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Mamíferos - Callithrix geoffroyi - Sagui da cara branca

Avaliação do Risco de Extinção de Callithrix geoffroyi (É. Geoffroy in Humboldt, 1812) no Brasil

Daniel Gomes Pereira1

 1Departamento de Ecologia / Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Pós-Graduação em Medicina Veterinária / Universidade Federal Fluminense. <danielgomesvet@yahoo.com.br>

 Callithrix geoffroyi Cristine Prates CPB Callithrix geofroyi
Ordem: Primates
Família: Callitrichidae
Nomes comuns por região/língua:
Português
– Sagui-da-cara-branca.
Inglês – Geoffroy’s Tufted-ear Marmoset, Geoffroy's Marmoset, Geoffroy's Tufted-ear Marmoset, White-faced Marmoset, White-fronted Marmoset.

Notas taxonômicas: 
As formas de saguis da costa atlântica (penicillata É. Geoffroy, 1812, geoffroyi É. Geoffroy em Humboldt, 1812, aurita É. Geoffroy em Humboldt, 1812, e flaviceps Thomas, 1903) pertenciam ao Grupo jacchus e eram consideradas subespécies de Callithrix jacchus (Hershkovitz 1977). Atualmente todas são reconhecidas como espécies plenas (ver Coimbra-Filho 1984, Mittermeier et al. 1988, Marroig et al. 2004, Coimbra-Filho et al. 2006).

Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Menos Preocupante (LC).

Justificativa: 
Callithrix geoffroyi é endêmica do corredor central da Mata Atlântica, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. As ameaças identificadas não comprometem a população como um todo, apesar da perda e fragmentação de seu hábitat. Infere-se que a redução populacional não atinja os limiares para a categorização como ameaçada de extinção. Sendo assim, C. geoffroyi foi categorizada como Menos Preocupante (LC).

Histórico das avaliações nacionais anteriores: Táxon não consta na última avaliação nacional.

Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): Menos Preocupante (LC).

História de vida

Maturidade sexual (anos)
Fêmea 1 a 1 ano e 3 meses (para o gênero) (Smith et al. 1997).
Macho 1 (para o gênero) (Smith et al. 1997).
Peso Adulto (g)
Fêmea 300 a 450 (para o gênero) (Hershkovitz 1977, Ford 1980, Sussman & Kinzey 1984); 369,6 ±105,3 (n=5) (Bicca Marques & Silva 2012).
Macho 359 (n=46) (Rosenberger 1992); 324,7 ± 28,4 (n=3) (Bicca Marques & Silva 2012).
Comprimento Adulto (mm)
Fêmea 198 (Hill 1957).
Macho 198 (Hill 1957).
Tempo geracional (anos)
6 (IUCN/SSC 2007).
Sistema de acasalamento Desconhecido.
Intervalo entre nascimentos 154 - 162 dias (para o gênero) (Tardif et al. 2003; Rothe et al. 1993); 7 meses de intervalo (n=11, indivíduos de cativeiro) (Buchanan-Smith et al. 1996).
Tempo de gestação (meses)
4,7 a 5 meses (valor para o gênero) (Ross et al. 2007).
Tamanho da prole 2 (para a família) (Stevenson & Rylands 1988).
Longevidade Desconhecido.
Características genéticas
Cariótipo: cariótipo 2n=46 (Nagamachi et al. 1997)

Callithrix geoffroyi é endêmico ao Brasil, está presente nos estados da Bahia, Espírito Santo, Nordeste de Minas Gerais como residente e nativo e em Santa Catarina onde foi introduzido (Rylands & Mendes 2008).
Está presente ao norte dos rios Jequitinhonha e Araçuaí e ao sul, próximo à divisa dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro (Ávila-Pires 1969, Hershkovitz 1977, Coimbra-Filho 1984, Rylands et al. 1988). As populações que ocorrem ao sul do Jequitinhonha, próximo à foz, são oriundas de solturas realizadas por volta de 1975 (Coimbra-Filho 1986). Estes grupos prosperaram e espalharam-se para oeste, na caatinga, onde ocorrem em matas ripárias (Rylands et al. 1988). Vivo (1991) definiu o limite leste sendo a Serra do Espinhaço em Minas Gerais. A espécie foi registrada na face oriental da Serra do Cipó a 1274 metros de altitude (Oliveira et al. 2003). Populações híbridas de C. penicillata e C. geoffroyi foram observadas em alguns locais da Serra da Piedade ao longo do rio Piracicaba, afluente do alto rio Doce, onde a Mata Atlântica é substituída pelo Cerrado (Coimbra-Filho et al. 1993, Passamani et al. 1997). Existem regiões de sobreposições C. geoffroyi com Callithrix flaviceps no sul do Espírito Santo (sul do rio Doce) e sudeste de Minas Gerais. No entanto, C. geoffroyi é geralmente restrita a áreas de baixa altitude, abaixo de 500-700m, e C. flaviceps para altitudes superiores a 400-500m (Coimbra-Filho 1971; Coimbra-Filho et al. 1981). Hershkovitz (1977) afirmou que a maior altitude registrada para C. geoffroyi é Santa Teresa, 659m, mas Mendes (1993, 1997) observou grupos mistos de C. geoffroyi e C. flaviceps em altitudes de 800m. Populações híbridas têm sido registradas para elevações intermediárias (Mendes 1993, 1997).
É preciso uma maior amostragem no Parque Nacional Monte Pascoal, pois sua ocorrência é duvidosa.
A extensão de ocorrência da espécie é maior que 20.000km² e infere-se que sua área de ocupação seja maior que 2.000km².

O tamanho da população total remanescente não é conhecido, mas infere-se que o número de indivíduos maduros deste táxon é superior a 10.000.
Callithrix geoffroyi apresenta tamanho médio dos grupos podendo variar entre 3 indivíduos, como observado na Aracruz Celulose S.A. (ES) por Passamani & Rylands (2000a), e 10 indivíduos, observado no Morro do Pilar (MG) por Oliveira e colaboradores (2003).
Informações sobre abundância populacional: 10,5 grupos/km² - Reserva Florestal de Linhares, ES (Chiarello 1995); 1,81 grupos/10km na REBIO Sooretama, 2,16 grupos/10km na Reserva Florestal de Linhares – ES e 0,15 grupos/10km na REBIO Córrego Grande (Chiarello 1999).
 
Tendência populacional: Em declínio.

Callithrix geoffroyi habita floresta ombrófila densa, floresta semi-decidual do bioma Mata Atlântica e floresta decidual do bioma Caatinga (ao norte da distribuição no vale do Jequitinhonha) (Rylands et al. 1988, Passamani 1996). O táxon não é restrito a hábitats primários (Rylands & Mendes 2008a), e apresenta tolerância a modificações/perturbações no ambiente, ocorrendo em fragmentos florestais imersos na matriz de monocultura de eucalipto (Passamani 1996, 1998, Passamani & Rylands 2000a,b). Portanto, pode ser considerada uma espécie adaptada a ambientes alterados (Rylands & Mendes 2008).
A área de vida do táxon é estimada em 4,9ha (estação chuvosa) e 7,2ha estação (seca) (Passamani & Rylands 2000a); 23,3ha no Fragmento florestal (110ha) pertencente à Aracruz Celulose S.A, ES (Passamani & Rylands 2000b); 34,4ha na Estação Vera Cruz, Porto Seguro, BA (Abbehusen et al. 2005); e 22,25ha na Estação Vera Cruz, Porto Seguro, BA (Abbehusen et al. 2007).
As principais ameaças identificadas para o táxon foram: assentamentos rurais, agricultura, pecuária, desmatamento, desconexão de hábitat, redução de hábitat e expansão da silvicultura.
Existentes: A espécie está listada no Apêndice II da CITES.
Espírito Santo: REBIO de Sooretama (27.858,68ha) (Combra-Filho 1984, Mendes 1991, Rylands et al. 1993, Chiarello 1999), REBIO Estadual Duas Bocas (2.910ha) (Mendes 1991, Mendes 1993, Rylands et al. 1993), REBIO Córrego Grande (1.485,30ha), REBIO Córrego do Veado (2.357, 7300ha), Reserva Florestal de Linhares (21.800ha) (Mendes 1991, Rylands et al. 1993, Chiarello 1999), REBIO Augusto Ruschi (3.562, 2800ha) (Mendes 1991, Chiarello 1999), Reserva Natural da Vale do Rio Doce (22.000ha) (Mendes 1991), Estação Biológica Santa Lucia (400ha), REBIO de Comboios (784,63ha), FLONA de Goytacazes (1.425,64ha) (Mendes 1991, Rylands et al. 1993).
Minas Gerais: PARNA Serra do Cipó (31.639,18ha) (Rylands et al. 1993, Oliveira et al. 2003), Parque Estadual do Rio Doce em simpatria com C. penicillata, ambos introduzidos (35.974ha) (Instituto Estadual de Florestas 1994).
Bahia: Estação Experimental Pau Brasil (900ha), Estação Experimental Gregório Bondar (710ha), Reserva Florestal Porto Seguro (6.069ha) (Rylands et al. 1993, Rylands & Mendes 2008a), PARNA Histórico do Monte Pascoal (precisa maior amostragem, pois a presença é duvidosa) (22.331,91ha) (Rylands et al. 1993), RPPN Estação Veracel (6069ha) (Abbehusen et al. 2005, 2007).
Santa Catarina: Parque Ecológico do Córrego Grande (21,3ha) (Zago et al. 2007).

Desconhecida.

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Citação:
Pereira, D. G. 2015. Avaliação do Risco de Extinção de Callithrix geoffroyi (É. Geoffroy in Humboldt, 1812) no Brasil. Processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira. ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/estado-de-conservacao/7203-mamiferos-callithrix-geoffroyi-sagui-da-cara-branca
Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Primatas Brasileiros.
Data de realização: 30 de julho a 03 de agosto de 2012.
Local: Iperó, SP.

Avaliadores:
Alcides Pissinatti, Amely B. Martins, André C. Alonso, André de A. Cunha, André Hirsch, André L. Ravetta, Anthony B. Rylands, Armando M. Calouro, Carlos E. Guidorizzi, Christoph Knogge, Fabiano R. de Melo, Fábio Röhe, Fernanda P. Paim, Fernando de C. Passos, Gabriela Ludwig, Gustavo R. Canale, Ítalo Mourthé, Jean P. Boubli, Jessica W. Lynch Alfaro, João M. D. Miranda, José Rímoli, Júlio C. Bicca-Marques, Leandro Jerusalinsky, Leandro S. Moreira, Leonardo G. Neves, Leonardo de C. Oliveira, Líliam P. Pinto, Liza M. Veiga, Márcio P. Carvalho, Maria Adélia B. de Oliveira, Marcos de S. Fialho, Mariluce R. Messias, Mônica M. Valença-Montenegro, Rosana J. Subirá, Renata B. Azevedo, Rodrigo C. Printes, Waldney P. Martins, Wilson R. Spironello.

Colaboradores:
Amely B. Martins (Ponto Focal), André C. Alonso (Apoio), Camila C. Muniz (Apoio), Emanuella F. Moura (Apoio), Gabriela Ludwig (Apoio), Fabiano R. de Melo (Coordenador de táxon), Gerson Buss (Apoio), Liza M. Veiga (Coordenadora de táxon), Marcos de S. Fialho (Coordenador de táxon), Maurício C. dos Santos (Apoio), Roberta Santos (Facilitadora), Taissa Régis (Apoio), Werner L. F. Gonçalves (Apoio).

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