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Projeto Jalapão

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PROJETO CORREDOR ECOLÓGICO DA REGIÃO DO JALAPÃO

O Projeto Corredor Ecológico da Região do Jalapão é uma iniciativa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, em cooperação técnica com a Agência Japonesa de Cooperação Internacional – JICA, que vem sendo implementado com o apoio e a cooperação da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Recursos Hídricos do Estado do Tocantins, Secretaria de Planejamento do Estado do Tocantins e do Instituto Natureza do Tocantins – NATURATINS, além de outros importantes parceiros.

Os principais objetivos do Projeto são estabelecer um corredor ecológico para reforçar a preservação dos ecossistemas naturais que unem as Unidades de Conservação, promover a integração entre as unidades de conservação e a população local e incentivar as alternativas de desenvolvimento sustentável na região do Jalapão.

REGIÃO DO JALAPÃO

Inserida na porção leste do estado do Tocantins, limítrofe com os estados da Bahia, Piauí e Maranhão, a Região do Jalapão possui uma área estimada em 43.881,14 Km², compreendendo 10 municípios, e está inserida no domínio do bioma Cerrado.

O relevo é marcado por grandes áreas de planícies e de acidentes geográficos, sendo que, a Serra Geral do Tocantins e a Chapada das Mangabeiras são importantes áreas de recarga dos aqüíferos, abrigando as nascentes de afluentes de três importantes bacias hidrográficas brasileiras: Tocantins, Parnaíba e São Francisco, o que transforma o Jalapão numa região estratégica para o país.

Isto para não falar da beleza das paisagens, que incluem chapadões, dunas, cachoeiras e campos a perder de vista, atraindo visitantes e turistas do mundo inteiro, ou da exuberância da vida silvestre, com animais e flores que podem ser facilmente avistados. A descoberta de novas espécies e a presença de animais extremamente ameaçadas de extinção, como o pato mergulhão (Mergus octosetaceus), desperta cada dia mais o interesse de cientistas de várias regiões do mundo.

Assim como o turismo, o extrativismo e o artesanato também representam importantes alternativas de renda e são elementos chave para o desenvolvimento sustentável das comunidades da região, que mantém um modo de vida tradicional, utilizando principalmente os frutos, o capim dourado (Singhnantus sp.) e a palha do buriti para sua produção.

Neste contexto, as Unidades de Conservação apresentam grande relevância para afastar a ameaça da extinção das espécies, assim como o esgotamento dos recursos naturais, garantindo a continuidade do uso deste patrimônio natural pelas populações locais.

Para mais informações acesse o site do projeto

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