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Mamíferos - Bradypus variegatus - preguiça comum

Avaliação do Risco de Extinção de BRADYPUS VARIEGATUS SCHINZ, 1825 no Brasil

Gileno Antonio Araújo Xavier1, Guilherme de Miranda Mourão2, Jociel Ferreira Costa3, Nadia de Moraes-Barros4

1Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal, Área de Anatomia, Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE. <gileno@dmfa.ufrpe.br>
2Laboratório de Fauna Silvestre, Centro de Pesquisa Agropecuária do Pantanal, Embrapa/Pantanal. <gui.mourao69@gmail.com>
3Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão - IFMA. <jocielfcosta@yahoo.com.br>
4Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo e Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos - Cibio/Inbio, Universidade do Porto - UP, Portugal. <nadiabarros@cibio.up.pt>


Bradypus variegatus GilenoXavier1 Bradypus variegartus

Ordem: Pilosa
Família: Bradypodidae
Nomes comuns por região/língua:
Português –
preguiça-comum, preguiça-marmota e preguiça-de-bentinho (Superina & Aguiar 2006). É também é conhecida como preguiça-de-óculos (Superina et al. 2010), carneira (M.S. Fialho, comunicação pessoal) e preguiça-de-garganta-marrom.
Inglês –
brown-throated three-toed sloth e brown-throated sloth (Superina &Aguiar 2006).
Outros –
perezoso tridáctylo, perezoso bayo (espanhol) e paresseux tridactyle, bradype (frânces) (Superina et al. 2010).
Sinonímia/s: Não houve mudanças.

Notas taxonômicas: 
Não há problemas relevantes para a validade da espécie e não existem revisões taxonômicas em curso.
Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Menos Preocupante (LC).

Justificativa: 
A espécie Bradypus variegatus possui extensão de ocorrência ampla, sem grandes vetores de ameaças identificados com exceção da Mata Atlântica, sendo, portanto, categorizada como Menos Preocupante (LC).

Histórico das avaliações nacionais anteriores:
Bradypus variegatus não consta na última avaliação nacional.

Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): É uma espécie considerada Menos Preocupante (LC) de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza IUCN e consta no Apêndice II da CITES (2011) (Chiarello et al. 2008, Superina et al. 2010).
Avaliação Estadual: É considerado Regionalmente Extinta (REx) no estado do Paraná e Menos Preocupante (LC) no estado de São Paulo (Mikich & Bérnils 200 4, Vivo et al. 2009).

Descrição geral do táxon

Os pelos são longos, grossos e ondulados, com coloração que varia do marrom-pálido ao marrom-amarelado, com manchas esbranquiçadas concentradas na parte dorsal próxima aos membros posteriores (Emmons 1990, Eisenberg & Redford 1999). Os pelos da face são mais curtos e a na faixa suborbital apresenta cor mais clara, ressaltando uma faixa de cor negra que contorna os olhos, como uma máscara, e que se estende para baixo pelas laterais da face (Wetzel 1985, Miranda & Costa 2006, Silva 2012).
Os pelos da garganta são castanhos em toda sua extensão. Em algumas localidade, principalmente na área de simpátrica com B. tridactylus, os pelos da garganta podem ser dourados, mas sempre com a base castanha. B. variegatus não apresenta o forame nasofaríngeorostrodorsal, observados somente em B. tridactylus (Wetzel & Kcok 1973). O ventre possui uma coloração uniforme castanho acinzentado similar à do dorso, mas sem as manchas brancas (Silva 2012).
Os machos adultos podem ser diferenciados das fêmeas por apresentarem, na região interescapular, uma área circunscrita com pelagem mais curta, formada por uma faixa mediana de cor preta e duas bandas laterais de pelos amarelados ou alaranjados, a mancha dorsal ou espéculo (Beebe 1926, Britton 1941, Wetzel & Ávila-Pires 1980, Eisenberg & Redford 1999, Anderson & Handley 2001, Xavier 2006). Entre machos jovens, a mancha dorsal, quando presente, apresentar-se com graus diferenciados de desenvolvimento, que vai desde uma pequena depressão, com pelos mais escuros e menores, até manchas de proporções reduzidas. Variações são observadas independentemente da idade e tamanho dos indivíduos jovens (Xavier 2006). Para a sexagem dos filhotes e jovens, as características externas são insuficientes para uma determinação conclusiva, sendo indicado o exame crítico da genitália externa (Pocock 1924, Britton 1941, Divers 1986, Xavier 2006). Dois casos de albinismo total nesta espécie foram reportados em Pernambuco por Xavier et al. (2010c).
São reconhecidas nove subespécies (Wetzel 1982). Estudos moleculares indicam que a diversidade genética da subespécie B. v. variegatus é menor nas florestas da Mata Atlântica do Sudeste. No Nordeste, a diversidade genética é maior, contudo, é ainda menor quando comparadas a populações simpátricas de B. torquatus (Moraes-Barros et al. 2002, 2006, 2007). Estudos filogeográficos recentes revelaram que B. variegatus da América Central, Amazônia ocidental e Mata Atlântica constituem únicas e distintas unidades evolutivas que são distinguíveis por traços moleculares e morfológicos (Moraes-Barros et al., dados não publicados). 

História de vida

Biologia: Bradypus variegatus é arborícola (Fonseca et al. 1996). A espécie tem atividade diurna ou noturna (Sunquist & Montgomery 1973, Queiroz 1995). Um único indivíduo pode estar no seu período ativo numa dada manhã e, em poucos dias, este período ativo pode ser realizado em plena madrugada (Queiroz 1995). Alimenta-se principalmente de folhas, ramos e brotos de várias plantas, frequentemente da família Moraceae (Chiarello 2008), Cecropiaceae e Clethraceae (Urbani & Bosque 2007). A mitológica associação entre preguiças e embaúbas talvez só se explique pela facilidade em se localizar animais em árvores de copas tão escassas e desprotegidas quanto as de Cecropia (Queiroz 1995).
Pelo seu hábito arborícola, B. variegatus é altamente vulnerável no chão (Moreno &Plese 2006). Foi reportado predação de um indivíduo, ao descer até o chão para defecar, por uma coruja murucututu Pulsatrix perspicillata no Panamá (Voirim et al. 2009). 

Massa de adultos
Fêmea Média de 4,34 +/- 0,85kg (Wetzel 1985) e média de 4,67 +/- 0,92kg (DEPAVE/ SISFAUNA 2012)
Macho Média de 4,77 ± 0,84kg (DEPAVE/SISFAUNA 2012).
Comprimento total
Fêmea Média de 58cm (Wetzel 1985).
Macho
Comprimento cauda (cm)
Fêmea 5,8cm em média (Wetzel 1985).
Macho
Altura da orelha
Fêmea 1,3 ± 0,3cm (0,8 - 2,2) (Wetzel 1985).  
 Macho
Razão sexual 1: 1.0 - M:F (Queiroz 1995).
Sistema de acasalamento Bezerra et al. (2008) observaram que o macho se posiciona sobre o dorso da fêmea durante a cópula e que a ela vocalizava continuamente. A dupla copulou por cerca de 7 minutos após terem sido avistados.
Intervalo entre nascimentos O intervalo entre nascimentos em B. variegatus é de 10-12 meses (Herbig-Sandreuther 1964, Silveira 1968).
Tempo médio e intervalo de gestação O período de gestação conhecido para indivíduos em cativeiro é de 120-180 dias (Taube et al. 2001). Em vida livre o intervalo entre gestações é de aproximadamente 19 meses (Bezerra et al. 2008, T. Plese, comunicação pessoal 2010 citado em Superina et al. 2010, p.125).
Número de filhotes por gestação A fêmea de B. variegatus reproduz um filhote por gestação, embora já tenham sido observados dois filhotes aos cuidados de uma única fêmea (Queiroz 1995, Bezerra et al. 2008). Herbig-Sandreuter (1964) observou que um filhote de Bradypus variegatus, nascido no começo da estação seca no Brasil, começou a comer folhas no seu quarto dia de vida. O filhote para de mamar com três a quatro semanas e permanece no ventre da mãe por cerca de seis meses, e no final deste período a mãe deixa o filhote em sua área de vida e busca outra área para evitar a competição com a prole (Montgomery & Sunquist 1978).
Idade de maturação dos indivíduos
Fêmea B. variegatus machos e fêmeas atingem a maturidade sexual com seis anos, quando então alcançam peso e tamanho de um adulto (Miranda & Costa 2006).
Macho
Longevidade Como a maioria das observações sobre a tempo de vida de Bradypus variegatus tem sido insatisfatória, por viveram apenas alguns meses em cativeiro (Crandal 1964), estudos de campo, sem dúvida, são necessários para estabelecer o período de vida (Wetzel 1982).
Tempo geracional Anderson & Handley (2002) calcularam o tempo de geração para a espécie em 6 anos, logo 3 gerações correspondem a 18 anos.
Sazonalidade reprodutiva Período de acasalamento varia de acordo com a região geográfica e ano, mas ocorre principalmente na primavera, de julho a novembro na América do Sul e de fevereiro a maio na América Central (Bezerra et al. 2008, Superina et al. 2010).
Enfermidades: doenças e parasitas encontradas para o táxon
Diversos parasitas foram encontrados em B. variegatus, dentre estes os ectoparasitas Edentalges bradypus (Fain 1965), Lobalges trouessarti e os ácaros da sarna Sarcoptes scabiei (Fonseca 1954, Oliveira et al. 2000); carrapatos: Amblyomma aureolatum = A. striatum (Aragão & Fonseca 1961), A. varium (Luederwaldt 1918, Marques et al. 2002), Boophilus microplus, em cativeiro (Aragão 1936), Microsporum canis e M. gypseum (Xavier et at. 2008). Os endoparasitas incluem Endotrypanum (Shaw 1985); Leishmania braziliensis (Zeledónet al. 1975); Trypanosoma cruzi e Trypanosoma leuwenhoeki (Shaw 1985) e Leiuris leptocephalus (Werneck et al. 2008).


Bradypus variegatus não é endêmica do Brasil, ocorre de Honduras ao oeste da costa do Equador, através da Colômbia e Venezuela, continuando a leste dos Andes e através das florestas do Equador, Peru, Bolívia e Brasil. Não ocorre no Delta do Orinoco, Llanos, terras altas da Guiana e nas florestas do Amapá e norte do Pará. (Wetzel & ÁvilaPires 1980, Wetzel 1985, Superina et al. 2010). No mapa de distribuição atualizado, ao contrário do que mostram as descrições anteriores (Gardner 2007, Hayssen 2010), é encontrada ao norte do rio Amazonas e no noroeste do Brasil, entre os rios Negro e Branco (Moraes-Barros et al. 2010).
Está presente nos estados do Amazonas, Acre, Pará, Rondônia, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Goiás (não confirmada neste estado, somente possível, W. A. Fischer, comunicação pessoal), Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Sua distribuição mais austral no Brasil foi relatada por Cabrera (1957), no estado do Rio Grande do Sul, embora este único registro precise de confirmação, levando Gardner (2007) e Aguiar (2004) considerarem esta espécie ausente neste estado. É historicamente ausente no estado de Santa Catarina e no Nordeste da Argentina; o registro atual mais ao sul, com confirmação da espécie é o de uma apreensão próxima à cidade de Londrina, no Paraná, mas hoje se considera que a espécie não está presente neste estado (Mikich & Bernils 2004).
A espécie ocorre atualmente em áreas florestadas da Amazônia e Mata Atlântica (Fonseca et al. 1996, Paglia et al. 2012). Sua distribuição coincide com Bradypus torquatus na parte central da Mata Atlântica (Hirsch & Chiarello 2012). Há registros na porção norte do Bioma Cerrado (MMA 2001, Moraes-Barros et al. 2010) e, possivelmente, também em áreas florestadas na porção sul, em contato com o Pantanal (Fischer et al. 2004). A presença de B. variegatus no Bioma Pantanal ainda deve ser confirmada, pois apesar de Emmons (1990), Eisenberg & Redford (1999) e Aguiar (2004) apresentarem mapas que incluem o Pantanal em sua área de distribuição, levantamentos realizados por Schaller (1983) no norte do Pantanal e por Alho et al. (1987), na porção central, não registraram nenhuma espécie de preguiça. No entanto, Superina et al. (2010) sugerem que a espécie pode ocorrer em zonas de contato ao norte com a Floresta Amazônica. Fischer et al. (2004) coletaram dados de relatos de motoristas sobre atropelamentos e avistamentos de preguiças oriundas de locais florestados em rodovias que ligam o Pantanal ao Cerrado, no entorno do PARNA das Emas, GO. Segundo este autor, embora não seja possível confirmar ambiente, local e data de ocorrência de B. variegatus em estradas do Cerrado e Pantanal, a situação é bastante plausível.
A modelagem de distribuição geográfica de B. variegatus para biomas da região Neotropical mostrou que as áreas mais suscetíveis de ocorrência desta espécie estão nos Biomas Floresta Amazônica e Mata Atlântica, embora algumas áreas do Cerrado fossem consideradas suscetíveis. Há registros recentes de B. variegatus no domínio do Cerrado, o que indica que regiões florestais dentro deste bioma, não devem ser descartadas como localidades de provável ocorrência (Moraes-Barros et al. 2010).
Embora Hayssen (2010) considere a espécie distribuída por todo o Nordeste brasileiro, Silva (2012) avalia que sua ocorrência está concentrada na região da Mata Atlântica e que a forma dessa região estaria isolada, pelo Cerrado, das formas do sudoeste da Amazônia e separada, pela Caatinga, das formas da margem direta do rio Amazonas.
A espécie B. variegatus não é mencionada nos trabalhos de Mares et al. (1981), Paiva (1983) e Mares et al. (1985), nem pelos inventários sistemáticos mais recentes, realizados por meio de registros bibliográficos de ocorrências dos mamíferos dentro dos limites do Bioma Caatinga, a exemplo de Monteiro da Cruz et al. (2002), Oliveira (2003), Monteiro da Cruz et al. (2005) e Silva (2012). O único registro histórico é de B. tridactylus (= B. variegatus?), de Vieira (1953), para o município de Penedo, no estado de Alagoas, contudo tal registro foi considerado por Oliveira (2003) e Oliveira et al. (2003) como sendo um tipo de ocorrência característica de outros biomas, mas presente na Caatinga de forma pontual ou nas regiões limítrofes com os outros biomas.
Em consulta a moradores, Sousa et al. (2004) verificaram a ausência de B. variegatus no Parque Ecológico Municipal Professor João Vasconcelos Sobrinho (PEMVS) localizado em Caruaru, no Agreste do estado de Pernambuco e sugerem que maior esforço de procura deve ser feito para verificar ausência de B. variegatus nos Brejos de Altitudes de Pernambuco e Paraíba.
Estudos de campo adicionais são, portanto, necessários, a fim de definir adequadamente a distribuição atual de B. variegatus nas áreas de transições entre os biomas de ocorrência e os Biomas Pantanal, Cerrado e Caatinga.
Bradypus variegatus é encontrada a partir do nível do mar até pelo menos 2.400m de altitude (Ureña et al. 1986). A extensão da ocorrência desta espécie equivale a mais de seis milhões de km2 (valor calculado para a Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros) e área de ocupação maior que 2.000 km2. Sua área de ocupação está em declínio, isto é particularmente verdadeiro para as populações da Mata Atlântica brasileira (Superina et al. 2010).
Extensão de ocorrência: mais de 6.000.000km2 (valor calculado para a Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros).
Área de ocupação: Não se sabe, entretanto é maior que 2.000km2.
É uma espécie considerada comum (indivíduos desta espécie são facilmente encontrados). A densidade populacional foi estimada em 2,2 a 6,7 animais/ha através do método de censo por transectos lineares na Reserva de Desenvolvimento Sustentável-RDS Mamirauá, na Amazônia brasileira (Queiroz 1995). Fragmentação severa tem sido relatada para o leste brasileiro, Mata Atlântica, onde se encontra a subespécie Bradypus variegatus brasiliensis. Esta subespécie apresenta os mais baixos níveis de diversidade genética entre todos os B. variegatus, comparando-se somente a B. pygmaeus, preguiça avaliada como "Criticamente em Perigo" (Superina et al. 2010).
Ademais, três distintas Unidades de Manejo (UM) foram até o momento propostas para B. v. variegatus (Moraes-Barros et al. 2007). Estudos recentes, com uma amostragem maior ao longo da Mata Atlântica, confirmam as três UMs, uma no Sudeste, uma na região norte-centro da Mata Atlântica e uma mais a norte deste bioma. Desta forma, ações de manejo como reintroduções ou translocações devem ser feitas com o devido cuidado para que não haja mistura entre as linhagens.
Bradypus variegatus possui uma extraordinária capacidade de suportar tremendas alterações de seu hábitat (Queiroz 1995), sendo comumente encontrada em praças públicas na Bolívia (Martínez et al., 2004) e no Brasil (SP – Luederwaldt 1918, São Paulo 2010); (PE - Rocha et al. 1998); (RJ – Consentino 2004, Ramos et al. 2007, Pinheiro 2008); (MG - Manchester et al. 2003a, Manchester et al. 2003b, Manchester & Jorge 2009); (PB - Souza Junior et al. 2010, Mello et al. 2010, Xavier et al. 2010a, Enedino et al. 2011, Pereira et al. 2011), em alguns casos a densidade pode chegar a 12,5 animais por hectare (Manchester & Jorge 2009).
A tendência populacional é desconhecida, entretanto, estima-se que haverá aumento nos níveis de ameaça fora do Brasil, uma vez que tem sido relata fragmentação severa para as populações na Colômbia (Moreno & Plese 2006).{/slider{slider=Hábitat e ecologia}Bradypus variegatus não é restrita a hábitats primários. Foi registrada em uma série de tipos de floresta, incluindo floresta sazonal tropical, Floresta Semi-decídua (Mata Atlântica do interior), floresta tropical e floresta tropical de planície. Segundo Oliver & Santos (1991) B. variegatus é capaz de sobreviver nas plantações de cacau no sistema de cabruca existentes no sul da Bahia. Há registro desta espécie habitando plantações de cacau na Costa Rica (Vaughan et al. 2007).
A área de vida registrada para esta espécie, na RDS Mamirauá (Amazônia), variou de 0, 9 a 1,4 ha, ao passo que os valores registrados na Ilha de Barro Colorado, no Panamá, foram de 0,5 a 3,7 ha (Chiarello 2008). A área de vida da subespécie Bradypus variegatus griseus, na ilha de Barro Colorado, Panamá, foi de 6,6 ha (Montgomery & Sunquist, 1975). Na Costa Rica, a área de vida média dos machos desta espécie foi de 9,18 ha e a das fêmeas foi de 6,45 ha (Vaughan et al. 2007).
A nível global Bradypus variegatus parece não sofrer maiores ameaças, apesar de estar listada no apêndice II da CITES (2011). Algumas populações como na Colômbia e Brasil estão declinando devido à degradação e fragmentação dos hábitats (Moreno &Plese 2006).
Na região Amazônica, esta espécie ainda é caçada por comunidades indígenas, mas este fator não se configura uma ameaça. Especialmente na Região Norte do Brasil e Colômbia, esta espécie é capturada para ser comercializada em feiras públicas para a venda de sua carne, fins medicinais e como animal de estimação.
As preguiças não são animais comumente listados em estudos sobre caça na Mata Atlântica (Cassano 2006), mas Oliver & Santos (1991) indicam que os animais são caçados em eventos aleatórios, principalmente quando encontrados no chão atravessando áreas abertas. Além do consumo de carne, alguns autores registram a captura de preguiças para serem mantidas como animais de estimação (Oliver & Santos 1991, Robinson & Redford 1991), quando normalmente os animais morrem por falta de alimentação adequada (Oliver & Santos 1991).
Na região da Mata Atlântica, por ter se tornado um ambiente bastante crítico para a sobrevivência de Bradypus variegatus, sobretudo devido ao elevado grau de antropização inserido pelas metrópoles e pelas inúmeras cidades ao longo da costa do Brasil, a espécie já pode ser considerada como mais um dos muitos animais nativos categorizados como animais sinantrópicos, ou seja, aqueles que perdem seus hábitats parcial ou totalmente e são forçados a viver ou utilizar os recursos oferecidos pelos fragmentos de vegetação nas áreas urbanas, tanto em áreas conservadas ou recuperadas (parques, reservas), como aquelas utilizadas para arborização urbana.
As principais ameaças às populações de B. variegatus na Mata Atlântica são indiscutivelmente a perda e a fragmentação dos hábitats naturais dos quais a espécie depende, o aumento da matriz rodoviária e energética, apanhas e quedas.
No atendimento realizado pelo Divisão Técnica de Medicina Veterinária e Manejo da Fauna Silvestre - DEPAVE/SISFAUNA foi observado que a maior parte dos indivíduos desta espécie procede de áreas de Mata Atlântica ou de bairros das Região Metropolitana de São Paulo ou da própria capital, localizados próximos a remanescentes de Mata Atlântica. A maioria dos históricos são relacionados aos resgates de B. variegatus que, ao realizar seus deslocamentos, atravessam rodovias, trilhas ou ruas; podendo ser encontrados também em árvores isoladas e em propriedades particulares. A maior parte não apresentam ferimentos graves, mas verificou-se alguns acidentados por eletrocussão (M.E.L. Summa, comunicação pessoal).
Em Pernambuco, na Região Metropolitana do Recife, B. variegatus lidera a lista da mastofauna apreendida pelo CETAS/IBAMA (Amora, 2010, Xavier et al. 2010a) e pelo Corpo de Bombeiro Militar. A estrada de aldeia (PE-27), que percorre os municípios de Camaragibe, Paudalho, margeando o município do Paulista, Abreu e Lima até Araçoiaba foi a região de onde mais B. variegatus foram recolhidos com debilidades no estado (Amora 2010, Duque et al. 2012).
Bradypus variegatus cai comumente do alto das árvores e com as quedas pode sofrer ferimentos com consequências graves e em alguns casos são letais (Luederwaldt 1918, Messias-Costa 2001, Consentino 2004).
Uma das principais causas de acidentes para B. variegatus são os fios de alta tensão, que podem ser utilizadas pelos animais como apoio para se deslocarem, levando violentos choques que causam queimaduras, amputações e mortes (Xavier et at. 2010a). Oportunamente, diversos autores relatam casos semelhantes (Messias-Costa 2001, Consentino 2004, Martínez et al. 2004, Werneck et al. 2008, Souza Junior et al. 2010, Amora 2010, Lima et al. 2012, Duque 2012).
Em Pernambuco foi registrado, no CETAS/IBAMA, um total de 44 casos de acidentes por eletrocussão no período de 2008 a 2011 (Xavier et at. 2010a, Duque 2012). Esse tipo de acidente quando não leva o animal a óbito, acaba por ocasionar perda das garras ou de membros inteiros. Resultantes dos processos adaptativos, os membros e, especificamente, as garras são ferramentas corporais imprescindíveis para a sobrevivência da espécie no sistema arbóreo. Quando as funções destas estruturas são gravemente prejudicadas, impossibilita o retorno ou a reintrodução do animal na natureza (Xavier et al. 2010a).
Até o momento não existe oficialmente um programa de conservação específico para Bradypus variegatus. O Centro de Reabilitação Reserva Zoobotânica da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira-CEPLAC, localizada no município de Ilhéus, Região Sul Baiano, desenvolve atividades de reabilitação de Bradypus variegatus e Bradypus torquatus apreendidos na região ou em outras localidades do Brasil.
Sugere-se a seleção de ambiente naturais protegidos já existentes e o incentivo para criação de novas Unidades de Conservação para execução de programas de reintrodução ou soltura de animais apreendidos, além de programas intensivos de educação ambiental destinados às áreas de maiores riscos.
Espécie distribuída por vários estados brasileiros. Em Roraima ocorre na Estação Ecológica de Maracá (Barnett & Cunha 1998); no Acre: Parque Nacional da Serra do Divisor (Calouro 1999); no Pará: Parque Estadual Monte Alegre (Lima et al. 2009) e Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns (Peres et al. 2003); no Amazonas: Parque Nacional do Jaú (Iwanaga 2004), Reserva Extrativista Arapixi (ICMBio 2010), Reservas de Desenvolvimento Sustentável do Juma, Mamirauá e Amanã e Parque Nacional Anavilhamas (Plenária da Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros 2012); no Tocantins: Parque Nacional do Araguaia (MMA 2001); no Maranhão: Reserva Biológica do Gurupi (Lopes & Ferrari 2000); na Paraíba: Reserva Biológica Guaribas (MMA 2003); em Pernambuco: Parque Estadual de Dois Irmãos (Monteiro da Cruz & Barreto Campelo 1998), Estação Ecológica de Caetés (Xavier et al. 2010b), "Reservas da Vida Silvestre" Charles Darwin (Soares & Carneiro 2002), Mata de Santa Cruz, Mata do Amparo, Mata do Engenho São João, Mata do Jaguaribe, Mata do Lanço dos Cações, Mata Engenho Macaxeira, Mata do Curado, Mata do São João da Várzea, Mata Tapacurá, Mata do Engenho-Tapacurá, Mata do Toró, Mata Camucim, Matas do Sistema Gurjaú e Reserva Biológica de Saltinho (G.A.A. Xavier, observação pessoal); na Bahia: Reserva Biológica de Una (Cassano 2006) e Reserva Particular de Proteção Natural Estação Veracel (Veracel 2007); em Mato Grosso do Sul: Parque Nacional Serra da Bodoquena (Plenária da Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros 2012); em Minas Gerais: Reserva Biológica de Poço d' Antas (Barros 2008) e Parque Estadual do Rio Doce (Stallingset al. 1990); no Espírito Santo: Floresta Nacional de Pacotuba (Moulin 2009); no Rio de Janeiro: Reservas Biológicas do Tinguá (IBAMA 2006) e Araras (Alves &Andriolo 2005), Parques Nacionais da Serra da Bocaína (Plenária da Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros 2012), da Serra dos Órgãos, de Itatiaia (Wetzel & Ávila-Pires 1980) e da Tijuca (Freitas et al. 2006), Parque Estadual do Desengano (Modesto et al. 2008); e em São Paulo: Parques Estaduais do Jurupará (São Paulo 2010) e da Serra do Mar (Marques 2004) e Reserva Biológica da Serra do Japi (Carvalho 2011).
A espécie Bradypus variegatus tem sido objeto de uma série de estudos no Brasil, incluindo diversos aspectos como Genética da Conservação, Filogeografia, Identificação Molecular (Barcode) e Taxonomia, na Universidade de São Paulo (USP); Ecologia Básica na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE); Fisiologia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Ecologia e Etologia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB - Campus Rio Tinto).
Atualmente, considera-se a necessidade de se intensificar pesquisas relacionadas à taxonomia, distribuição nas fronteiras dos biomas de ocorrência, ecologia urbana e levantamento sanitário.

Especialistas e Núcleos de Pesquisa e Conservação:
Nádia de Moraes-Barros (Universidade de São Paulo, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos Cibio/Inbio - Universidade do Porto e membro do Grupo de Especialistas em Xenartros da IUCN/SSC); Gileno Antonio Araújo Xavier (Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal, Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE); Carlos José Eduardo das Dores Peres da Costa (Departamento de Fisiologia e Farmacologia, Centro de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Pernambuco, UFPE); Carla Soraia Soares de Castro (Departamento de Engenharia e Meio Ambiente, CECAE, UFPB- Campus Rio Tinto) e Vera Lúcia de Oliveira (Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira – CEPLAC, Ilhéus, BA).
Aguiar, J.M. 2004. Species summaries and species discussions. In: Fonseca, G.; Aguiar, J.M.; Rylands, A.; Paglia, A.; Chiarello, A. & Sechrest, W. (orgs.). The 2004 Edentate Species Assessment Workshop. Edentata, 6: 3-26.
Alho, C.J.R.; Lacher Jr., T.E; Campos, Z.M.S. & Gonçalves, H.C. 1987. Mamíferos da fazenda Nhumirim, sub-região de Nhecolândia, Pantanal do Mato Grosso do Sul: I levantamento preliminar de espécies. Revista Brasileira de Zoologia, 4(2): 151-164.
Alves, L.C.P.S. & Andriolo, A. 2005. Camera trap use on the mastofaunal survey of Araras Biological Reserve, IEF – RJ. Revista Brasileira de Zoociências, 7(2): 231-246.
Amora, T.D. 2010. Perfil de distribuição e ameaças à preguiça-comum (Bradypus variegatus, Schinz, 1825) registradas pelo CETAS/IBAMA/PE. Monografia (Graduação em Ciências Biológicas). Universidade Federal Rural de Pernambuco. 50p.
Anderson, R.P. & Handley, C.O. 2001. A new species of three-toed sloth (Mammalia: Xenarthra) from Panama, with a review of the genus Bradypus. Proceedings of the Biological Society of Washington, 114(1): 1-33.
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Zeledón, R.; Ponce, C. & De Ponce, E. 1975. The isolation of Leishmania braziliensis from sloths in Costa Rica. American Journal of Tropical Medicine and Hygiene, 24(4): 706-7.


Citação:
Xavier, G.A.A.; Mourão, G.M.; Costa, J.F. & Moraes-Barros, N. 2015. Avaliação do Risco de Extinção de
Bradypus variegatus Schinz, 1825 no Brasil. Processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira. ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/lista-de-especies/7116-mamiferos-bradypus-variegatus-preguica-comum.html

Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros.
Data de realização: 18 a 20 de julho de 2012.
Local: Iperó, SP.

Avaliadores:
Adriano Garcia Chiarello, Fábio Röhe, Flávia Regina Miranda, Gileno Antonio Araújo Xavier, Guilherme de Miranda Mourão, José Abílio Barros Ohana, Kena Ferrari M. da Silva, Marcelo Lima Reis, Mariana de Andrade Faria-Corrêa, Sergio Maia Vaz, Teresa Cristina da Silveira Anacleto

Colaboradores:

Amely B. Martins (Ponto Focal), Diógenes A. Ramos Filho (Sistema Sagu-í), Estevão Carino (Facilitador), Flávia Regina Miranda (Coordenadora de táxon), Ivy Nunes (Mapas), Kena Ferrari M. da Silva (Compilação), Marcos de S. Fialho (Ponto Focal), Maria Eugênia L. Summa, Taissa Régis (Apoio), Wagner A. Fisher.

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