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Unidades de Conservação


CONHEÇA AS PESQUISAS

Avaliação de Ataques de Onça-Pintada
Adriano Gambarini

CONHECIMENTO CIENTÍFICO

Uma série de pesquisas são realizadas dentro das Unidades de Conservação federais ou dos centros de Pesquisa e Conservação do Instituto Chico Mendes.

Para isso o ICMBio dispõe de parceiros importantes neste trabalho de produção técnico-científica sobre espécies da flora e fauna, ameaçadas ou não de extinção, tais como universidades e institutos de pesquisa.

CONHEÇA AS UNIDADES

Região do Salgado Paraense
Miguel von Behr

MANEJO CONSCIENTE

Diversas comunidades tradicionais residem dentro de Unidades de Conservação federais de Uso Sustentável e fazem o manejo sustentável dos recursos naturais existentes nessas áreas protegidas por Lei. Para isso elas contam com o apoio do Instituto Chico Mendes.

Vermelha
Brycon vermelha
Cerrado e Mata Atlântica

É uma espécie de grande porte, atingindo pelo menos 40 cm de comprimento padrão.A espécie possui hábito alimentar diversificado, com a ingestão de peixes, frutos e insetos aquáticos. Pescadores relatam que a espécie atinge até 6 kg de peso.
Guigó
Callicebus coimbrai
Mata Atlântica

Endêmico das florestas úmidas de Sergipe e do litoral norte da Bahia, é a mais recente espécie de primata descrita para a Mata Atlântica. Atualmente, a ocorrência do guigó já foi registrada em mais de 30 fragmentos, alguns com apenas 15, 7 ou até 3 ha. A potente vocalização é uma das características mais marcantes dos guigós.
Surubim-do-Paraíba
Steindachneridion parahybae
Mata Atlântica

É um bagre de grande porte, atingindo pelo menos 60 cm de comprimento padrão. Sua ocorrência está associada a poções não muito profundos localizados nas regiões centrais dos rios e próximos a corredeiras.  Considerada como uma das poucas espécies nobres da bacia do rio Paraíba do Sul.
Sauim-de-coleira
Saguinus bicolor
Amazônia

A dieta principal é composta de frutos e invertebrados, mas também pequenos vertebrados, néctar e goma. A área de vida é variável, sendo estimado entre 12 e 35 ha em áreas fragmentadas/alteradas e cerca de 110 ha em mata primária. Possuem atividade diurna, entre 6h30 e 16h30, com maior intensidade no período da manhã.
Sapinho Narigudo de Barriga Vermelha
Melanophryniscus dorsalis
Mata Atlântica

A espécie se alimenta, principalmente, de formigas ou cupins; apresenta reprodução explosiva, que ocorre em períodos de chuva intensa, entre os meses de setembro e abril.
 
Com ocorrência na planície litorânea localizada entre SC e RS. Pouco se sabe sobre sua biologia.
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