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ANO: 2006
RESUMO:
O Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Albatrozes e Petréis foi elaborado de forma a promover a conservação de petréis residentes, aqueles que se reproduzem em território brasileiro, e dos albatrozes e petréis visitantes, espécies que apesar de não se reproduzirem no Brasil frequentam a costa brasileira vindo de ilhas distantes para aqui se alimentarem. Estas espécies interagem fortemente com barcos de pesca oceânica perseguindo as embarcações na tentativa de obter alimento. Ao tentar retirar as iscas dos anzóis, as aves muitas vezes são capturadas incidentalmente e arrastadas para o fundo do mar morrendo afogadas. Os índices de mortalidade são elevados e as ações previstas no PLANACAP visam reduzir essa mortalidade. Além disso, os petréis residentes sofrem também com a degradação das ilhas, áreas de reprodução, através da introdução de espécies exóticas pelo homem. Espécies como as cabras, que suprimiram a vegetação natural das ilhas consumindo-as no passado; outras espécies como ratos, gatos, cães e outros predam ovos, ninhos e filhotes. A introdução de espécies exóticas nos locais de reprodução é um dos maiores problemas para considerável parcela das aves marinhas ameaçadas de extinção em todo o mundo.
Em 2012 o PLANACAP foi revisado e atualmente possui o Objetivo Geral de “Contribuir para a conservação das populações de albatrozes e petréis em longo prazo”. Sua matriz de planejamento conta com cinco objetivos específicos e 69 ações. Com o intuito de permitir o acompanhamento da implementação destas ações, sua Matriz de Metas auxilia a monitoria e a avaliação de indicadores e alcance de cada um dos objetivos do PLANACAP ao longo do tempo.
Série Espécies Ameaçadas Nº 2
BIOMA: Marinho
CENTRO RESPONSÁVEL: CEMAVE
ESPÉCIES AMEAÇADAS: Diomedea dabbenena, Diomedea epomophora, Diomedea exulans, Diomedea sanfordi, Procellaria aequinoctialis, Procellaria conspicillata, Pterodroma arminjoniana, Puffinus lherminieri e Thalassarche chlororhynchos.
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