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Coordenações Regionais

Quem Somos

A CR realiza julgamentos de autos de infração, emite pareceres e autorizações para licenciamento, apóia a agenda socioambiental das UC, promove a articulação local e regional e estimula a colaboração mutua entre as equipes. Realiza a análise dos processos de licenciamento após manifestação das UC e emite, quando for o caso, as respectivas autorizações. Supletivamente, realiza vistorias nos empreendimentos solicitados. Também controla e compila informações sobre autorizações para licenciamento concedidas dentro de sua área de abrangência e produz informações com base nas análises dos processos sob demanda.

Áreas de Atuação

Presta apoio técnico nos processos de formação e modificação de conselhos gestores. Atuando também nas reuniões de diagnóstico e planejamento participativo, bem como, na elaboração e na execução de programas e projetos. Realiza a consolidação dos boletins mensais de frequência, folhas de ponto, férias e dos atestados médicos que são encaminhados ao SIASS, sendo que a coordenação das atividades relacionadas a este sistema também é de responsabilidade da área administrativa. Ainda é responsabilidade desta área o recepcionamento, cadastramento, autuação e movimentação de documentos e processos e a divulgação e orientação de procedimentos relacionados às questões de administração de pessoal.

Selecione uma Coordenações Regional nas abas abaixo:

CR 07

ONDE ESTAMOS Julgamento dos autos de infração
Editais

Sediada em Porto Seguro/BA, apóia a gestão de 29 unidades de conservação (UC) nos estados da Bahia e do Espírito Santo. Em seu conjunto, as unidades abrangem uma área de aproximadamente 920.465,06 hectares e protegem importantes fragmentos dos biomas Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado, além de áreas costeiras e marinhas. Considerando a importância da gestão integrada para otimizar o uso de recursos humanos e financeiros das UC, a CR7 propôs a construção de um modelo de gestão integrada, com o intuito de promover a descentralização institucional e o aumento da responsabilidade individual e organizacional das equipes.

Este modelo será composto por um colegiado formado por todos os gestores das UC. O colegiado tomará decisões com base no trabalho desenvolvido por grupos menores, organizados em câmaras técnicas (CT) e/ou grupos de trabalho (GT), definidos de acordo com as áreas prioritárias para a gestão.

EQUIPE DA CR7

Servidor Área de atuação Formação
Apoena Calixto Figueirôa Coordenador Regional

Representação Institucional/

Articulação Regional/

Julgamentos Autos de Infração

Engenheiro agrônomo
Amarílio Coutinho Fernandes Coordenador Substituto

Avaliação de Impacto e Regularização Fundiária

Engenharia Agrícola/

Pós-graduação em Irrigação e drenagem/

Gestão de Florestas Publicas

Carolina Peixoto Ferreira Gestão Socioambiental/Pesquisa Geógrafa/ Mestrado em Ciência Ambiental
Érika Vieira Miranda Setor Administrativo e Gestão de Pessoas

Engenheira florestal/

Mestrado em Ciências Florestais

Gustavo Souza Cruz Menezes Avaliação de Impacto e Autos de Infração Oceanógrafo
Leidiane Diniz Brusnello Gestão Socioambiental/Pesquisa Bióloga
Pedro Carlos Oliveira Júnior Autos de Infração Biólogo
Ana Celi Pessoa Tinoco Administrativo e Gestão de Pessoa

Economia e Administração de Empresas/

Especialização em Planejamento Público e Educação Ambiental

Demais CRs

Aguardando informações das demais CRs.

Gestão Estratégica

De forma a modernizar a estrutura de estado para lidar com a gestão da biodiversidade brasileira, logo após a sua criação, o ICMBio iniciou seu planejamento estratégico com o objetivo de implantar modelo de Excelência em Gestão Pública, que é o sistema de gestão de referência para as organizações do setor público brasileiro, para isto, foi realizada a modelagem institucional, implantando-se a gestão orientada para os resultados, com estrutura de gestão por processos.

Atualmente, o ICMBio, já opera mediante os instrumentos de Gestão Estratégica, seguindo a metodologia internacionalmente consolidada de Balanced Scorecard. A estratégia institucional é comunicada a todas as instâncias organizacionais, e cada uma delas possuem indicadores e metas e desenvolvem seus planos de ação para o alcance dos objetivos estratégicos, sendo que os resultados realizados por cada unidade organizacional são monitorados permanentemente por meio do Sistema Integrado de Gestão Estratégica-SIGE.

No modelo de Gestão por Resultados adotado pelo instituto desde sua criação o Direcionamento Estratégico constitui o eixo estruturador da gestão ao estabelecer os resultados que norteiam a atuação institucional. Este direcionamento é construído a partir da definição de Diretrizes Estratégicas de longo, médio e curto prazo que precisam se articular de forma dinâmica por meio de um modelo conceitual e metodológico que ofereça ao mesmo tempo a constância de propósitos – estabilidade de rumo durante períodos de incerteza – e a flexibilidade estratégica para se antecipar e responder às mudanças e aos diferentes cenários econômicos, políticos, sociais e ambientais nos quais o ICMBio atua.

Estas Diretrizes Estratégicas são constituídas pela Missão, Visão e Objetivos Estratégicos que por sua vez possuem Indicadores e Metas correlacionados.

A formulação da proposição de missão do ICMBio é fruto das percepções obtidas em amplas discussões internas com o corpo gerencial e do refinamento pela diretoria ampliada. Assim, o enunciado de missão do ICMBio é:

Proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento socioambiental

A Visão de Futuro complementa o esclarecimento de propósitos dado pela Missão ao apontar o rumo institucional estabelecendo um desafio ousado e mobilizador a ser vencido pelo ICMBio e desta forma, orientar os resultados de médio e curto prazo. Assim, o enunciado da Visão de Futuro do ICMBio é:

Ser reconhecido pela sociedade brasileira como referência na conservação da biodiversidade e na gestão de unidades de conservação

Os objetivos estratégicos constituem os resultados prioritários que serão perseguidos pela Instituição A definição dos objetivos estratégicos é atualizada periodicamente considerando as principais demandas da sociedade, do governo e das comunidades interessadas para a atuação do ICMBio em consonância com a sua missão institucional, sua visão de futuro e os aspectos mais relevantes do ambiente interno e externo.

O conjunto dos objetivos estratégicos (resultados prioritários) deve demonstrar a aposta ou hipótese estratégica da Instituição para alcançar sua visão de futuro e cumprir sua missão. Para isto os objetivos estratégicos precisam se articular mutuamente constituindo-se em um conjunto lógico, equilibrado e integrado. Este agrupamento lógico de objetivos estratégicos é conhecido como Mapa Estratégico – clique aqui para visualizar o mapa estratégico do  ICMBio.

Cada um dos objetivos estratégicos (resultados prioritários) é tangibilizado por meio da identificação de indicadores de desempenho - que são métricas capazes de informar sobre o alcance ou não do objetivo – e de metas estratégicas, que quantificam e estabelecem o prazo para o alcance dos resultados prioritários - clique aqui para visualizar a relação de indicadores e metas do ICMBio.

O SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO ESTRATÉGICA-SIGE

Considerando a estrutura altamente capilarizada do Órgão, para o sucesso do monitoramento da gestão orientada para os resultados, o ICMBio investiu no desenvolvimento de um sistema informatizado que pudesse abranger as suas 387 unidades organizacionais em todo o território nacional, tendo sido então implantado no ano de 2012, o SIGE – Sistema Integrado de Gestão Estratégica, ferramenta de apoio a à realização e registro de todo o ciclo PDCA (Planejar, Executar, Checar e Agir Corretivamente).

No SIGE, com base nos objetivos estratégicos do Instituto Chico Mendes, são definidos indicadores e metas para cada uma das unidades organizacionais onde há desdobramento de atividades vinculadas de forma a garantir as entregas previstas.

Confira a Portaria MMA 301, de 25 de julho de 2013, que divulga o resultado das metas globais de desempenho institucional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, no período de 1º de junho 2012 a 31 de maio 2013

Confira a Portaria nº 427, de 16 de outubro de 2013, DOU de 17/10/13, seção 1, pag. 48 e 49, que fixa as metas institucionais globais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Instituto Chico Mendes, para fins de pagamento da Gratificação de Desempenho devida aos ocupantes dos cargos efetivos para o período de junho/2013 a maio/2014.

Para saber mais sobre a Gestão Estratégica do ICMBio entre em contato:

Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

Diretoria de Planejamento, Administração e Logística
Coordenação Geral de Planejamento Operacional e Orçamento
Coordenação de Planejamento – Central de Resultados
EQSW 103/104 – Complexo Administrativo Setor Sudoeste – Bloco C – Térreo
CEP: 70670-350 – Brasília/DF – Tel: 61 3341-9219/9570 Fax: 61 3341-9230
www.icmbio.gov.br / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Comitê Gestor - Atas de Reuniões

DIBIO

Marcelo Marcelino de Oliveira é mestre em Gestão de Políticas Ambientais pela Universidade Federal de Pernambuco e graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba, com experiência na área de biologia de conservação.

Analista Ambiental do Instituto Chico Mendes, atuou como chefe do Centro de Proteção de Primatas Brasileiros, em João Pessoa, Paraíba, e é membro do Primate Specialist Group, da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Já atuou na elaboração de Planos de Ação para conservação de espécies ameaçadas, revisão da Lista de Espécies Ameaçadas, distribuição geográfica e ocorrência de primatas, diagnóstico do estado de conservação de espécies de primatas e planejamento estratégico organizacional.

DISAT

João Arnaldo Novaes Júnior é analista ambiental do ICMBio, graduado em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, com especialização em Direito Administrativo e mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Foi Secretário Executivo de Desenvolvimento e Articulação Regional do Estado de Pernambuco (2010-2010), Gerente Geral do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Zona da Mata de Pernambuco-Promata (2009-2010) e Superintendente do Ibama em Pernambuco (2003-2009).

João assumiu o cargo de Diretor de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em Unidades de Conservação no dia 15 de junho de 2012, por meio da Portaria da Casa Civil da Presidência da República No 539.

DIMAN

Giovanna Palazzi é graduada em Ecologia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), desde 2000. Ingressou na carreira de Especialista em Meio Ambiente em 2002 no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recusos Naturais Renováveis (Ibama) e em 2007 passou a integrar o quadro funcional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

No período de 2011/2012 atuou como Gerente de Projetos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), no Departamento de Áreas Protegidas, onde coordenou ações para a coordenação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

No período de 2010/2011 foi coordenadora-geral de Criação, Planejamento, Avaliação e Monitoramento de Unidades de Conservação do ICMBio da Diretoria de Unidades de Conservação de Proteção Integral do ICMBio (DIREP).

Em 2009 foi coordenadora regional do ICMBio em Manaus – CR 02, onde atuou na estruturação e implementação do ICMBio em nível local.

Entre 2002 a 2008 trabalhou no Parque Nacional da Serra da Mocidade e na Estação Ecológica de Niquía em Roraima. Giovanna foi chefe Floresta Nacional do Tapajós, localizada no Pará, e do Parque Nacional de Anavilhanas, no Amazonas. Atualmente Giovanna é diretora de Criação e Manejo de UCs do Instituto Chico Mendes.

DIPLAN

Anna Flávia de Senna Franco é graduada em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais, desde 1980, pós-graduada em Planejamento Urbano e Regional pela mesma universidade desde 1988 e em Pesquisa, no campo da Sociologia, pela Universidade Federal de Juiz de Fora/MG, desde 1986.

Iniciou sua carreira profissional no Instituto de Pesquisa e Planejamento de Juiz de Fora, onde atuou de 1980 a 1987 na implantação da legislação urbanística do município. Em seguida – de 1988 a 1990 - pela Secretaria de Estado de Assuntos Metropolitanos de Minas Gerais integrou a equipe do Planejamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Plambel) e atuou no período de 1990 a 1991 como chefe de Divisão de Planejamento Habitacional da Secretaria do Trabalho e Ação Social na Prefeitura de Contagem/MG.

Ingressou na carreira de Analista de Obras Públicas do Governo do Estado de Minas Gerais e assumiu a assessoria da Superintendência de Planejamento da Secretaria do Trabalho e Ação Social do Governo do Estado de Minas Gerais por quatro anos seguidos (1991/1995), tendo coordenado o Programa de combate à fome e à miséria no Vale do Jequitinhonha, desenvolvido em parceria com o governo federal.

Entre junho 1995 a março de 1996, por convite da Prefeitura de Belo Horizonte, coordenou o componente “Urbanização de Favelas” integrante do Programa Promevida/BID. Retomou as atividades no governo do estado, junto à Secretaria de Estado do Meio Ambiente(SEMAD/MG), atuando como coordenadora Técnica dos Projetos de Execução Descentralizada (PED/MG) do Programa Nacional do Meio Ambiente – PNMA de junho 1996 a dezembro 1998.

Deslocou-se para Brasília em 1999 para exercer a titularidade da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração do Ministério do Meio Ambiente (SPOA/SECEX/MMA) permanecendo até 2002. No âmbito do Governo Federal exerceu ainda o cargo de assessora de Planejamento e Orçamento da Agência Nacional de Águas (ANA) de 2003 a 2005; e superintendente de Planejamento da Gestão da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), de 2005 a 2009.

Em 2009 foi assessora de Planejamento da ANA e, já em 2010, ingressou na carreira de Especialista em Recursos Hídricos daquela Agência. Atualmente é diretora de Planejamento, Administração e Logística do Instituto Chico Mendes.

Presidência

Roberto Ricardo Vizentin é graduado em Engenharia Agronômica desde 1989 pela Universidade Federal de Mato Grosso/MT e doutorando em Agroecologia, Sociologia e Desarrollo Rural Sustentable, pela Universidad de Córdoba, Espanha.

No período de 1989 a 1992 desempenhou a função de assessor parlamentar. Posteriormente, foi Secretário Executivo do Fórum Matogrossense de Desenvolvimento e Meio Ambiente (Formad). Na época, fez parte como pesquisador associado do Centro de Estudos e Pesquisas da Amazônia, Cerrado e Pantanal (Gera/UFMT), participando de pesquisas sobre a questão agrária e agrícola nestes Biomas.

Em 1995 ingressou na Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (Fase), onde trabalhou no acompanhamento de políticas públicas para o desenvolvimento rural. De 1999 a 2001 esteve vinculado a Universidade de Córdoba, Espanha, cursando o doutorado em Agroecologia, Sociologia e Desenvolvimento Rural Sustentável. Desde 2003 atuou em cargos de direção do Ministério do Meio Ambiente, sendo o último cargo o de Secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA.

O Instituto

altO Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é uma autarquia em regime especial. Criado dia 28 de agosto de 2007, pela Lei 11.516, o ICMBio é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).

Cabe ao Instituto executar as ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, podendo propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar e monitorar as UCs instituídas pela União.

Cabe a ele ainda fomentar e executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade e exercer o poder de polícia ambiental para a proteção das Unidades de Conservação federais.

Saiba o que o Instituto Chico Mendes tem feito para preservar nosso patrimonio natural, assista NOSSO VIDEO.

 

Diretoria de Unidades de Conservação de Uso Sustentável



CARGO

NOME

E-mail

TELEFONE

FAX

Diretor

Paulo Fernando Maier Souza

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(61) 3341 - 9267

 

Diretor Substituto

Osnil José Nepomuceno

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(61) 3341 - 9267

 

Assessoria

André Luis Rosa Soter da Silveira

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(61) 3341 - 9271

 

Coordenação Geral de Resex

Erika Fernandes pinto

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(61) 3341 - 9273

 

Coordenação de Gestão de Conflitos

Luiz Fernando Guimarães Brutto

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(61) 3341 - 9273

 

Coordenação de Gestão Participativa

Viviane Lasmar Pacheco

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(61) 9034 - 9269

 

Coordenação Ambiental e Capacitação

Felipe Cruz Mendonça

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(61) 3341 - 9269

 

Coordenação Geral de Florestas Nacionais

Daniel Guimarães Bolsonaro Penteado

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(61) 3341 - 9296

 

Coordenação de Produção e Uso

João da Mata Nunes Rocha

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(61) 3341 - 9338

 

Coordenação de Políticas e Comunidades Tradicionais

Mauricio Marcon Rebelo da Silva

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(61) 3341 - 9338

 

Coordenação Geral de Regularização Fundiária

Eliani Maciel Lima

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(61) 3341 - 9180

 

Coordenação de Consolidação de Limites

Rafael Ferreira Costa

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(61) 3341-9544