| ICMBio lança 2º número da Revista Biodiversidade Brasileira |
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Na edição estão reunidas pesquisas sobre os efeitos e o manejo do fogo |
| Instituto participa de inventário ornitológico inédito |
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Pesquisadores registraram um total de 380 espécies na região de Boca do Acre |
| CPB/ICMBio coleta dados sobre espécie ameaçada |
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Resultados auxiliarão na criação de um PAN dos Primatas da Amazônia Oriental |
| Tamar/ICMBio firma nova parceria com a Unesco |
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Apoio visa fortalecer as ações da Escolinha do Tamar em Camaçari (BA) |

As mais belas paisagens brasileiras estão protegidas nos Parques Nacionais e outras Unidades de Conservação federais.
Visite nossas áreas protegidas, encante-se com nossas paisagens e nossa biodiversidade e seja mais um parceiro da conservação, respeitando as orientações e normas de conduta consciente em ambientes naturais.
Aqui você encontrará as informações para visitar os Parques Nacionais bem como fazer caminhadas, escalar, mergulhar ou simplesmente contemplar a natureza.

Com a finalidade de avaliar o grau de conservação dos répteis ameaçados de extinção Placosoma cipoense (EN), Heterodactylus lundii (VU) e Rachisaurus brachylepis (D.D), o ICMBio vem fazendo, por meio do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios (RAN), um levantamento geral da herpetofauna da Serra da Espinhaço, em particular do Parque Nacional Serra do Cipó.
Até o momento da pesquisa já foram coletadas 46 espécies de anfíbios, 13 destas representando registros novos para a área do Parque, oito endêmicas e 44 de répteis, cinco endêmicas, sendo quatro ainda não encontradas até então na região, sendo dois lagartos, uma serpente e um anfisbenídeo.
Dois exemplares de Rachisaurus brachylepis, três de Heterodactylus lundi e sete ovos foram encontrados pela primeira vez, o que possibilitará o primeiro registro histórico dos modos reprodutivos da espécie. O projeto objetiva analisar o grau de deriva genética, modelar novas áreas de distribuição e elaborar plano de ação direto para as espécies ameaçadas de extinção e indiretamente para as demais espécies endêmicas. Livro será publicado sobre o assunto.

Na Resex do Rio Cajari, no Amapá, a população tradicional faz a exploração sustentável do açaí e da castanha-do-brasil. Além dessas atividades, há projeto que prevê o manejo de fauna silvestre, especificamente da queixada (porco-do-mato), ainda sob análise quanto à viabilidade. Os comunitários estão organizados por meio da Associação dos Trabalhadores do Alto Cajari – ASTEX-CA.
O açaí é um fruto da palmeira açaizeiro ou açaí-do-pará (Euterpe oleracea Mart). A polpa concentra um sabor forte, marcadamente ácido, e é muito usada na preparação de refrescos, sorvetes, geléias, mingaus e até refrigerante. Dela pode ser feito ainda o vinho do açaí, comum na culinária do Pará, ou mesmo servir na preparação de peixes e charque. Altamente energético e nutritivo, o açaí é rico em vitamina E, combate os radicais livres, contém ferro, cálcio, fósforo, fibras e pigmentos antocianinos que atuam no organismo como antioxidantes.
A castanha-do-brasil, uma das produções dos extrativistas, está incluída na Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) como vulnerável, pelo desmatamento que ameaça a espécie. Esta semente é muito consumida pela população em várias receitas.