Menu - Quem Somos

Coordenações Regionais

Quem Somos

A CR realiza julgamentos de autos de infração, emite pareceres e autorizações para licenciamento, apóia a agenda socioambiental das UC, promove a articulação local e regional e estimula a colaboração mutua entre as equipes. Realiza a análise dos processos de licenciamento após manifestação das UC e emite, quando for o caso, as respectivas autorizações. Supletivamente, realiza vistorias nos empreendimentos solicitados. Também controla e compila informações sobre autorizações para licenciamento concedidas dentro de sua área de abrangência e produz informações com base nas análises dos processos sob demanda.

Áreas de Atuação

Presta apoio técnico nos processos de formação e modificação de conselhos gestores. Atuando também nas reuniões de diagnóstico e planejamento participativo, bem como, na elaboração e na execução de programas e projetos. Realiza a consolidação dos boletins mensais de frequência, folhas de ponto, férias e dos atestados médicos que são encaminhados ao SIASS, sendo que a coordenação das atividades relacionadas a este sistema também é de responsabilidade da área administrativa. Ainda é responsabilidade desta área o recepcionamento, cadastramento, autuação e movimentação de documentos e processos e a divulgação e orientação de procedimentos relacionados às questões de administração de pessoal.

Selecione uma Coordenações Regional nas abas abaixo:

CR 07

ONDE ESTAMOS Julgamento dos autos de infração
Editais

Sediada em Porto Seguro/BA, apóia a gestão de 29 unidades de conservação (UC) nos estados da Bahia e do Espírito Santo. Em seu conjunto, as unidades abrangem uma área de aproximadamente 920.465,06 hectares e protegem importantes fragmentos dos biomas Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado, além de áreas costeiras e marinhas.

MODELO DE GESTÃO

Considerando a importância da gestão integrada para otimizar o uso de recursos humanos e financeiros das UC, a CR7 propôs a construção de um modelo de gestão integrada, com o intuito de promover a descentralização institucional e o aumento da responsabilidade individual e organizacional das equipes. Este modelo será composto por um colegiado formado por todos os gestores das UC. O colegiado tomará decisões com base no trabalho desenvolvido por grupos menores, organizados em câmaras técnicas (CT) e/ou grupos de trabalho (GT), definidos de acordo com as áreas prioritárias para a gestão.

CONTATOS

COORDENAÇÃO REGIONAL DA 7ª REGIÃO - CR7
Rua Momoeiro, nº 25, Bairro Taperapuã - Porto Seguro-BA CEP:45810-000
Fone: (73) 3288-1633 e (73) 3288-1518
Email: cr7.icmbio@icmbio.gov.br 

NOSSA EQUIPE

EQUIPE DA CR7

ServidorÁrea de atuaçãoFormação
Apoena Calixto Figueirôa Coordenador Regional
Representação Institucional
Articulação Regional
Julgamentos Autos de Infração
Engenheiro agrônomo
Amarílio Coutinho Fernandes Coordenador Substituto

Avaliação de Impacto e Regularização Fundiária

Engenharia Agrícola/

Pós-graduação em Irrigação e drenagem/

Gestão de Florestas Publicas

Carolina Peixoto Ferreira Gestão Socioambiental/Pesquisa Geógrafa/ Mestrado em Ciência Ambiental
Gustavo Souza Cruz Menezes Avaliação de Impacto e Autos de Infração Oceanógrafo
Pedro Carlos Oliveira Júnior Autos de Infração Biólogo
Rodolpho Antunes Mafei Administração e Gestão de Pessoas Ecólogo com Mestrado em Ecologia
Marco Anselmo Magalhães Administrativa Nível médio

CR 09

ONDE ESTAMOS

Sediada na cidade de Florianópolis/SC e apoia a gestão de todas as Unidades de Conservação (UC) federais da região Sul, além de uma outra situada na divisa entre os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul.

ÁREA DE ATUAÇÃO

No total são 41 UCs, sendo 23 de Proteção Integral (12 Parques Nacionais, 5 Estações Ecológicas, 4 Reservas Biológicas e 2 Refúgios de Vida Silvestre) e 18 de Uso Sustentável (10 Florestas Nacionais, 5 Áreas de Proteção Ambiental, 2 Áreas de Relevante Interesse Ecológico e 1 Reserva Extrativista). Em seu conjunto, as UCs vinculadas à CR9 contemplam uma área de aproximadamente 2.430.000 hectares e protegem importantes fragmentos dos biomas Mata Atlântica e Pampa, além de áreas costeiras e marinhas - Quadro resumo das categorias e UCs vinculadas à CR 09.

OBJETIVOS, ATRIBUIÇÕES E GESTÃO ESTRATÉGICA

A CR9 tem como objetivo central atuar para a consolidação das Unidades de Conservação federais nos três Estados do sul do Brasil de forma harmônica às regiões onde as mesmas estão inseridas. Possui importantes atribuições administrativas, especialmente àquelas ligadas ao julgamento dos autos de infração, processos de autorização para licenciamento ambiental de empreendimentos que afetem as UCs e gestão de pessoas.

Entre as atribuições técnicas, merecem destaque o apoio nas atividades de planejamento – como plano de manejo – e implementação dos conselhos gestores, comercialização de produtos florestais, estabelecimento de instrumentos de parceria com outras instituições e gestão de conflitos socioambientais.

Em 2014, seguindo o caminho da Gestão Estratégica adotada pelo ICMBio, a CR9 finalizou a construção de seu planejamento estratégico, tendo estabelecido como missão "promover a integração entre o ICMBio e a sociedade na esfera regional e cooperar de maneira consistente e contínua com a gestão das Unidades de Conservação".

A visão, pactuada para o período de 2014 a 2018 foi definida como "Ser instância fortalecida, com efetividade de seus processos, consolidando procedimentos e difundindo conhecimentos para a gestão das Unidades de Conservação, com reconhecimento da sociedade".

Com o Planejamento Estratégico elaborado, a CR9 pretende atuar com maior eficiência para o cumprimento da missão do ICMBio e demonstrar metas claras para melhor atender as demandas das UCs à ela vinculadas.

CONTATOS

COORDENAÇÃO REGIONAL DA 9ª REGIÃO - CR9
Endereço: Rodovia Jornalista Maurício Sirotsky Sobrinho, Km 2, Jurerê. Florianópolis/SC. CEP 88053 700
Telefones: (48) 3282-2617; (48) 3282-2163
E-mail: cr9.icmbio@icmbio.gov.br
DEPARTAMENTO DA PROCURADORIA FEDERAL ESPECIALIZADA –DPFE/CR9
Martin Erich Rodacki - Procurador Federal
Endereço: Rua Padre Schuler nº 56, Centro. Florianópolis-SC – CEP: 88010-310
Telefone: (48) 3298-9585 

 NOSSA EQUIPE

EQUIPE DA CR9

ServidorÁrea de atuaçãoFormação
Daniel Guimarães Bolsonaro Penteado Coordenador Regional
Representação Institucional
Articulação Regional
Biologia
Isaac Simão Neto Coordenador Substituto
Sistema de Autorização e Informação da Biodiversidade (SISBIO)
Espécies Exóticas e Transgênicos
Regularização Fundiária
Criação de UC
Biologia – Pós Graduação em Ecologia
Andrea Von Der Heyd Lamberts Plano de Manejo
SIGE
RPPN
Biologia – Mestrado em Ecologia
Caren Andreis Colegiado de Julgamento de Auto de Infração
Comercialização de produtos florestais
Engenharia Florestal – Mestrado em Engenharia Agrícola
Carolina Mattosinho de Carvalho Alvite Gestão socioambiental/conflitos Biologia – Mestrado em Sustentabilidade de Ecossistemas
Cristina Lemos Gestão de pessoas
Gestão administrativa
Direito
Jully Anne Araujo Brizolla Colegiado de Julgamento de Auto de Infração Geografia – Pós Graduação em Gestão e Controle Ambiental
Patrícia Kidricki Iwamoto Planejamento de Operações de Proteção
Colegiado de Julgamento de Auto de Infração
Biologia – Pós-graduação em Gestão Ambiental Sustentável e Recursos Hídricos
Renata Danielle Vargas Autorizações para licenciamento ambienta Biologia – Mestrado em Ecologia e Conservação

 

Demais CRs

Informações em consolidação.

Gestão Estratégica

De forma a modernizar a estrutura de estado para lidar com a gestão da biodiversidade brasileira, logo após a sua criação, o ICMBio iniciou seu planejamento estratégico com o objetivo de implantar modelo de Excelência em Gestão Pública, que é o sistema de gestão de referência para as organizações do setor público brasileiro, para isto, foi realizada a modelagem institucional, implantando-se a gestão orientada para os resultados, com estrutura de gestão por processos.

Atualmente, o ICMBio, já opera mediante os instrumentos de Gestão Estratégica, seguindo a metodologia internacionalmente consolidada de Balanced Scorecard (BSC).. A estratégia institucional é comunicada a todas as instâncias organizacionais, e cada uma delas possuem indicadores e metas e desenvolvem seus planos de ação para o alcance dos objetivos estratégicos, sendo que os resultados realizados por cada unidade organizacional são monitorados permanentemente por meio do Sistema Integrado de Gestão Estratégica-SIGE.

No modelo de Gestão por Resultados, adotado pelo instituto desde sua criação, o Direcionamento Estratégico constitui o eixo estruturador da gestão ao estabelecer os resultados que norteiam a atuação institucional. Este direcionamento é construído a partir da definição de Diretrizes Estratégicas de longo, médio e curto prazo que precisam se articular de forma dinâmica por meio de um modelo conceitual e metodológico que ofereça ao mesmo tempo a constância de propósitos – estabilidade de rumo durante períodos de incerteza – e a flexibilidade estratégica para se antecipar e responder às mudanças e aos diferentes cenários econômicos, políticos, sociais e ambientais nos quais o ICMBio atua.

Estas Diretrizes Estratégicas são constituídas pela Missão, Visão e Objetivos Estratégicos que por sua vez possuem Indicadores e Metas correlacionados.

A formulação da proposição de missão do ICMBio é fruto das percepções obtidas em amplas discussões internas com o corpo gerencial e do refinamento pela diretoria ampliada. Assim, o enunciado de missão do ICMBio é:

Proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento socioambiental

A Visão de Futuro complementa o esclarecimento de propósitos dado pela Missão ao apontar o rumo institucional estabelecendo um desafio ousado e mobilizador a ser vencido pelo ICMBio e desta forma, orientar os resultados de médio e curto prazo. Assim, o enunciado da Visão de Futuro do ICMBio é:

Ser reconhecido pela sociedade brasileira como referência na conservação da biodiversidade e na gestão de unidades de conservação

Os objetivos estratégicos constituem os resultados prioritários que serão perseguidos pela Instituição A definição dos objetivos estratégicos é atualizada periodicamente considerando as principais demandas da sociedade, do governo e das comunidades interessadas para a atuação do ICMBio em consonância com a sua missão institucional, sua visão de futuro e os aspectos mais relevantes do ambiente interno e externo.

O conjunto dos objetivos estratégicos (resultados prioritários) deve demonstrar a aposta ou hipótese estratégica da Instituição para alcançar sua visão de futuro e cumprir sua missão. Para isto os objetivos estratégicos precisam se articular mutuamente constituindo-se em um conjunto lógico, equilibrado e integrado. Este agrupamento lógico de objetivos estratégicos é conhecido como Mapa Estratégico – clique aqui para visualizar o mapa estratégico do  ICMBio.

Cada um dos objetivos estratégicos (resultados prioritários) é tangibilizado por meio da identificação de indicadores de desempenho - que são métricas capazes de informar sobre o alcance ou não do objetivo – e de metas estratégicas, que quantificam e estabelecem o prazo para o alcance dos resultados prioritários - clique aqui para visualizar a relação de indicadores e metas do ICMBio.

O SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO ESTRATÉGICA-SIGE

Considerando a estrutura altamente capilarizada do Órgão, para o sucesso do monitoramento da gestão orientada para os resultados, o ICMBio investiu no desenvolvimento de um sistema informatizado que pudesse abranger as suas 387 unidades organizacionais em todo o território nacional, tendo sido então implantado no ano de 2012, o SIGE – Sistema Integrado de Gestão Estratégica, ferramenta de apoio a à realização e registro de todo o ciclo PDCA (Planejar, Executar, Checar e Agir Corretivamente).

No SIGE, com base nos objetivos estratégicos do Instituto Chico Mendes, são definidos indicadores e metas para cada uma das unidades organizacionais onde há desdobramento de atividades vinculadas de forma a garantir as entregas previstas.

Confira a Portaria MMA nº 287/2014, que divulga o resultado das metas globais de desempenho institucional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, no período de 1º de junho de 2013 à 31 de maio de 2014.

Confira a Portaria nº 286, de 7 de agosto de 2014, que fixa as metas institucionais globais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, para fins de pagamento da Gratificação de Desempenho devida aos ocupantes dos cargos efetivos para o período de 1º de junho de 2014 à 31 de maio de 2015.

Para saber mais sobre a Gestão Estratégica do ICMBio entre em contato:

Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

Diretoria de Planejamento, Administração e Logística
Coordenação Geral de Planejamento Operacional e Orçamento
Coordenação de Planejamento – Central de Resultados
EQSW 103/104 – Complexo Administrativo Setor Sudoeste – Bloco C – Térreo
CEP: 70670-350 – Brasília/DF – Tel: 61 3341-9219/9570 Fax: 61 3341-9230
www.icmbio.gov.br / centralderesultados@icmbio.gov.br

Comitê Gestor - Atas de Reuniões

DIBIO

Marcelo Marcelino de Oliveira é mestre em Gestão de Políticas Ambientais pela Universidade Federal de Pernambuco e graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba, com experiência na área de biologia de conservação.

Analista Ambiental do Instituto Chico Mendes, atuou como chefe do Centro de Proteção de Primatas Brasileiros, em João Pessoa, Paraíba, e é membro do Primate Specialist Group, da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Já atuou na elaboração de Planos de Ação para conservação de espécies ameaçadas, revisão da Lista de Espécies Ameaçadas, distribuição geográfica e ocorrência de primatas, diagnóstico do estado de conservação de espécies de primatas e planejamento estratégico organizacional.

DISAT

João Arnaldo Novaes Júnior é analista ambiental do ICMBio, graduado em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, com especialização em Direito Administrativo e mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Foi Secretário Executivo de Desenvolvimento e Articulação Regional do Estado de Pernambuco (2010-2010), Gerente Geral do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Zona da Mata de Pernambuco-Promata (2009-2010) e Superintendente do Ibama em Pernambuco (2003-2009).

João assumiu o cargo de Diretor de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em Unidades de Conservação no dia 15 de junho de 2012, por meio da Portaria da Casa Civil da Presidência da República No 539.

DIMAN

Sérgio Brant Rocha é engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal de Viçosa – MG, com pós-graduação em gerenciamento de organizações que lidam com recursos naturais pela University of Michigan, EUA (Certificate in Natural Resources Organization Management).

Possui cursos de treinamento e especialização no exterior pelo National Park Service dos Estados Unidos (Interpretação Ambiental; Formação de Formadores em Manejo de Áreas Protegidas; estágio no Harper's Ferry Design Center/Divisão de Artes Audiovisuais), Fish and Wildlife Service dos Estados Unidos (Função e Manejo de Refúgios de Vida Silvestre), Colorado State University (Manejo de Áreas Silvestres e Áreas Protegidas), The Nature Conservancy (Curso Avançado de Planejamento e Gerenciamento de Projetos), University of Montana/University of Idaho/US Forest Service (Seminário Internacional sobre Manejo de Áreas Protegidas).

É funcionário público federal desde 1982, trabalhando para o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal - IBDF, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio.

Nestes órgãos foi coordenador do programa de desenvolvimento do sistema de unidades de conservação e de criação de novas áreas protegidas (1982-1989), gerente do programa de criação de novas unidades de conservação (1989-1992), chefe da Divisão de Criação e Implantação de Unidades de Conservação (1992), chefe do Departamento de Unidades de Conservação (1992), diretor substituto da Diretoria de Ecossistemas (1992), chefe de divisão na Divisão de Criação e Implantação de Unidades de Conservação (1994-1997), Coordenador Geral de Ecossistemas (2002) e Coordenador Geral de Regularização Fundiária (2003); foi assessor da Ministra do Meio Ambiente (2011-2013) e Diretor do Departamento de Áreas Protegidas da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (março/2013 -abril/2014).

Foi responsável pelos estudos de campo, definição de limites e preparação de proposta de criação dos parques nacionais da Serra do Cipó (MG), Chapada Diamantina (BA), Lagoa do Peixe (RS), Fernando de Noronha (PE), Serra Geral (RS/SC), Cavernas do Peruaçu (MG), Serra da Bodoquena (MS), Montanhas do Tumucumaque (AP/PA), Sempre-Vivas (MG), Pontões Capixabas (ES), Juruena (MT/AM) e Campos Amazônicos (AM/RO/MT); das reservas biológicas do Tinguá (RJ), Saltinho (PE), Gurupi (MA), União (RJ), Arvoredo (SC), Uatumã (AM) e Chapada da Contagem (DF), do refúgio de vida silvestre Veredas do Oeste Baiano (BA) e das áreas de proteção ambiental da Baleia Franca (SC) e Planalto Central (DF/GO).

Brant supervisionou e preparou proposta final para os parques nacionais de Monte Roraima (RR), Marinho dos Abrolhos (BA) e Serra do Divisor (AC); preparou proposta final para a reserva biológica da Mata Escura (MG); supervisionou os trabalhos para criação dos parques nacionais da Chapada dos Guimarães (MT), Nascentes do Parnaíba (PI/TO/MA), e Catimbáu (PE), da reserva biológica de Comboios (ES) e para ampliação do parque nacional de Ubajara (CE); além de ter coordenado os trabalhos de campo e definição de limites para ampliação do parque nacional Grande Sertão Veredas (MG/BA).

Coordenou também os levantamentos de campo e preparou proposta para fixação dos limites do Parque Nacional do Caparaó (MG/ES) e ampliação dos parques nacionais da Chapada dos Veadeiros (GO) e Brasília (DF); realizou estudos de campo, definiu novos limites e negociou a aprovação do projeto de lei que ampliou o Parque Nacional do Superagui (PR); realizou estudos de campo, propôs alternativas e negociou novos limites para o parque nacional de São Joaquim (SC). Coordenou estudos para criação de diversas unidades de conservação ainda não efetivadas, entre eles Dunas do São Francisco (BA), Serra do Amolar/Pantanal Matogrossense (MT/MS) e Pantanal do Nabileque (MS).

Participou da equipe de elaboração de planos de manejo para as reservas biológicas de Poço das Antas (RJ), Sooretama (ES), Trombetas (PA), Pantanal Matogrossense e Aparados da Serra (RS/SC). Definiu os padrões para realização e conduziu as primeiras consultas públicas para criação/ampliação de unidades de conservação no Brasil.

Atuou em processos judiciais e administrativos referentes a questões fundiárias dos parques nacionais de Aparados da Serra (RS/SC), Serra Geral (RS/SC), Lagoa do Peixe (RS), Serra da Bocaina (RJ), Chapada Diamantina (BA), Superagui (PR), Emas (GO), São Joaquim (SC), Iguaçu (PR), Itatiaia (RJ/MG), Grande Sertão Veredas (MG/BA), Amazônia (PA), Descobrimento (BA), Pau Brasil (BA), Chapada dos Veadeiros (GO), Serra da Bodoquena (MS), Serra da Canastra (MG), Emas (GO/MS) e Juruena (MT, AM), da reserva biológica do Gurupi (MA), da estação ecológica do Taim (RS), do refúgio de vida silvestre Veredas do Oeste Baiano (BA), da reserva extrativista Chico Mendes (AC) e da floresta nacional Mapiá-Inauini (AM). Coordenou os trabalhos de campo, negociações com os proprietários, desenvolvimento de estratégias e aquisição da primeira gleba de terras em parques nacionais com recursos de compensação ambiental.

Analisou e coordenou discussões sobre o projeto que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, desde a sua origem, tendo assessorado o 1º Relator do Projeto de Lei na Câmara, e atuado como representante do IBAMA em todas as audiências públicas para sua discussão até a votação final (1989-2000). Foi assessor técnico da Presidente do IBAMA para questões relativas ao Programa "Man & Biosphere - MAB", da UNESCO, durante o período em que ela presidiu o Comitê Internacional do Programa (1990-91). Foi o responsável pela preparação das propostas que resultaram na declaração do Parque Nacional do Iguaçu como Patrimônio Natural da Humanidade (1986) e na criação das duas primeiras reservas da biosfera no País (Tijuca/Tinguá/Serra dos Órgãos e Vale do Ribeira/Serra da Graciosa, 1991).

É consultor "ad-hoc" da Fundação O Boticário para avaliação de projetos desde a sua constituição. Tem trabalhos publicados em livros no Brasil e no exterior, sobre temas relacionados aos parques nacionais e áreas protegidas em geral, incluindo os livros "Espacios sin Habitantes" (1992) e "National Parks Without People" (1995), publicados pela União Mundial para a Conservação - IUCN. Foi coordenador técnico da série "60 anos dos Parques Nacionais", publicada pela revista Horizonte Geográfico em 1998.

Definiu critérios, conseguiu patrocínios e supervisionou a elaboração e o desenvolvimento do projeto e reconstrução da passarela de acesso ao mirante da Garganta do Diabo, no Parque Nacional do Iguaçu, primeiro projeto de infraestrutura com concepção de engenharia especialmente desenvolvida para atender requisitos de obra em área protegida. Concebeu o projeto e coordenou o grupo de trabalho que iniciou o programa original de revitalização do parque nacional do Iguaçu. Elaborou o laudo técnico que serviu de base para a decisão judicial de manter fechada a Estrada do Colono no parque nacional do Iguaçu.

É fotógrafo de natureza experiente, com trabalhos publicados em revistas, livros e folders. Planejou, desenvolveu, negociou e montou a exposição fotográfica "Imagens do Brasil", que marcou as comemorações dos 50 anos dos parques nacionais brasileiros (1987) e foi exibida no Museu de Arte de São Paulo - MASP, no Espaço BNDES (Rio de Janeiro), no Teatro Nacional (Brasília), e em quase todas as capitais do País. Foi premiado no BBC Wildlife Photographer of the Year, o mais prestigiado e disputado concurso de fotografia de natureza do mundo. É autor da fotografia escolhida pelos editores da National Geographic Magazine para ser a última fotografia individual em página dupla publicada na seção "Visions of the Earth" da revista (2006). Dentre outras publicações nacionais e internacionais, tem foto publicada no livro "Planet Earth" (que acompanhou a série para TV), da BBC Books.

É um dos "dez brasileiros" cujo perfil compõe o livro "Água Mole em Pedra Dura: Dez histórias da luta pelo meio ambiente", escrito pelos jornalistas Marcos Sá Corrêa e Manoel Francisco Brito em 2006.

DIPLAN

Anna Flávia de Senna Franco é graduada em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais, desde 1980, pós-graduada em Planejamento Urbano e Regional pela mesma universidade desde 1988 e em Pesquisa, no campo da Sociologia, pela Universidade Federal de Juiz de Fora/MG, desde 1986.

Iniciou sua carreira profissional no Instituto de Pesquisa e Planejamento de Juiz de Fora, onde atuou de 1980 a 1987 na implantação da legislação urbanística do município. Em seguida – de 1988 a 1990 - pela Secretaria de Estado de Assuntos Metropolitanos de Minas Gerais integrou a equipe do Planejamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Plambel) e atuou no período de 1990 a 1991 como chefe de Divisão de Planejamento Habitacional da Secretaria do Trabalho e Ação Social na Prefeitura de Contagem/MG.

Ingressou na carreira de Analista de Obras Públicas do Governo do Estado de Minas Gerais e assumiu a assessoria da Superintendência de Planejamento da Secretaria do Trabalho e Ação Social do Governo do Estado de Minas Gerais por quatro anos seguidos (1991/1995), tendo coordenado o Programa de combate à fome e à miséria no Vale do Jequitinhonha, desenvolvido em parceria com o governo federal.

Entre junho 1995 a março de 1996, por convite da Prefeitura de Belo Horizonte, coordenou o componente “Urbanização de Favelas” integrante do Programa Promevida/BID. Retomou as atividades no governo do estado, junto à Secretaria de Estado do Meio Ambiente(SEMAD/MG), atuando como coordenadora Técnica dos Projetos de Execução Descentralizada (PED/MG) do Programa Nacional do Meio Ambiente – PNMA de junho 1996 a dezembro 1998.

Deslocou-se para Brasília em 1999 para exercer a titularidade da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração do Ministério do Meio Ambiente (SPOA/SECEX/MMA) permanecendo até 2002. No âmbito do Governo Federal exerceu ainda o cargo de assessora de Planejamento e Orçamento da Agência Nacional de Águas (ANA) de 2003 a 2005; e superintendente de Planejamento da Gestão da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), de 2005 a 2009.

Em 2009 foi assessora de Planejamento da ANA e, já em 2010, ingressou na carreira de Especialista em Recursos Hídricos daquela Agência. Atualmente é diretora de Planejamento, Administração e Logística do Instituto Chico Mendes.

Presidência

Roberto Ricardo Vizentin é graduado em Engenharia Agronômica desde 1989 pela Universidade Federal de Mato Grosso/MT e doutorando em Agroecologia, Sociologia e Desarrollo Rural Sustentable, pela Universidad de Córdoba, Espanha.

No período de 1989 a 1992 desempenhou a função de assessor parlamentar. Posteriormente, foi Secretário Executivo do Fórum Matogrossense de Desenvolvimento e Meio Ambiente (Formad). Na época, fez parte como pesquisador associado do Centro de Estudos e Pesquisas da Amazônia, Cerrado e Pantanal (Gera/UFMT), participando de pesquisas sobre a questão agrária e agrícola nestes Biomas.

Em 1995 ingressou na Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (Fase), onde trabalhou no acompanhamento de políticas públicas para o desenvolvimento rural. De 1999 a 2001 esteve vinculado a Universidade de Córdoba, Espanha, cursando o doutorado em Agroecologia, Sociologia e Desenvolvimento Rural Sustentável. Desde 2003 atuou em cargos de direção do Ministério do Meio Ambiente, sendo o último cargo o de Secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA.

O Instituto

altO Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é uma autarquia em regime especial. Criado dia 28 de agosto de 2007, pela Lei 11.516, o ICMBio é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).

Cabe ao Instituto executar as ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, podendo propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar e monitorar as UCs instituídas pela União.

Cabe a ele ainda fomentar e executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade e exercer o poder de polícia ambiental para a proteção das Unidades de Conservação federais.

Saiba o que o Instituto Chico Mendes tem feito para preservar nosso patrimonio natural, assista NOSSO VIDEO.

 

Diretoria de Unidades de Conservação de Uso Sustentável



CARGO

NOME

E-mail

TELEFONE

FAX

Diretor

Paulo Fernando Maier Souza

paulo.maier@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9267

 

Diretor Substituto

Osnil José Nepomuceno

osnil.nepomuceno@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9267

 

Assessoria

André Luis Rosa Soter da Silveira

andre.silveira@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9271

 

Coordenação Geral de Resex

Erika Fernandes pinto

erika.pinto@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9273

 

Coordenação de Gestão de Conflitos

Luiz Fernando Guimarães Brutto

luiz.brutto@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9273

 

Coordenação de Gestão Participativa

Viviane Lasmar Pacheco

viviane.pacheco@icmbio.gov.br

(61) 9034 - 9269

 

Coordenação Ambiental e Capacitação

Felipe Cruz Mendonça

felipe.mendonca@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9269

 

Coordenação Geral de Florestas Nacionais

Daniel Guimarães Bolsonaro Penteado

daniel.penteado@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9296

 

Coordenação de Produção e Uso

João da Mata Nunes Rocha

joao.rocha@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9338

 

Coordenação de Políticas e Comunidades Tradicionais

Mauricio Marcon Rebelo da Silva

mauricio-marcon.silva@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9338

 

Coordenação Geral de Regularização Fundiária

Eliani Maciel Lima

eliani.maciel@icmbio.gov.br

(61) 2028 - 9180

 

Coordenação de Consolidação de Limites

Rafael Ferreira Costa

rafael.costa@icmbio.gov.br

(61) 2028-9544