Não é necessário ingresso para acessar o parque
 
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Parque Nacional da Serra da Bocaina

O Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB), por sua dimensão e grande variação de altitude, apresenta variadas paisagens e diversos atrativos naturais como praias, piscinas naturais, rios, cachoeiras, picos e mirantes, sem contar a riqueza de flora e fauna, típica da Mata Atlântica.

Também são muitos os atrativos de interesse histórico e cultural, como os caminhos e trilhas do ouro que o atravessam, remanescentes da época dos tropeiros, bem como a cultura caipira e caiçara conservada na porção serrana e litorânea, respectivamente.

Clique para ver um vídeo sobre o Parque Nacional da Serra da Bocaina

Clique aqui para baixar o folheto sobre Trindade
Clique aqui para baixar o folheto do Caminho de Mambucaba

 

IMPORTANTE

O parque não está consolidado em termos de visitação, por isso ainda não oferece prestação de serviços ao turista - Saiba mais

O parque, do ponto de vista turístico, pode ser dividido em dois roteiros bastante distintos:

Serra

Também chamada “parte alta”, é onde o visitante encontra várias cachoeiras, picos e mirantes. Ali que se inicia o Caminho de Mambucaba, a mais famosa das trilhas do ouro. Esse roteiro tem acesso por São José do Barreiro, no Vale do Paraíba.

Pico do Tira Chapéu - foto Marcelo Motta Cachoeira do Veado - foto: Thalita Monfort

Litoral

Também chamada “parte baixa”, tem como destaque as praias do Meio e da Caixa D’Aço, além de uma piscina natural, todas emolduradas pelo verde da Mata Atlântica. O acesso ocorre por Paraty.

Piscina Natural e Praia da Caixa de Aço - foto: Thiago Strauss Cabeça do Índio - foto: Thiago Strauss

 

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Quando ir

Serra

O melhor período para visitar a região serrana do Parque Nacional da Serra da Bocaina é entre os meses de maio e agosto, quando chove menos. Porém, essa é a época também mais fria e, portanto, menos favorável para os banhos de cachoeira. Nesse período a temperatura média é de 10°C e as mínimas podem chegar a 2°C negativos nas madrugadas mais frias.

Litoral

Para quem quer tranquilidade, deve-se evitar a alta temporada (dezembro a fevereiro, julho) e os feriados prolongados, principalmente Reveillon e Carnaval, quando as cidades e as praias ficam lotadas e os congestionamentos são freqüentes.

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Como chegar

acessosO Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB) possui sede e atrativos tanto na região serrana como no litoral. Os principais atrativos na região serrana têm acesso por São José do Barreiro, no Vale do Paraíba. É aí também que se situa a sede principal. Os atrativos do litoral situam-se nas proximidades de Paraty, onde está localizada a sub-sede do Parque.

Abaixo estão orientações para chegar a ambas as cidades e aos pontos de partida para os principais atrativos em cada uma delas.

 

 

 

 

Veja também: Como chegar à Portaria do Parque Nacional da Serra da Bocaina em São José do Barreiro

De veículo próprio

Rodovia dos Tropeiros no mês de julho, trecho entre Areias e São José do Barreiro (Marcelo G. de Oliveira).São José do Barreiro situa-se a 200 km do Rio de Janeiro, 278 km de São Paulo e 520 km de Belo Horizonte.

Quem vem do Rio de Janeiro deve seguir pela rodovia Presidente Dutra até Barra Mansa, entrando na RJ-157 em direção a Bananal, e dali seguindo até São José do Barreiro. Atenção: Em Bananal existe uma placa indicando "Serra da Bocaina". Ignore essa placa, pois ela conduz a uma região da serra sem entrada oficial para o Parque.

A partir de São Paulo, segue-se pela rodovia Presidente Dutra, entrando em Silveiras (caminho mais demorado) ou Queluz (caminho mais rápido). Ambas as estradas conduzem a Areias e São José do Barreiro.

A partir de Belo Horizonte, segue-se pela BR 381, depois pela BR 267 até Caxambu e daí pela BR 354 até a rodovia Presidente Dutra. Na Dutra, toma-se o sentido São Paulo, até chegar a Queluz. Em Queluz segue-se em direção a Areias, e dali para São José do Barreiro.

De ônibus

Há linhas regulares entre São Paulo e Guaratinguetá (viações Cometa e Pássaro Marron, com partidas de hora em hora), por meio das quais o visitante pode pegar o ônibus até São José do Barreiro, também em linha regulares (Pássaro Marron, linha Guaratinguetá - Bananal, três partidas diárias). Uma vez por semana a Pássaro Marron faz também a linha direta entre São Paulo (Terminal Tietê) e Bananal.

Para quem sai do Rio de Janeiro, as empresas Cidade do Aço e viação Sampaio têm linhas regulares para Resende (terminal Graal). Ali, o visitante deve tomar um táxi ou coletivo para a rodoviária central e pegar o ônibus da viação Penedo para São José do Barreiro (duas partidas diárias). Outra opção é descer em Barra Mansa, pegar um ônibus até Bananal (Colitur, várias partidas diárias), onde há linhas regulares para São José do Barreiro (Pássaro Marron, linha Bananal – Guaratinguetá, três partidas diárias).

A partir de Belo Horizonte, pode-se optar por seguir para Aparecida/SP (viação Atual, percurso mais curto; e viação Útil, percurso mais longo) ou Resende/RJ (viação Útil). Chegando em Aparecida, deve-se pegar um táxi para a rodoviária de Guaratinguetá (cerca de 7 km) e tomar o ônibus até São José do Barreiro (Pássaro Marron, linha Guaratinguetá - Bananal, três partidas diárias). Para quem chega em Resende (terminal Graal), é necessário pegar um táxi ou coletivo para a rodoviária central e pegar o ônibus da viação Penedo para São José do Barreiro (duas partidas diárias).

Veja os detalhes de contato das empresas de ônibus

Veja também:

Como chegar aos atrativos do Parque Nacional da Serra da Bocaina em Paraty - região de Trindade

De veículo próprio

Paraty situa-se a cerca de 240 km do Rio de Janeiro, 300 km de São Paulo e 610 km de Belo Horizonte.

A partir do Rio de Janeiro o percurso é todo feito pela BR 101 (Rio-Santos), passando por Mangaratiba e Angra dos Reis.

Partindo de São Paulo, o melhor percurso é feito pela Rodovia Ayrton Senna até a altura de São José dos Campos ou Taubaté. Para quem desce para o litoral a partir de São José dos Campos, seguir pela rodovia dos Tamoios até Caraguatatuba. Para quem desce por Taubaté, seguir pela rodovia Oswaldo Cruz até Ubatuba. Em ambos os casos, a partir dali segue-se acompanhando a costa litorânea pela BR 101 (mais conhecida como rodovia Rio-Santos). Atenção: não se recomenda a descida para o litoral a partir de Guaratinguetá, passando por Cunha. O trecho entre Cunha e Paraty possui 10 km não pavimentados em estado muito precário e sujeito a interdições.

Partindo de Belo Horizonte, segue-se pela BR 040 até Três Rios (divisa de MG com RJ), daí pela BR 393 até Volta Redonda e Barra Mansa. Segue-se então pela RJ 155 até Angra dos Reis e daí pela BR 116 (Rio-Santos).

De ônibus

A cidade de Paraty é servida por linhas regulares partindo de São Paulo (Reunidas Paulista, várias partidas diárias) e Rio de Janeiro (Costa Verde, várias partidas diárias). Para quem parte de Belo Horizonte, há linha regular até Angra dos Reis (viação Útil, uma partida diária). De Angra a Paraty há partidas durante todo o dia, pela viação Colitur. Paraty é conectada a várias outras localidades da região por linhas diversas.

Veja os detalhes de contato das empresas de ônibus

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Serviços

O Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB) não está consolidado em termos de visitação, por isso ainda não oferece prestação de serviços ao turista.

Parte desta lacuna, porém, é preenchida pela iniciativa privada existente no entorno do Parque.

A título de orientação, seguem indicações de alguns websites que reúnem prestadores de serviços na região do PNSB.

Obs: Não nos responsabilizamos pelos valores cobrados e nem pela qualidade dos serviços.

Informações específicas

Devido à falta de informação ou sistematização na web sobre os serviços prestados para quem visita o Parque pela portaria de São José do Barreiro, postamos aqui algumas informações específicas sobre prestadores de serviço de transporte, de guia e hospedagem nessa região do Parque. Não nos responsabilizamos pelos valores cobrados e nem pela qualidade do serviço.

Prestadores de serviço de transporte de São José do Barreiro à portaria do PNSB:

  • Eliéser: (12) 3117-2123
  • Reginaldo: (12) 99747-9651; (24) 9913-7066
  • Roger: (12) 3117-2050

Guias e agências de turismo que operam na região de São José do Barreiro:

  • Ativa Rafting e Aventuras (http://www.ativaraftingparatyangra.com/#!trilha-do-ouro/chsf)
  • Guia Cebolla/Cebollinha: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.; O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.; (12) 99606-8676 / 3117-2159
  • MW Trekking (http://www.mwtrekking.com.br/)
  • Montanha Trekking (http://www.montanhatrekking.com.br/)

Pousadas em São José do Barreiro, próximas à Portaria do PNSB

Pousadas em São José do Barreiro, no interior do PNSB

  • Barreirinha: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.; (12) 3117-2205
  • Casa Pintada (Dona Palmira): (12) 99792-3477
  • Refúgio Ecológico Vale dos Veados (http://www.hoteisdabocaina.com.br/vale/index.php)

Senhor prestador de serviço: para correção/inclusão de seus dados no site, favor nos contactar

pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.">O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
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Agências de turismo que operam na região de Angra dos Reis e Paraty:

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Atrativos

Conheça os principais atrativos do Parque Nacional da Serra da Bocaina distribuídos nos dois roteiros turísticos:

Serra

Na região serrana do Parque Nacional da Serra da Bocaina, que inclui os municípios de São José do Barreiro, Areias e Cunha, além de Silveiras, Arapeí e Bananal (zona de amortecimento), há inúmeras opções de circuitos ecoturísticos.

O destaque fica para as trilhas, realizadas geralmente a pé em percursos que variam de meia hora a vários dias, passando por rios, cachoeiras, vales, picos, mirantes e locais de interesse histórico e cultural.

Nessa região, o único acesso permitido para o interior do parque é pela portaria em São José do Barreiro, SP (veja Como Chegar). Para conhecer as regras de visitação, veja Orientações.

Conheça os circuitos mais visitados:

Cachoeira Santo Isidro - foto: Adriana MattosoA Cachoeira Santo Isidro é a cachoeira mais próxima da portaria do parque em São José do Barreiro: fica a 1,5 km de distância, percorrida em 45 minutos de caminhada. Com uma queda de aproximadamente 50m de altura, forma um poço com fundo arenoso excelente para banho. A chegada é feita pelo topo da cachoeira, o que exige atenção na descida até o poço.

Caminho de Mambucaba com calçamento - foto: Alessandra FontanaBaixe aqui o folheto do Caminho de Mambucaba

O Caminho de Mambucaba, também conhecido como Trilha do Ouro, tem início na portaria do parque em São José do Barreiro e término no sertão de Mambucaba, município de Angra dos Reis, RJ. Dentro da unidade de conservação são percorridos cerca de 50 km, costumeiramente divididos em três dias de caminhada.

No primeiro dia de trilha o visitante pode apreciar a cachoeira Santo Isidro e a cachoeira das Posses.

A cachoeira das Posses fica a 8 km da portaria do parque em São José do Barreiro e tem uma queda de aproximadamente 40m de altura. As ruínas presentes na trilha que leva à cachoeira são um registro histórico da antiga fazenda responsável pela plantação e extração de pinus, cedrinho português e eucalipto. Este talhão ainda pode ser observado pelo visitante, mas é objeto de estudo no Programa de Erradicação de Espécies Exóticas do PNSB.

No segundo dia, o visitante chega à cachoeira do Veado.

Cachoeira do Veado - foto: Thalita MonfortA cachoeira do Veado é a mais famosa do parque. Por estar muito próxima do Caminho de Mambucaba, é parada obrigatória dos visitantes que cruzam o Parque pelo caminho histórico. A cachoeira possui três quedas, sendo que a segunda é a maior. O acesso à queda mais baixa (terceira) não apresenta dificuldade, mas o trajeto fica mais complicado em direção à segunda e primeira quedas.

A partir de lá, já no terceiro dia, o visitante começa uma longa descida em direção ao litoral, na vertente atlântica do parque. O calçamento de pedras, dos tempos da Coroa, remete a uma viagem no tempo e exige do visitante muita atenção na descida. Dali é possível avistar a cachoeira do Esguicho, localizada em área de difícil acesso e sem poço para banho.

Chegando ao final da trilha, ainda restam cerca de 20 km (a maior parte em estrada de terra) até a BR 101, na altura do Parque Mambucaba (também conhecido como Perequê). Para esse último trecho vale combinar uma carona com amigos ou agências de turismo.

Pico Tira Chapéu - foto: Marcelo MottaO pico do Tira Chapéu, com 2.088m de altitude, está entre os dez pontos mais altos do Estado de São Paulo. A vista para o Vale do Paraíba, Vale do Mambucaba e Paraitinga compensa as três horas de caminhada morro acima. O acesso pode ser feito por dois caminhos diferentes. Um inicia-se pela fazenda Pinheirinho, vizinha ao parque, onde os moradores indicam a trilha. O outro acesso se dá pela fazenda Cincerro, no sentido da Cabana do Pai Tomás. Da Cabana até o cume são cerca de 5 km de subida. Por ser considerada uma trilha de alto grau de dificuldade, recomenda-se o acompanhamento de um guia.

Mirante Sobrado com vista para o Vale do Mambucaba com o Pico do Gaveão ao Fundo - foto: Luiz RodriguesO Mirante do Sobrado fica próximo da portaria do parque em São José do Barreiro e tem aproximadamente 1.850m de altitude. A subida de 2 horas de caminhada leva ao ponto mais alto que dá vista para todo o vale do rio Mambucaba, onde se vê a Pedra da Macela e Pedra do Frade. Fica exatamente na divisa do parque com a Fazenda Floresta, em São José do Barreiro.

 

Litoral

A região litorânea do Parque Nacional da Serra da Bocaina inclui trechos dos municípios de Ubatuba, no Estado de São Paulo, sobrepostos parcialmente com o núcleo Picinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar; e de Paraty e Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro.

É uma região de belas praias, costões rochosos, piscinas naturais e pequenos rios com corredeiras e quedas d’água, tendo como pano de fundo a Serra do Mar coberta pela Mata Atlântica.

Conheça os circuitos mais visitados:

Baixe aqui o folheto sobre Trindade

Trindade é o único trecho do Parque Nacional da Serra da Bocaina com atrativos marinhos. Ali estão duas das mais belas praias de Paraty e uma piscina natural cercada de vegetação nativa e de história caiçara.

A praia do Meio é composta por duas pequenas enseadas, onde desemboca um pequeno rio. É o atrativo de acesso mais fácil do parque em Trindade e por isso costuma ser bem movimentada nos feriados. Suas águas são esverdeadas e transparentes.

A praia da Caixa d’Aço é a praia de maior extensão do parque. Seu acesso se dá por uma trilha de 400 metros de extensão, saindo da praia do Meio. Por seu tamanho e acesso, é menos freqüentada que a praia do Meio. Possui águas cristalinas azul-esverdeadas e em algumas épocas do ano fica boa para a prática de surf.

Piscina Natural em Trindade-Paraty/RJ - foto: Thiago RabelloA piscina natural, cercada de pedras e com águas rasas e transparentes, é uma das mais belas da região. Por ser pequena e ter uma variada fauna marinha associada, é extremamente sensível a impactos ambientais. Seu acesso se dá por trilha vinda da praia da Caixa d’Aço ou por meio de barcos que saem da praia do Meio.

Das praias pode-se avistar uma grande pedra chamada Cabeça do Índio, localizada na Ponta da Trindade, que é divisa entre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Atualmente não há trilha para se chegar ao local.

Nessa região também é possível percorrer trilhas que perpassam áreas com Mata Atlântica e ainda se refrescar em pequenas cachoeiras. Um exemplo é a trilha Cachoeira Pontal. Em seu percurso há diversas quedas d’água como a Pedra que Engole os Dois Irmãos, o Escorrega e o Poço Fundo. A Pedra que Engole, uma formação rochosa por onde passa o curso de um riacho, é o principal atrativo da trilha. Por essa formação é possível escorregar e “ser engolido” pela pedra.

Essa proximidade entre o mar, a Mata Atlântica, a serra e pequenos rios compõe uma paisagem de grandes atrativos para o visitante, abrigando um tesouro inestimável em biodiversidade.

Correnteza do Rio Mambucaba - foto: Lucas LeiteO rio Mambucaba nasce no alto da Serra da Bocaina, em São José do Barreiro, e desce em direção ao litoral, desaguando na divisa entre Paraty e Angra dos Reis. Acompanhando a maior parte de seu curso segue uma das trilhas do ouro mais famosas da região, outrora usada por comerciantes e contrabandistas, e hoje por amantes do ecoturismo.

Em seu trecho final, no chamado Sertão de Mambucaba, o rio apresenta-se raso, de águas transparentes e fundo pedregoso, com algumas corredeiras e pequenas quedas d’água. Oferece ótimas condições de banho e prática de rafting.

O acesso ao Sertão de Mambucaba se dá pela BR 101, na altura do Parque Mambucaba (também conhecido como Perequê), em Angra dos Reis.

Pedra do Frade - foto: Thalita MonfortA Pedra do Frade pode ser vista de diferentes pontos altos do parque, como o Pico do Tira Chapéu, Pedra da Macela e Mirante do Sobrado. A Pedra pode ser vista também de todo o litoral de Angra dos Reis, inclusive da BR 101.

Tem aproximadamente 1.500m de altitude e de seu topo se tem uma visão 360° avistando-se a baía da Ilha Grande, a planície litorânea de Angra dos Reis e Parati, a Serra da Bocaina e a Serra do Mar.

A trilha que leva ao seu topo é de difícil acesso e, em seu final, possui trechos de escalada, exigindo do visitante preparo físico e atenção. Recomenda-se o acompanhamento de guia.

 

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O Que Fazer

O Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB) é chamado por alguns como “o paraíso do trekking no Brasil”, em alusão às inúmeras possibilidades de caminhada por suas trilhas, em especial o Caminho de Mambucaba ou Trilha do Ouro. Existem desde circuitos curtos, que podem ser percorridos em 2 horas (Cachoeira Santo Isidro) até circuitos de 3 dias ou mais de caminhada, como o Caminho de Mambucaba.

As estradas do parque também vêm recebendo cada vez mais adeptos do mountain bike, que chegam em pequenos grupos de amigos ou em grupos maiores durante eventos conduzidos por agências especializadas.

Oportunidade para banhos em rios e cachoeiras é o que não falta. O parque é cortado de norte a sul pelo rio Mambucaba, que desce a serra formando corredeiras e cachoeiras de grande beleza. O rio Mambucaba, em seu último trecho, já no litoral, é bastante conhecido entre os adeptos do rafting. Outros rios que cruzam o parque em menor extensão também possuem seus atrativos: o rio Bracuí, em Angra dos Reis, e o córrego Melancia, em Paraty, são bons exemplos.

Em virtude da grande diversidade e abundância de aves, recentemente tem aumentado a frequência de adeptos da observação de aves ou birdwatching.

As praias e a piscina natural em Trindade, por sua vez, oferecem ótimas condições para banhos de mar e esportes associados, inclusive prática de surf na praia da Caixa d'Aço.

Para quem deseja apenas um lugar para descanso e contemplação, o parque pode ser o lugar ideal para isolamento e apreciação de belas paisagens.

Para os adeptos do turismo histórico e cultural, as trilhas e caminhos do ouro que cortam o parque ainda guardam em alguns trechos o calçamento original, dos tempos do Brasil Colônia ou Império. A região serrana ainda conserva traços da cultura caipira e tropeira e, no litoral, ainda há comunidades consideradas caiçaras e quilombolas.

Mountain bike em estrada do interior do Parque - foto: Mara Pais Trekking no Caminho de Mambucaba - foto: Lucas Leite Vista para a Cachoeira do Veado - foto: Lucas Leite

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Orientações

Serra

Na região serrana do Parque Nacional da Serra da Bocaina, o único acesso permitido para o interior do parque é pela portaria em São José do Barreiro, SP.

A subida da serra a partir de São José do Barreiro exige o uso de veículo alto e com tração 4x4, especialmente no período chuvoso. Veja Como Chegar.

O horário de funcionamento da portaria é das 6 às 18 horas, mas a entrada é permitida somente até as 16 horas (até as 17 horas durante o horário de verão). Após esse horário, o acesso fica aberto apenas para o escoamento dos visitantes.

Recomenda-se que os visitantes que farão a travessia da serra até o litoral (Caminho de Mambucaba – Trilha do Ouro) passem pela portaria até as 15 horas para que seja garantida a chegada no primeiro ponto de pouco ainda com luz do dia.

Os veículos devem ser estacionados na portaria, e o passeio no parque pode ser feito a pé ou de bicicleta.

É permitido o acesso de bicicletas apenas para trânsito na estrada principal. Em função do tipo de pavimento, recomenda-se que a bicicleta e o ciclista estejam equipados com todos os acessórios de segurança (capacete, joelheiras e cotoveleiras, etc.)

É permitida a entrada em veículos apenas para os que se dirigem às casas de moradores ou às pousadas localizadas no interior do Parque, mediante autorização prévia, a qual deve ser providenciada junto à direção do Parque pelo próprio morador ou representante da pousada.

Também é necessária autorização prévia para se pernoitar no interior do parque. Essa regra aplica-se inclusive à travessia do Caminho de Mambucaba.

Recomenda-se aos que farão trilha que:

  • Estejam bem preparados fisicamente para o esforço de caminhada;
  • Vistam roupas leves e confortáveis, calçado apropriado para trekking e boné. Além disso, um cajado para caminhada costuma ser útil.
  • Carreguem mochila com itens essenciais: água potável, lanche; casaco (à noite a temperatura costuma cair bastante na serra), capa de chuva, protetor solar e repelente para insetos.

Não é obrigatório o acompanhamento de um guia para percorrer as trilhas, porém recomendado, pois há trechos em que as trilhas não são bem demarcadas.

Menores de idade, caso não estejam acompanhados pelos pais, deverão estar acompanhados de um responsável, que deverá apresentar uma autorização por escrito dos pais no ato do pedido de autorização.

Saiba mais: Autorizações para visitação na parte alta (serra)

Para maiores informações, entre em contato com a secretaria do PNSB em São José do Barreiro: (12) 3117-2143; e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

 

Litoral

Não é cobrada taxa de entrada e nem exigida autorização para a visita aos atrativos abertos ao público na região de Trindade.

Também não há controle de horário para entrada e saída de visitantes.

Porém, algumas regras de conduta devem ser seguidas pelos turistas, conforme abaixo.

 A atividade de camping não é permitida no interior do Parque Nacional da Serra da Bocaina, com exceção das áreas pertencentes às famílias ocupantes do Parque Nacional anteriormente ao seu Decreto de criação:

  •  "Casa Torta", da família da Sra. Maria Guadalupe, localizado na praia da Caixa d'Aço;
  •  "Camping das Bromélias", localizado na praia da Caixa d'Aço;
  •  "Camping Por do Sol", da família da Sra. Dolores Lopes, localizado na Praia do Meio.

 Não é permitido a entrada e o estacionamento no interior do Parque Nacional da Serra da Bocaina, com exceção de veículos oficiais e à serviço do PNSB;

 Não é permitida a entrada de produtos de gêneros alimentícios e bebidas com embalagens descartáveis na praia Piscina Natural, nas embarcações que fazem o transporte para a mesma e na trilha da Cachoeira Pontal;

 Não é permitida a entrada de isopores, bolsas térmicas e recipientes térmicos na praia Piscina Natural, nas embarcações que fazem o transporte para a mesma e na trilha da Cachoeira Pontal;

 A emissão de som (música) no interior e no entorno imediato do PNSB é permitida somente em volume baixo (som ambiente);

 A utilização de aparelhos sonoros não é permitida em qualquer local dentro dos limites do Parque Nacional da Serra da Bocaina após as 20 horas.

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