de escalada em sua face oeste.

Abrigo_Reboucas

Foto: Wigold Bertoldo

 

Com sua construção já concluída na primeira metade dos anos 50 do século passado, na gestão de Wanderbilt Duarte de Barros, o Abrigo Rebouças passou a ser o abrigo público mais alto do Brasil (altitude de 2350 metros), sendo um típico abrigo de montanha. Batizado como Rebouças desde a sua inauguração, homenageia o engenheiro civil, botânico e geólogo André Pinto Rebouças (1838-1898), pioneiro em vários temas, destacando-se como um combativo abolicionista e, à sua época,  um dos maiores incentivadores para a criação de parques nacionais. Próximo do abrigo, o represamento do Rio Campo Belo é parte de uma pequena hidrelétrica que por algum tempo forneceu energia ao mesmo, mas sem conseguir atingir a carga suficiente, vindo a ser desativada. Entre os anos de 1997 e 1998, mediante um cabeamento subterrâneo, o abrigo voltou a ter energia elétrica. Também naqueles anos foi instalado um sistema à gás para aquecimento de água, atualmente desativado.

Durante muitos anos, antes da construção do atual Posto Marcão, o abrigo serviu como posto de serviço dos funcionários do Parque, que ali permaneciam, normalmente, em escala de 15 dias, dividindo as instalações com os montanhistas, excursionistas, turistas e demais visitantes.

A mais recente obra de recuperação do abrigo ocorreu no final do ano de 2006, ocasião em que o Parque contou com o apoio da Academia Militar das Agulhas (AMAN), do Grupo Excursionista Agulhas Negras (GEAN) e da Associação de Guias de Montanha das Agulhas Negras (AGUIMAN) para realizá-la. Nesta reforma houve a retirada do fogão a lenha e da chaminé.

Atualmente, parte das instalações do abrigo ficam permanentemente reservada ao uso pelo Parque. 

Clique aqui para consultar as regras.

Para reservas, acesse o formulário clicando aqui.

OBS.: A taxa de hospedagem para o abrigo é de R$ 10 (por dia e por pessoa). Esta taxa não é contemplada pelo desconto entorno.

Camping

Foto: Edson Ferreira Santiago

 

O CAMPING ESTÁ INTERDITADO POR TEMPO INDETERMINADO DEVIDO A OBRAS EMERGENCIAIS NO SISTEMA DE ESGOTO.

Ao lado do Abrigo Rebouças temos um espaço para  camping, com  15 (quinze) vagas para barracas de até 3 pessoas. Apenas 10 (dez) vagas poderão ser reservadas, as outras 5 (cinco) ficarão disponíveis  para os  visitantes que chegarem sem reserva no Posto Marcão. Essas vagas serão ocupadas por ordem de chegada.

Clique aqui consulte as regras de uso e ocupação no camping.

OBS.: A taxa de hospedagem para o camping é de R$ 6 (por dia e por pessoa). Esta taxa não é contemplada pelo desconto entorno.

 

Para reservas, acesse o formulário clicando aqui.

Para acessar as regras para travessias, clique aqui.

 

Ruy Braga

Foto: Marcelo Motta

 

Travessia Ruy Braga (Rebouças – Sede)
a) Execução nos dois sentidos Rebouças -Sede e Sede –Rebouças;
b) A capacidade máxima é de 20 (vinte) pessoas/dia;
c) O pernoite é permitido na área do abrigo Massena ou abrigo Água Branca, devendo ser especificado no agendamento;
d) A travessia pode ser feita em até 2 (dois) dias; ou em um dia, sem pernoite;
e) O responsável pelo grupo deverá informar a chegada ou partida ao vigilante de serviço nos postos indicados abaixo. Caso a chegada seja no planalto deve ser informada no posto de controle (posto Marcão);
No caso da chegada na parte baixa, informada no posto Maromba; e caso ocorra após às 17:00 h deverá ser informada ao vigilante de serviço no posto 2, localizado próximo da sede do parque.
f) Em qualquer que seja o sentido (subindo ou descendo) o início deverá ocorrer até às 10:00h.

 

Ruy Braga com Água Branca

Foto: Walter Behr

Abrigo Água Branca

 

O novo Abrigo do Parque já está disponível para os visitantes que desejam caminhar pela Travessia Ruy Braga, no alto da montanha é um convite para contemplar o nascer e o pôr do sol.

Clique aqui e consulte as regras de uso e ocupação no Abrigo Água Branca.

OBS.: A taxa de hospedagem para o abrigo é de R$ 10 (por dia e por pessoa). Esta taxa não é contemplada pelo desconto entorno.

Serra Negra

Travessia da Serra Negra (Rebouças – Santa Clara)
a) Execução no sentido Rebouças – Mauá, com chegada na área de Santa Clara;
b) O itinerário se inicia no posto Marcão, passa pelo Rebouças e segue o mesmo caminho que leva à cachoeira do Aiuruoca, onde inflete na direção geral da calha do rio Aiuruoca, indo encontrar o antigo itinerário no local onde duas construções de madeira são conhecidas como Cabanas do Aiuruoca. Dali segue o caminho antigo;
c) A capacidade máxima é de 40 (quarenta) pessoas/dia;
d) O local permitido para pernoite é na área particular conhecida como Matão;
e) A travessia poderá ser feita em até dois dias; ou em um dia, sem pernoite;
f) Ao final da travessia o responsável do grupo deverá depositar o cartão de controle na urna existente no posto do Parque em Visconde de Mauá e entrar em contato com o parque por telefone nos números (24) 3352-1292/3352-2288/3352-6894 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , avisando de sua saída.
g) O Parque não se responsabiliza pelo agendamento da estadia na área de pernoite no Matão. O interessado deverá fazer contato direto para acerto do pernoite na Pousada Dona Sônia no número (35) 9965-6515, após ter obtido do setor de uso público a autorização para realizar a travessia;
h) O início deverá ocorrer até às 10:00h.

 Rancho Caído

3) Travessia Rebouças – Mauá (via Rancho Caído)

a) Execução no sentido Rebouças – Mauá, com chegada no vale das Cruzes;
b) O itinerário se inicia no posto Marcão, passa pelo Abrigo Rebouças e segue o mesmo caminho que leva à Cachoeira do Aiuruoca, onde segue na direção aos Ovos da Galinha, prosseguindo em direção ao Vale dos Dinossauros (nascente do Rio Preto) seguindo para o Rancho Caído (coordenadas: latitude 22º 22’ 11,66” Sul – longitude 44º 38’ 04,41” W), descendo pelo Mata Cavalo, entrando na mata e chegando no Vale das Cruzes;
c) A capacidade máxima é de 20 (vinte) pessoas/dia;
d) O local permitido para pernoite é apenas na área do Rancho Caído (coordenadas: latitude 22º 22’ 11,66” Sul – longitude 44º 38’ 04,41” W). Os usuários deverão atentar com bastante rigor os preceitos ambientais relativos a levar todo seu lixo de volta e aos dejetos humanos;
e) A travessia poderá ser feita em até dois dias; ou em um dia, sem pernoite;
f) Ao final da travessia o responsável do grupo deverá deverá depositar o cartão de controle na urna existente no posto do Parque em Visconde de Mauá e entrar em contato com o parque por telefone nos números (24) 3352-1292/3352-2288/3352-6894 ou pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., avisando de sua saída.
g) O início deverá ocorrer até às 10:00h.

Para acesso a esse atrativo é necessário o preenchimento de um Termo de Responsabilidade na portaria do Parque, no Centro de Visitantes ou no Complexo Maromba. Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman","serif";}
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O Que Fazer

  • Banhos de cachoeira: na Parte Baixa, os locais para banho são o Lago Azul e as cachoeiras do Complexo do Maromba: Piscina do Maromba, Véu de Noiva e Itaporani. Já na Parte Alta, boas opções para banho são a Cachoeira das Flores e a Cachoeira do Aiuruoca;
  • Birdwatching (Observação de Aves): o Itatiaia é considerado um dos melhores locais do mundo para a observação de aves, o que pode ser feito tanto na Parte Baixa quanto na Parte Alta
  • Butterflywatching (Observação de Borboletas): as borboletas e mariposas podem ser observadas em todo o parque, sendo o horário da manhã o mais adequado;
  • Caminhadas: tanto na parte Baixa quanto na Parte Alta, ao longo das estradas e nas trilhas abertas à visitação;
  • Ciclismo em áreas permitidas: nas estradas, tanto na Parte Alta quanto na Parte Baixa
  • Escalada: especialmente nas formações rochosas na Parte Alta (Camelo, Couto, Prateleiras, Agulhas, Altar, etc) e na Parte Baixa, no Último Adeus;
  • Montanhismo: especialmente na Parte Alta, com diversas trilhas, travessias e escaladas; na Parte Baixa, a Trilha dos Três Picos oferece uma caminhada no meio da mata com um dia de duração
  • Observação de fauna: em todo o parque, ao longo das trilhas e estradas abertas ao público;
  • Pernoite autorizada nos abrigos e campings: Abrigo Rebouças, Abrigo Água Branca, camping próximo ao Rebouças e camping selvagem no Abrigo Massena e no Rancho Caído; 
  • Piquenique nas áreas permitidas: quiosques do Lago Azul, gramados do Centro de Visitantes na Parte Baixa. Na Parte Alta no Abrigo Rebouças e em diversos atrativos, como Altar, Base das Agulhas e Base das Prateleiras;
  • Travessias: Ruy Braga (Rebouças-Parte Baixa), Rebouças-Serra Negra-Morro Cavado-Mauá; Rebouças-Rancho Caído-Mauá (via Escorrega ou Vale das Cruzes) 

 

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Orientações

Antes de programar sua ida ao parque nacional verifique se o roteiro (trilha ou travessia) que pretende fazer é permitido.

Atenção: Em épocas de chuva oriente-se com a administração do parque sobre a possibilidade de ocorrência de trombas d ´água, pois elas inviabilizam o acesso às cachoeiras. A tromba d´água é um fenômeno decorrente do acúmulo de água na cabeceira do rio, provocando uma enchente repentina arrastando o que estiver em seu curso.

Ao acessar qualquer uma das entradas do parque, lembre-se:

  • É proibido a entrada de animais domésticos;
  • Utilize apenas as trilhas autorizadas (certifique-se no portão de entrada);
  • Não temos lanchonetes e nem restaurantes;
  • Não é permitido o consumo de bebidas alcólicas;
  • Não existem áreas de acampamento autorizadas na parte baixa; e
  • Não é permitido fazer fogueira em áreas naturais. 

Para o visitante que vai à Parte Alta, o Parque possui, como opção, um Programa de Condutores de Visitantes, cadastrados, que podem auxiliar na experiência de visita. Assim mesmo, é necessário que o visitante assine um Termo de Responsabilidade que lhe é apresentado no Portão de entrada. Porém, não é obrigatório a contratação dos condutores, mas sim uma opção.

Veja mais:

Condutor de Caminhada – Caminhadas de um dia sem pernoite, na parte baixa e na parte alta do Parque Nacional, Incluindo base das Prateleiras, Asa de Hermes e o cume da pedra do Couto.
Condutor de Caminhada Avançada – Travessias com pernoite.
Condutor de Escalada – Ascensão do pico das Agulhas Negras pelas vias Pontão Ricardo Gonçalves, Normal e Bira, ascensão ao cume das Prateleiras pelas vias Norte e Sul.
Condutor de Escalada Avançada – Ascensão ao cumes e todas as vias de escalada do parque.
 
CondutorCategoriaNúmeroE-mail
Alberto da Silva Guimarães Caminhada e Caminhada Avançada (24) 3360-8222 / 99999-3782 / 98159-1068 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Célia Regina da Mota Vieira Caminhada e Caminhada Avançada (24) 3352-5085 / 99991-3132 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Eduardo Cotrim Caminhada, Caminhada Avançada e Escalada (24) 3352-5085 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Evandro Azevedo Caminhada, Caminhada Avançada e Escalada (24) 98122-7873 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Fábio Gandra Caminhada, Caminhada Avançada, Escalada e Escalada Avançada (24) 99258-0802 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Felipe Guimaraes Caminhada, Caminhada Avançada e Escalada (35) 9119-9153 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Gabriel Fichter Zaccari Caminhada, Caminhada Avançada e Escalada (24) 3352-1050 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Inês Maria Dalla Vecchia Caminhada (24) 3359-0730 / 99913-6008 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Ingrid Coelho Martins Caminhada e Caminhada Avançada (24) 98148-6992 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Marco Aurélio Fernandes da Silva Caminhada, Caminhada Avançada, Escalada e Escalada Avançada (24) 99843-7164 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Maria de Fátima Chaves Caminhada e Caminhada Avançada (24) 99813-3279 / 3355-4982 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Moacir de C. Rodrigues Caminhada (24) 3351-1553 / 98811-2126 / 99818-8657 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Rodrigo Macedo Paiva Caminhada, Caminhada Avançada e Escalada (24) 99902-9025 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Sérgio Pizaneschi Caminhada, Caminhada Avançada e Escalada (24) 99993-3061 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Portaria Condutores

ANEXO I - Minuta Termo de Autorização de Uso

ANEXO II - Ficha de Identificação

ANEXO III - Declaração de Compromisso

ANEXO IV - Termo de Conhecimento de Riscos e Normas

 

Processo de Credenciamento de Condutores de Visitantes 2016

 

Clique aqui para visualizar o edital.

Cartaz Divulgação Credenciamento Condutor

Fontes de Consulta

Escalada em Rocha

 

As trilhas e travessias no parque estão disponíveis conforme as novas diretrizes adotadas pelo parque, inclusive para a Travessia Serra Negra. Veja logo abaixo as diretrizes para trilhas e travessias.

Em breve informações...

Abaixo estão algumas regras básicas de comportamento que devem ser adotadas pelos visitantes em ambientes naturais. São 8 princípios adotados no mundo inteiro que visam segurança, cuidados e respeito dos frequentadores com o a natureza:

1 - Planejamento é fundamental

  • Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes.
  • Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.
  • Viaje em grupos pequenos de até 10 pessoas. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.
  • Evite viajar para as áreas mais populares durante feriados prolongados e férias.
  • Certifique-se que você possui uma forma de acondicionar seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta. Aprenda a diminuir a quantidade de lixo, deixando em casa as embalagens desnecessárias.
  • Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.

2 - Você é responsável por sua segurança

  • O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade.
  • Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança, com instruções para acionar o resgate, caso necessário.
  • Avise à administração da área a qual você está visitando sobre: sua experiência, o tamanho do grupo, o equipamento que vocês estão levando, o roteiro e a data esperada de retorno. Estas informações facilitarão o seu resgate em caso de acidente.
  • Aprenda as técnicas básicas de segurança, como navegação (saiba como usar um mapa e uma bússola) e primeiros socorros. Para tanto, procure os clubes excursionistas, escolas de escalada e cursos de idoneidade comprovada.
  • Tenha certeza de que você dispõe do equipamento apropriado para cada situação. Acidentes e agressões à natureza em grande parte são causados por improvisações, negligência e uso inadequado de equipamentos.
  • Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva, um estojo de primeiros socorros, alimento e água; mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.
  • Caso você não tenha experiência de atividades recreativas em ambientes naturais, entre em contato com centros excursionistas, empresas de ecoturismo ou condutores de visitantes. Visitantes inexperientes podem causar grandes impactos sem perceber e correr riscos desnecessários.

3 - Cuide dos locais por onde passar, das trilhas e dos locais de acampamento

  • Mantenha-se nas trilhas pré-determinadas - não use atalhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.
  • Mantenha-se na trilha, mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.
  • Ao montar seu acampamento, evite áreas frágeis que levarão um longo tempo para se recuperar após o impacto. Acampe somente em locais pré-estabelecidos, quando existirem. Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água.
  • Não cave valetas ao redor das barracas, escolha melhor o local e use um plástico sob a barraca.
  • Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte nem arranque a vegetação, nem remova pedras ao acampar.
  • Remova todas as evidências de sua passagem. Ao percorrer uma trilha ou ao sair de uma área de acampamento certifique-se de que esses locais permaneceram como se ninguém houvesse passado por ali.
  • Proteja o patrimônio natural e cultural dos locais visitados. Respeite as normas existentes e denuncie as agressões observadas.

4 - Traga seu lixo de volta

  • Embalagens vazias pesam pouco e ocupam espaço mínimo na mochila. Se você pode levar uma embalagem cheia, pode trazê-la vazia na volta.
  • Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente, e animais podem cavar até o lixo e espalhá-lo. Traga todo o seu lixo de volta com você.
  • Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalações sanitárias (banheiros ou latrinas) na área, enterre as fezes em um buraco com 15cm de profundidade e a pelo menos 60m de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, e em local onde não seja necessário remover a vegetação. Traga o papel higiênico utilizado de volta.
  • Não use sabão nem lave utensílios em fontes de água.

5 - Deixe cada coisa em seu lugar

  • Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes etc. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais.
  • Resista à tentação de levar lembranças para sua casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.
  • Não risque, piche ou grave de qualquer forma, pedras, troncos ou estruturas do local.
  • Tire apenas fotografias, deixe apenas suas pegadas, mate apenas o tempo e leve apenas suas memórias.

6 - Evite fazer fogueiras

  • Fogueiras enfraquecem o solo, enfeiam os locais de acampamento e representam uma das grandes causas de incêndios florestais.
  • Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio para acampamento. Os fogareiros modernos são leves e fáceis de usar. Cozinhar com um fogareiro é muito mais rápido e prático que acender uma fogueira.
  • Para iluminar o acampamento, utilize um lampião ou uma lanterna, em vez de uma fogueira.
  • Para se aquecer, tenha a roupa adequada ao clima do local que está visitando. Se você precisar de uma fogueira para se aquecer, provavelmente planejou mal sua viagem.
  • Se você realmente precisar acender uma fogueira, consulte previamente a administração da área que estiver visitando sobre os regulamentos existentes, e utilize locais estabelecidos. Obs.: No Parque Nacional do Itatiaia é proibido fazer fogueira.
  • § Tenha absoluta certeza de que sua fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área.

7 - Respeite os animais e as plantas

  • Observe os animais à distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.
  • Não alimente os animais. Os animais podem acabar se acostumando com comida humana e passar a invadir os acampamentos em busca de alimento, danificando barracas, mochilas e outros equipamentos.
  • Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.

8 - Seja cortês com outros visitantes e com a população local

  • Ande e acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece. Deixe rádios e instrumentos sonoros em casa.
  • Trate os moradores da área com cortesia e respeito. Mantenha as porteiras do modo que encontrou e não entre em casas e galpões sem pedir permissão. Seja educado e comporte-se como se estivesse visitando casa alheia. Aproveite para aprender algo sobre os hábitos e a cultura do meio rural.
  • Prefira contratar os serviços locais de hospedagem, transporte, alimentação e outros. Desse modo, você estará colaborando para que os recursos financeiros permaneçam na comunidade.
  • Deixe os animais domésticos em casa, pois, além de afujentarem a fauna silvestre, podem causar problemas sérios com a introdução de doenças e outras ameaças ao ambiente natural. Caso traga o seu animal com você, mantenha-o controlado todo o tempo. As fezes dos animais devem ser tratadas da mesma maneira que as humanas. Elas também estão sob sua responsabilidade. Muitas áreas não permitem a entrada de animais domésticos, portanto verifique com antecedência. Obs.: No Parque Nacional do Itatiaia é proibido a presença de animais domésticos.
  • Evite usar cores fortes que podem ser vistas a quilômetros e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados. Para chamar a atenção de uma equipe de socorro em caso de emergência, tenha em sua mochila um plástico ou tecido de cor forte.
  • Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade.

Para colaborar ativamente na conservação de nossos parques e outras unidades de conservação, você pode:

  • Apresentar-se como voluntário. No mundo todo, o trabalho voluntário é uma tradição em parques e outras unidades de conservação.
  • Adote esta idéia! Seja voluntário!
  • Verifique na administração das áreas que você visita se existe algum programa de trabalho voluntário.
  • Denuncie agressões contra o meio ambiente aos órgãos responsáveis pela fiscalização dos parques e outras unidades de conservação.
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