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Parque Nacional de Brasília completa 58 anos

Publicado: Sexta, 29 de Novembro de 2019, 15h47
A história de criação da unidade de conservação se relaciona diretamente com a construção de Brasília.

Parna de Brasília 270O Parque Nacional de Brasília completa 58 anos hoje, dia 29 de novembro. A história de criação da unidade de conservação se relaciona diretamente com a construção de Brasília. O Parque surgiu da necessidade de proteger os rios fornecedores de água potável à Capital Federal e de manter a vegetação em estado natural, além de contribuir para o equilíbrio das condições climáticas e evitar a erosão dos solos no Distrito Federal.

O Parque Nacional de Brasília desenvolve atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. A principal atração da unidade de conservação é a parte das piscinas. Em média, recebe mais de 800 pessoas por dia e, nos finais de semana, chega a mais de 2 mil visitantes.

Além da fauna e flora, o Parque Nacional  também abriga sítios arqueológicos históricos, que foram sinalizados hoje (29), em uma parceria com a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Distrito Federal (Iphan-DF). A chefe do Parque Nacional de Brasília, Juliana de Barros, ressalta a importância da área protegida que, além da conservação ambiental, possui um patrimônio histórico e cultural relevante para a capital federal e para o Brasil.

Criado em 29 de novembro de 1961, o parque possui uma área de 42.389,01 hectares e abrange as regiões administrativas de Brasília, Sobradinho e Brazlândia e o município goiano de Padre Bernardo.

Diversos tipos de vegetação compõem a Unidade de Conservação, tais como: a mata de galeria pantanosa, mata de galeria não pantanosa, vereda, cerrado sensu stricto, cerradão, mata seca, campo sujo, campo limpo, campo rupestre, campo úmido e campo de murundus.
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Além da fauna e flora, o Parque também abriga sítios arqueológicos históricos, (Foto:Acervo/ICMBio)

A fauna é abundante e diversificada, composta por espécies raras ou ameaçadas de extinção, tais como: lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), tatu-canastra (Priodontes maximus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), jaguatirica (Leopardus pardalis), ouriço-caixeiro (Coendou prehensilis); além de espécies endêmicas como pequeno roedor (Akodom lindberg), gralha-do-campo (Cyanocorax cristatellus), papagaio-galego (Alipiopsitta xanthops). Várias outras espécies não ameaçadas compõem a biodiversidade do parque, a exemplo de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes, e de grupos pouco estudados como moluscos, crustáceos, insetos e pequenos organismos.


Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280

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