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ICMBio e IPÊ apresentam resultado iniciais da pesquisa de gestão de UC

Rodrigo Rueda
rodrigo.abreu@icmbio.gov.br

Entre os resultados da pesquisa, o vice-presidente do IPÊ Cláudio Pádua destacou trabalho com voluntários e com a comunidade local (Paula Piccin)Natal (25/09/2012) – O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) apresentaram aos congressistas do VII CBUC, os resultados iniciais do projeto “Motivação e Sucesso na Gestão de Unidades de Conservação Federais”, com foco em três áreas: recursos humanos, cultura de gestão e desenvolvimento local.

O vice-presidente do IPÊ, Cláudio Pádua, analisou a importância dos resultados obtidos com a pesquisa. “Tivemos grandes avanços nos últimos anos, mas a média de servidores em unidades de conservação ainda é muito pequena. Precisamos ter criatividade e encontrar soluções para a independência financeira das unidades”.

Os gestores das unidades de conservação federais tiveram o prazo de um mês para responder um questionário online. O projeto obteve como retorno, a resposta de 135 gestores. Como objetivo o projeto apresenta o desenvolvimento de soluções inovadoras e criativas para melhorar a gestão das UC, criar competências proativas em termos de gestão, motivar equipes e fazer com que a UC seja um centro difusor de mudanças, dentro de uma abordagem territorial. A ideia é também reconhecer os trabalhos já desenvolvidos e aproveitar as inovações que diversos profissionais realizam nas unidades.

A parte inicial do projeto contou com o suporte financeiro da Fundação Gordon and Betty Moore, além da participação do Ministério do Meio Ambiente, do ICMBio, do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) e da Agência Alemã de Cooperação Técnica (GIZ).

Os resultados apontaram que, com relação ao capital humano, os gestores tentam parcerias com municípios, estados e ONG para aumentar o número de funcionários nas unidades. Duas iniciativas apresentadas são o trabalho com voluntários e com a comunidade local. No quesito recursos financeiros, não importa apenas o dinheiro, mas sim serviços e bens que podem ser valorados, integrando melhorias nos recursos financeiros. Pesquisas, ações de educação ambiental e associativismo também podem agregar renda para as unidades de conservação.

O projeto “Motivação e Sucesso na Gestão de Unidades de Conservação Federais” agora segue para a segunda fase, com a seleção e premiação de nove projetos. Na terceira fase, haverá a sistematização dos mecanismos de sucesso, a elaboração de um Programa de Capacitação e um seminário para a divulgação dos resultados.

Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

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