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Mamíferos - Sapajus libidinosus - Macaco prego

Avaliação do Risco de Extinção de Sapajus libidinosus (Spix, 1823) no Brasil

Marcos de Souza Fialho1, Mônica Mafra Valença-Montenegro1, Bruna Martins Bezerra2, Amely Branquinho Martins1, Plautino O. Laroque1

1Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros/Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. < marcos.fialho@icmbio.gov.br , monica.montenegro@icmbio.gov.br, amely.martins@icmbio.gov.br, plautino.laroque@icmbio.gov.br>.2Departamento de Zoologia. Universidade Federal de Pernambuco. < brunamb1234@gmail.com>.

 

Sapajus libidinosus Plautino Laroque CPB
 
Sapajus libidinosus

Ordem: Primates
Família: CebidaeNomes comuns por região/língua:
Português
– Macaco-prego; Macaco-prego-amarelo
Inglês – Black-striped Capuchin; Bearded Capuchin
Outros – Mono capuchino (Espanhol)Sinonímia/s: Cebus elegans I. Geoffroy, 1850; Cebus versuta Elliot, 1910; Cebus libidinosus Spix, 1823.Notas taxonômicas: Os macacos-prego e caiararas foram historicamente alocados no gênero Cebus Erxleben, 1777 por Hershkovitz (1949, 1955), que reconheceu como válidas quatro espécies: C. albifrons, C. olivaceus e C. capucinus dentre os macacos-prego sem tufo ou caiararas, e C. apella como a única espécie de macaco-prego com tufo. Groves (2001, 2005) apresentou uma taxonomia alternativa para os macacos-pregos, como segue: C. apella apella (Linnaeus, 1758); C. apella fatuellus (Linnaeus, 1766); C. apella macrocephalus Spix, 1823; C. apella peruanus Thomas, 1901; C. apella tocantinus Lönnberg, 1939; C. apella margaritae Hollister, 1914; C. libidinosus libidinosus Spix, 1823; C. libidinosus pallidus Gray, 1866; C. libidinosus paraguayanus Fischer, 1829; C. libidinosus juruanus, Lönnberg, 1939; C. nigritus nigritus (Goldfuss, 1809); C. nigritus robustus Kuhl, 1820; C. nigritus cucullatus, Spix, 1823; C. xanthosternos Wied-Neuwied, 1826 (Fragaszy et al. 2004; Rylands et al. 2005). Silva júnior (2001) realizou uma revisão mais abrangente do gênero, onde subdividiu este em dois subgêneros, Cebus e Sapajus Kerr, 1792, a partir de diferenças morfométricas do crânio, padrões de coloração da pelagem, silhueta do corpo e distribuição geográfica. Segundo revisões mais recentes incluindo análises genéticas, morfológicas, comportamentais e biogeográficas (Lynch Alfaro et al. 2012a,b; Silva Jr. 2002), sugere-se que os macacos-prego e caiararas devem ser classificados em dois gêneros distintos: Cebus, incluindo os macacos-prego sem tufo ou caiararas e Sapajus, incluindo os macacos-prego com tufo. Silva Jr. (2001) reconheceu C. libidinosus pallidus Gray, 1866 e C. libidinosus paraguayanus Fischer, 1829 (Groves, 2001), como sinônimos júnior de Cebus cay; e também C. libidinosus juruanus Lönnberg, 1939 (Groves, 2001), do alto rio Juruá, como sinônimo júnior de C. macrocephalus. Sapajus (Cebus) flavius foi validado em 2006 (Oliveira & Langguth, 2006), por isso não consta nas revisões de até então, as quais consideram os macacos-prego da Mata Atlântica ao norte do rio São Francisco como S. libidinosus. Aqui está sendo seguida a taxonomia proposta por Rylands (2012) em consonância com Silva jr. (2001).Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Quase Ameaçada (NT).Justificativa: Sapajus libidinosus é uma espécie que tem ampla distribuição no Brasil, em vários estados, no Cerrado e Caatinga. Considerando a perda contínua do seu habitat nas últimas três gerações, infere-se que o declínio populacional ocorrido neste período aproxima-se dos limiares para categorização como Ameaçado de Extinção. Portanto, a espécie foi classificada como Quase Ameaçada (NT), segundo o critério A2cd.Histórico das avaliações nacionais anteriores: Táxon não consta na última avaliação nacional.Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): Menos Preocupante (LC).

História de vida

Maturidade sexual (anos)
Fêmea 4 a 5 (para o gênero) (Fragaszy et al. 2004)
Macho 7 (para o gênero) (Fragaszy et al. 2004)
Peso Adulto (g)
Fêmea 1500-4000 (Kinzey 1997)
2046,82 ± 362,60 (Silva et al. 2009)
Macho 1500-4000 (Kinzey 1997)
3165,09 ± 404,94 (Silva et al. 2009)
Comprimento Adulto (mm)
Fêmea Cabeça-corpo: 465 (Kinzey 1997); 340-440 (Groves 2001); 350,30 ± 35,19 (Silva et al. 2009)
Macho Cabeça-corpo: 465 (Kinzey 1997); 340-440 (Groves 2001); 377,95 ± 43,19 (Silva et al. 2009)
Tempo geracional (anos)
8 (IUCN/SSC 2007)
Sistema de acasalamento Poligâmico (Di Bitetti & Janson 2001)
Intervalo entre nascimentos 19 a 24 meses (para o gênero) (Fragaszy et al. 2004; Di Bitetti & Janson 2001).
Tempo de gestação (meses)
149-158 dias (para o gênero) (Robinson & Janson 1987)
Tamanho da prole 1 (para o gênero) (Fragaszy et al. 1990; Di Bitetti & Janson 2001)
Longevidade 40-50 anos (para o gênero em cativeiro) (Fragaszy et al. 2004)
Características genéticas
Cariótipo: 2n=54 e NF=73 (Silva et al. 2010)

Sapajus libidinosus é endêmico ao Brasil, ocorrendo nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Piauí, Rio Grande do Norte, Tocantins, Pernambuco e Paraíba, onde é residente e nativo.
Ocorre no nordeste do Brasil, na parte oriental do estado do Maranhão, a partir da bacia dos rios Mearim e Itapecuru, atravessando os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. A distribuição segue para oeste do rio São Francisco, através do Cerrado, em Tocantins, Goiás, oeste de Minas Gerais e norte de São Paulo, parte do oeste da Bahia e talvez nordeste de Mato Grosso, sendo substituído por S. apella ao norte na transição para a Floresta Amazônica e Florestas secas de Mato Grosso (Silva Jr. 2001), e por S. cay a oeste. Silva Jr. (2001) indica que a margem direita (leste) do rio Araguaia pode ser o limite ocidental. O limite sul fica entre a região do rio Grande no oeste de Minas Gerais (Triângulo Mineiro) e extremo norte de São Paulo.
A extensão de ocorrência da espécie é maior que 20.000 Km² e infere-se que a área de ocupação seja maior que 2.000 Km² (limiares críticos para a categorização do estado de conservação da espécie conforme critérios IUCN).

O tamanho da população total remanescente não é conhecido, mas estima-se que o número de indivíduos maduros deste táxon seja superior a 10.000. Os tamanhos dos grupos podem variar de 6 a 20 indivíduos (Rylands & Kierulff 2008a), embora Ferreira et al. (2009) tenham observado um grupo composto por 53 indivíduos.Informações sobre abundância populacional: 3 grupos/km² e 6,7 grupos/km² no Parque Estadual Altamiro de Moura Pacheco, Goiânia, GO (Villar et al. 2007). Na Serra da Capivara a densidade da espécie variou entre 7,1 e 11,3 indivíduos/km2, a depender do método de análise (Moura 2007).Tendência populacional: Em Declínio. Baseando-se na perda ocorrida e contínua de hábitat. A Caatinga, por exemplo, teve mais de 50% de sua área desmatada até 2009 segundo informações do IBGE 2012. No Cerrado, a perda é estimada em cerca de 50% (Machado et al., 2002), além da alta pressão de caça. São vítimas comuns do comércio ilegal de animais de estimação. Tendo em vista a plasticidade da espécie, inferiu-se que o declínio populacional não deve ser considerado na mesma proporção da perda e fragmentação do habitat, mas que este deve se aproximar de 30% da população.

De hábitos alimentares generalistas e com grande flexibilidade comportamental e ecológica, Sapajus libidinosus habita florestas ripárias e formações arbóreas e arbustivas dos biomas Cerrado e Caatinga, e até mesmo em manguezais, não sendo restrito a habitats primário (Rylands & Kierulff 2008). No PARNA da Serra da Capivara um grupo utilizou cerca de 135 ha (Moura, 2007). São animais peculiares por terem grande habilidade de solucionar problemas ligados à obtenção de alimentos através do uso de ferramentas (Fragaszy et al. 2004), uma estratégia não muito comum entre os primatas Neotropicais. Dentre as condições ecológicas que foram ligadas ao uso de ferramentas na espécie, consideram-se a disponibilidade da ferramenta em si (e.g. pedras para serem usadas como martelos), o hábito terrestre (que facilitaria o uso das mãos) e disponibilidade de recursos alimentares que sejam envoltos por um exocarpo duro (e.g. Visalberghi et al. 2008; Mannu & Otonni 2009).

As principais ameaças identificadas para o táxon foram: queimadas, assentamentos rurais, agricultura, pecuária, expansão urbana, desmatamento, aumento da matriz energética, desconexão e redução de habitat, caça e apanha.
A perda e a fragmentação do habitat ocorrida ainda não cessaram e, a perda em si, foi estimada, até o ano de 2002, em cerca de 50% da área original do Cerrado (Machado et al. 2002). Estima-se que a Caatinga teve mais de 50% de sua área desmatada até 2009, segundo informações do IBGE (2012). A alta pressão de apanha é evidenciada pelo número de espécimes que chegam em Centros de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) vítimas do tráfico ilegal de animais (Levacov et al. 2011). Eles chegam aos CETAS muitas vezes debilitados física e psicologicamente, fazendo da reabilitação e soltura uma tarefa cara e quase impossível. Além disso, a reinserção à natureza destes indivíduos apreendidos de Sapajus pode, inadvertidamente, causar o estabelecimento de populações híbridas ou exóticas quando mal conduzida. A reabilitação inadequada pode ainda levar à morte dos animais pouco tempo após a soltura. Após muitos anos de restrição espacial e social, esses animais acabam perdendo a habilidade de forrageio em ambiente natural e possivelmente de defesa contra predadores.
Em longo prazo, o processo de aquecimento global, pode agravar a situação da espécie, em especial as populações existentes no bioma Caatinga. As populações neste bioma apresentam o agravante de encontrarem-se isoladas em morros e serras e de estarem sujeitas a conflitos com pequenos agricultores, dada à depredação provocada sobre suas pequenas lavouras.
A espécie está listada no Apêndice II da CITES.
Distrito Federal: PARNA Brasília (30.000 ha) (Pinha et al. 2007).
Distrito Federal e Goiás: APA Planalto Central (503.432,86 ha) (Vilela 2007); ESEC Serra Geral do Tocantins, Lima (2005, citado em Carmignotto & Aires 2011).
Goiás: PE Altamiro de Moura Pacheco (2.132 ha) (Villar et al. 2007).
Maranhão: PARNA dos Lençóis Maranhenses (156.605 ha).
Paraíba: Parque Estadual Pico do Jabre (851 ha).
Piauí: PARNA Serra da Capivara (91.848,88 ha) (Mannu & Ottoni 2005; Moura 2007); RESEX Delta do Parnaíba (27.021 ha); PARNA Serra das Confusões ( 526.108 ha) (IBAMA 2003).
Rio Grande do Norte: PARNA da Furna Feia (8.517,63 ha) (M.S. Fialho, dados não publicados).
Desde 2004, um grupo de pesquisa vem acompanhando bandos de S. libidinosus observando aspectos relacionados à cognição e ao uso de ferramentas: Projeto “EthoCebus: technology and traditions in capuchin monkeys”, na Fazenda Boa Vista, município de Gilbués, Piauí (USP, University of Georgia, e CNR-Roma). Em 2015, uma pesquisa de doutorado se inicia focando na distribuição espacial e aspectos culturais da espécie no estado de Pernambuco, através da Universidade Federal de Pernambuco e o Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal da instituição.
Carmignotto, A.P. & Aires, C.C. 2011. Mamíferos não voadores (Mammalia) da Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins. Biota Neotropica, 11 (1): 307-322.di Bitetti, M.S. & Janson, C.H. 2001. Reproductive socioecology of tufted capuchins (Cebus apella nigritus) in northeastern Argentina. International Journal of Primatology, 229 (2): 127-140.Ferreira, R.G.; Jerusalinsky, L.; Silva, T.C.F.; Fialho, M.S.; Roque, A.A.; Fernandes, A. & Arruda, F. 2009. On the occurrence of Cebus flavius (Schreber 1774) in the Caatinga, and the use of semi-arid environments by Cebus species in the Brazilian state of Rio Grande do Norte. Primates, 50: 357-362.Fragaszy, D.M.; Visalberghi, E. & Fedigan, L. 2004. The Complete Capuchin: The Biology of the Genus Cebus. Cambridge University Press. 356p.Fragaszy, D.M.; Visalberghi, E. & Robinson, J.G. 1990. Variability and adaptability in the genus Cebus. Folia Primatologica, 54: 114-118.Groves, C.P. 2001. Primate taxonomy. 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Visalberghi, E.; Sabbatini, G.; Spagnoletti, N.; Andrade, F.R.; Ottoni, E.; Izar, P. & Fragaszy, D. 2008. Physical properties of palm fruits processed with tools by wild bearded capuchins (Cebus libidinosus). American Journal of Primatology, 70: 884-891.
Citação: Fialho, M. S.; Valença-Montenegro, M. M.; Bezerra, B. M.; Martins, A. B.; Laroque, P. O. 2015. Avaliação do Risco de Extinção de Sapajus libidinosus (Spix, 1823 no Brasil. Processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira. ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/estado-de-conservacao/7274-mamiferos-sapajus-libidinosus-macaco-prego.htmllOficina de Avaliação do Estado de Conservação de Primatas Brasileiros.
Data de realização: 30 de julho a 03 de agosto de 2012. 
Local: Iperó, SP.Avaliadores: Alcides Pissinatti, Amely B. Martins, André C. Alonso, André de A. Cunha, André Hirsch, André L. Ravetta, Anthony B. Rylands, Armando M. Calouro, Carlos E. Guidorizzi, Christoph Knogge, Fabiano R. de Melo, Fábio Röhe, Fernanda P. Paim, Fernando de C. Passos, Gabriela Ludwig, Gustavo R. Canale, Ítalo Mourthé, Jean P. Boubli, Jessica W. Lynch Alfaro, João M. D. Miranda, José Rímoli, Júlio C. Bicca-Marques, Leandro Jerusalinsky, Leandro S. Moreira, Leonardo G. Neves, Leonardo de C. Oliveira, Líliam P. Pinto, Liza M. Veiga, Maria Adélia B. de Oliveira, Marcos de S. Fialho, Mariluce R. Messias, Mônica M. Valença-Montenegro, Rosana J. Subirá, Renata B. Azevedo, Rodrigo C. Printes, Waldney P. Martins, Wilson R. Spironello.Colaboradores: Amely B. Martins (Ponto Focal), André C. Alonso (Apoio), Camila C. Muniz (Apoio), Carlos E. Guidorizzi (Facilitador), Emanuella F. Moura (Apoio), Fabiano R. de Melo (Coordenador de táxon), Fernanda Paim, Gerson Buss (Apoio), Liza M. Veiga (Coordenador de táxon), Luciana Gosi Pacca, Marcos de S. Fialho (Coordenador de táxon), Renata Bocorny de Azevedo, Rosana J. Subirá (Facilitadora), Taissa Régis (Apoio), Werner L. F. Gonçalves (Apoio).

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