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Atrativos

Lago Azul

Foto: Carla Maronezi

 

O Lago Azul é a atração natural mais próxima do Centro de Visitantes, ficando a mais ou menos 500 metros deste. A trilha é bem acessível para toda a família, exceto sua escadaria com aproximadamente 120 degraus, que requer cuidado por parte dos mais idosos. O percurso leva à piscina natural do rio Campo Belo, local bem recomendado para o banho. Próximo encontram-se quiosques, que podem ser utilizados livremente. Existe uma segunda opção de trilha, mais longa e sem degraus, o que permite uma caminhada mais leve e segura para os mais idosos e pessoas com dificuldade de locomoção. 

 

Foto: Carla Maronezi

 

Os Quiosques do Lago Azul estão disponíveis das 08hs às 17hs para uso dos visitantes como espaço para lanches e refeições familiares.

Pessoas com dificuldade de locomoção podem utilizar veícullos de pequeno porte para acessar os quiosques a partir do Posto 2. Caso o grupo esteja se utilizando de mais de um veículo, os demais devem ser estacionados no Centro de Visitantes, acessando o quiosque pela trilha do Lago Azul.

Centro de Visitantes

Foto: Walter Behr

 

O Parque recebe um número expressivo de visitantes e o Centro de Visitantes é o epicentro de todas as informações sobre ele.

A MAQUETE faz uma representação tridimensional de todo o Parque

A exposição DESCOBRINDO O PARQUE apresenta um acervo botânico, zoológico e petrológico, exposto em dioramas representados o Vale do Paraíba, a Face Norte, a Face Sul e os Campos de Altitude.

A sala de EXPOSIÇÕES ITINERANTES acolhe trabalhos relacionados a arte, cultura e meio ambiente.

A SALA INTERATIVA é um espaço destinado às atividades educativas.

A EXPOSIÇÃO DE MONTANHISMO resgata a história do montanhismo no Parque antes mesmo de sua criação.

O AUDITÓRIO TOM JOBIM é o ponto de encontro para as atividades culturais e eventos institucionais. Uma videoteca está à disposição dos visitantes.

A CALÇADA DA FAUNA reproduz as pegadas de diversos animais da Mata Atlântica.

Complexo Maromba

 

Foto: Daniel Toffoli

Véu de Noiva

                                                                                                                          

O Complexo Maromba fica a 4 km de subida do Centro de Visitantes. Compreende a Piscina Natural do Maromba, a Cachoeira Itaporani e a Cachoeira Véu de Noiva. Estacionando após a ponte o visitante tem acesso a estas três atrações.

 

Foto: Wigold Bertoldo

Piscina Natural do Maromba

A Piscina Natural do Maromba fica a 1.100 metros de altitude. É onde o rio se acalma para formar uma grande piscina natural, cujo acesso se dá descendo uma escadaria de aproximadamente 50 metros após a ponte. De grandes dimensões, a piscina é muito utilizada por banhistas experientes.

 

ICMBio

Cachoeira Itaporani

 

A Cachoeira Itaporani, fica a mais ou menos 640 metros a partir da ponte. Localiza-se no final de uma trilha que adentra a mata. Descendo pela escada de madeira plástica, o visitante pode vislumbrar a bela cachoeira e o lago que ela forma.

No meio do caminho para a Cachoeira Itaporani temos acesso a outra trilha que, seguindo 260 metros, leva à Cachoeira Véu de Noiva. No final de uma rústica picada, com a ponte de madeira plástica e escadas de pedra, chega-se a uma parte do rio Maromba, que cai repentinamente de uma altura de 40 metros, formando a belíssima cachoeira. Na época do verão suas águas se avolumam fazendo jus ao nome: Cachoeira Véu de Noiva.

Três Picos

Foto: Carla Maronezi

Três Picos

 

Os Três Picos é um outro atrativo que pode ser acessado por meio de uma trilha íngreme de 7 km por dentro da Mata Atlântica. O desafio requer quase o dia todo de caminhada. O lugar oferece uma boa visão do vale do Rio Paraíba, do parque e dos contrafortes da Serra da Mantiqueira e da Serra do Mar. Para acesso a esse atrativo é necessário o preenchimento de um Termo de Responsabilidade na portaria do Parque, no Centro de Visitantes ou no Complexo Maromba.

Pedra da Fundação

ICMBio

 

PEDRA DE FUNDAÇÃO: Marco do primeiro Parque Nacional do Brasil, o presidente Getúlio Vargas, sendo o ministro da agricultura o Dr Odilon Braga, criou o Parque Nacional de Itatiaia pelo decreto 1713 de 14 de junho de 1937.

Mirante do Último Adeus

ICMBio

Vista do Mirante do Último Adeus

 

Por último, ainda em direção à saída do parque você pode visitar o Mirante do Último Adeus. Local com uma vista panorâmica e privilegiada do parque, do Vale do rio Campo Belo e da Serra do Mar.

Para visitar a Parte Alta, o visitante deverá preencher o Termo de Responsabilidade. Adiante seu check-in imprimindo aqui.

 

Pico das Agulhas Negras



O maciço das Agulhas Negras é a principal elevação no planalto, seu pico atinge 2.791,55 m, o ponto mais alto do Parque e quinto mais alto do país segundo dados do IBGE de dezembro de 2004 (IBGE, 2011). O visitante tem a opção de caminhar apenas até a base ou seguir até o cume, sendo essas opções escolhidas já no Posto Marcão, onde existe hoje o controle dos visitantes.
O acesso é feito a partir do Abrigo Rebouças, caminhando por áreas de Campos de Altitude. Até a base das Agulhas Negras são 1.300 m que podem ser percorridos em aproximadamente 45 minutos. O tempo de ascensão varia de acordo com a via a ser utilizada, pois o maciço possui mais de 20 vias de escalada com diferentes graus de dificuldade.

Foto: Adriana Mattoso Agulhas-Negras01 Agulhas-Negras03

 

Os 2.791 metros de altitude, podem ser alcançados em duas etapas. a primeira, requer cerca de 45 minutos de caminhada moderada do visitante até a base - a partir do Abrigo Rebouças. Depois, mais ou menos duas horas de subida pesada até o topo. Exige experiência, pois certos trechos da subida só são possíveis com apoio de uma corda de segurança. Além dessa, o Pico tem outras vias de escalada.

Além da visitação normal, o local é utilizado também para treinamento de grupos especiais e militares. Nessas ocasiões o acesso ao maciço é limitado para os grupos em treinamento, sendo as informações divulgadas na BR-485, próximo à Garganta do Registro.

A partir do topo do maciço das Agulhas Negras é possível a visualização panorâmica da região – Vale do Paraíba, maciço das Prateleiras e planalto mineiro. Possui escalada de diferentes níveis de dificuldade, atendendo a diferentes públicos. E o acesso até a base é fácil, sem muitos desníveis do terreno. A parceria com instituições como a AMAN podem trazer benefícios às áreas de visitação pública como a limpeza de fossas, manutenção de estradas, doação de materiais para reforma de estruturas, e também para assistência em casos de incêndio. A limpeza de fossa é feito uma vez ao ano pela AMAN.


Maciço das Prateleiras

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Formado por imponentes blocos de rocha e seu cume está a 2.539 metros de altitude. Encontra-se em região com vegetação de Campos de Altitude e possui muitas vistas panorâmicas, destacando-se o Vale do Paraíba. Nos arredores do maciço também podem ser encontrados a Pedra da Maçã, Pedra da Tartaruga, Pedra Assentada, atrativos amplamente divulgados e visitados.
A trilha para as Prateleiras tem seu início próximo ao final da estrada BR 485, isto é, local até onde chegou a construção na época. Deste ponto inicia-se a Travessia Ruy Braga e a trilha para as Prateleiras é um ramal. Da mesma forma que as Agulhas Negras, o visitante tem a opção de caminhar apenas até a base ou seguir até o cume.

Oportunidades: Presença de variedade de atrativos, desde pontos com belas vistas panorâmicas do parque e presença de formações peculiares até a atividade de escalada.

Cachoeira do Aiuruoca

Foto: Adriana Mattoso

 

Voltado para Minas Gerais, o Vale do Aiuruoca, conta com a geladíssima Cachoeira do Aiuruóca e a formação rochosa Ovos da Galinha. Para chegar o visitante terá que fazer uma caminhada moderada, a partir do Abrigo Rebouças. No caminho, podem-se ver as formações Asa do Hermes e Pedra do Altar.

Pedra do Altar

Foto: Marcelo Motta

 

A Pedra do Altar, com 2.665 metros de altitude, é uma formação rochosa acessível por caminhada através de trilha. No local existem diversas vias de escalada em sua face oeste.

Abrigo_Reboucas

Foto: Wigold Bertoldo

 

Com sua construção já concluída na primeira metade dos anos 50 do século passado, na gestão de Wanderbilt Duarte de Barros, o Abrigo Rebouças passou a ser o abrigo público mais alto do Brasil (altitude de 2350 metros), sendo um típico abrigo de montanha. Batizado como Rebouças desde a sua inauguração, homenageia o engenheiro civil, botânico e geólogo André Pinto Rebouças (1838-1898), pioneiro em vários temas, destacando-se como um combativo abolicionista e, à sua época,  um dos maiores incentivadores para a criação de parques nacionais. Próximo do abrigo, o represamento do Rio Campo Belo é parte de uma pequena hidrelétrica que por algum tempo forneceu energia ao mesmo, mas sem conseguir atingir a carga suficiente, vindo a ser desativada. Entre os anos de 1997 e 1998, mediante um cabeamento subterrâneo, o abrigo voltou a ter energia elétrica. Também naqueles anos foi instalado um sistema à gás para aquecimento de água, atualmente desativado.

Durante muitos anos, antes da construção do atual Posto Marcão, o abrigo serviu como posto de serviço dos funcionários do Parque, que ali permaneciam, normalmente, em escala de 15 dias, dividindo as instalações com os montanhistas, excursionistas, turistas e demais visitantes.

A mais recente obra de recuperação do abrigo ocorreu no final do ano de 2006, ocasião em que o Parque contou com o apoio da Academia Militar das Agulhas (AMAN), do Grupo Excursionista Agulhas Negras (GEAN) e da Associação de Guias de Montanha das Agulhas Negras (AGUIMAN) para realizá-la. Nesta reforma houve a retirada do fogão a lenha e da chaminé.

Atualmente, parte das instalações do abrigo ficam permanentemente reservada ao uso pelo Parque. 

O Abrigo Rebouças tem capacidade para 20 pessoas. Destas, até 16 vagas são destinadas para ocupação mediante reserva antecipada por intermédio do site  www.icmbio.gov.br/parnaitatiaia/reservas. As 4 vagas restantes, assim como outras não reservadas antecipadamente, poderão ser ocupadas pelos usuários que primeiro se apresentarem diretamente no Posto Marcão (portal de entrada na parte alta do Parque).

 Clique aqui para consultar as regras.

Para reservas, acesse o formulário clicando aqui.

OBS.: A taxa de hospedagem para o abrigo é de R$ 32 (por dia e por pessoa). Esta taxa não é contemplada pelo desconto entorno.

Camping

Foto: Edson Ferreira Santiago

 

Ao lado do Abrigo Rebouças temos um espaço para  camping, com  20 (vinte) vagas para barracas de até 3 pessoas. Apenas 16 (dezesseis) vagas poderão ser reservadas, as outras 4 (quatro) ficarão disponíveis  para os  visitantes que chegarem sem reserva no Posto Marcão. Essas vagas serão ocupadas por ordem de chegada.

Clique aqui consulte as regras de uso e ocupação no camping.

OBS.: A taxa de hospedagem para o camping é de R$ 19 (por dia e por pessoa). Esta taxa não é contemplada pelo desconto entorno.

 Para reservas, acesse o formulário clicando aqui.

Para acessar as regras para travessias, clique aqui.

 

Ruy Braga

Foto: Marcelo Motta

 

Travessia Ruy Braga (Rebouças – Sede)
a) Execução nos dois sentidos Rebouças-Sede e Sede –Rebouças;
b) A capacidade máxima é de 26 (vinte e seis) pessoas/dia;
c) O pernoite é permitido na área do abrigo Massena ou abrigo Água Branca, devendo ser especificado no agendamento;
d) A travessia pode ser feita em até 2 (dois) dias; ou em um dia, sem pernoite;
e) O responsável pelo grupo deverá informar a chegada ou partida ao vigilante de serviço nos postos indicados abaixo. Caso a chegada seja no planalto deve ser informada no posto de controle (posto Marcão);
No caso da chegada na parte baixa, informada no posto Maromba; e caso ocorra após às 17:00 h deverá ser informada ao vigilante de serviço no posto 2, localizado próximo da sede do parque.
f) Em qualquer que seja o sentido (subindo ou descendo) o início deverá ocorrer até às 10:00h.

 

Ruy Braga com Água Branca

Foto: Walter Behr

Abrigo Água Branca

 

O novo Abrigo do Parque já está disponível para os visitantes que desejam caminhar pela Travessia Ruy Braga, no alto da montanha é um convite para contemplar o nascer e o pôr do sol.

Clique aqui e consulte as regras de uso e ocupação no Abrigo Água Branca.

OBS.: A taxa de hospedagem para o abrigo é de R$ 30 (por dia e por pessoa). Esta taxa não é contemplada pelo desconto entorno.

Serra Negra

Travessia da Serra Negra (Rebouças – Santa Clara)
a) Execução no sentido Rebouças – Mauá, com chegada na área de Santa Clara;
b) O itinerário se inicia no posto Marcão, passa pelo Rebouças e segue o mesmo caminho que leva à cachoeira do Aiuruoca, onde inflete na direção geral da calha do rio Aiuruoca, indo encontrar o antigo itinerário no local onde duas construções de madeira são conhecidas como Cabanas do Aiuruoca. Dali segue o caminho antigo;
c) A capacidade máxima é de 40 (quarenta) pessoas/dia;
d) O local permitido para pernoite é na área particular conhecida como Matão;
e) A travessia poderá ser feita em até dois dias; ou em um dia, sem pernoite;
f) Ao final da travessia o responsável do grupo deverá depositar o cartão de controle na urna existente no posto do Parque em Visconde de Mauá e entrar em contato com o parque por telefone nos números (24) 3352-1292/3352-2288/3352-6894 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , avisando de sua saída.
g) O Parque não se responsabiliza pelo agendamento da estadia na área de pernoite no Matão. O interessado deverá fazer contato direto para acerto do pernoite na Pousada Dona Sônia no número (35) 99965-6515 ou na Pousada Cabanas das Cachoeiras no número (35) 99178-3782, após ter obtido do setor de uso público a autorização para realizar a travessia;
h) O início deverá ocorrer até às 10:00h.

 Rancho Caído

Vista da Travessia Rancho Caído

3) Travessia Rebouças – Mauá (via Rancho Caído)

a) Execução no sentido Rebouças – Mauá, com chegada no vale das Cruzes;
b) O itinerário se inicia no posto Marcão, passa pelo Abrigo Rebouças e segue o mesmo caminho que leva à Cachoeira do Aiuruoca, onde segue na direção aos Ovos da Galinha, prosseguindo em direção ao Vale dos Dinossauros (nascente do Rio Preto) seguindo para o Rancho Caído (coordenadas: latitude 22º 22’ 11,66” Sul – longitude 44º 38’ 04,41” W), descendo pelo Mata Cavalo, entrando na mata e chegando no Vale das Cruzes;
c) A capacidade máxima é de 26 (vinte e seis) pessoas/dia;
d) O local permitido para pernoite é apenas na área do Rancho Caído (coordenadas: latitude 22º 22’ 11,66” Sul – longitude 44º 38’ 04,41” W). Os usuários deverão atentar com bastante rigor os preceitos ambientais relativos a levar todo seu lixo de volta e aos dejetos humanos;
e) A travessia poderá ser feita em até dois dias; ou em um dia, sem pernoite;
f) Ao final da travessia o responsável do grupo deverá deverá depositar o cartão de controle na urna existente no posto do Parque em Visconde de Mauá e entrar em contato com o parque por telefone nos números (24) 3352-1292/3352-2288/3352-6894 ou pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., avisando de sua saída.
g) O início deverá ocorrer até às 10:00h.

Para acesso a esse atrativo é necessário o preenchimento de um Termo de Responsabilidade na portaria do Parque, no Centro de Visitantes ou no Complexo Maromba. Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman","serif";}