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Saiba mais sobre o Fundo de Áreas Protegidas

Publicado: Terça, 22 de Maio de 2012, 20h44

FAP é o primeiro fundo para financiar UCs a longo prazo

O que é

Fundo fiduciário de caráter permanente, que investe os rendimentos reais do capital depositado na manutenção das Unidades de Conservação consolidadas pelo Programa Arpa.

O que tem de inovador

É o primeiro fundo brasileiro criado para apoiar a sustentabilidade financeira a longo prazo de Unidades de Conservação (UCs).
É complementar ao orçamento governamental.
Serve como um piloto para o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
Faz parte de uma estratégia maior de consolidação de UCs, na qual elas recebem investimentos, são consolidadas pelo Arpa e depois têm sua manutenção apoiada pelo Arpa.
Exige uma contrapartida em recursos do órgão gestor.
É implementado por um arranjo inovador, com a participação de um gestor de recursos.
É um fundo permanente, pois utiliza apenas os rendimentos do capital depositado.

Quem são os doadores

Doador

Doação ao FAP

(US$ milhões)

R$ milhões

Doado em

KfW

25,50

 

2011

GEF/Banco Mundial

14,50

 

Entre 2002 e 2010

WWF Brasil

7,78

 

2002-2010

Grupo Boticário

1,00

 

2002-2010

Natura

1,00

 

2002-2010

Subtotal

49,78

 

 

Rendimentos

8,2

 

 

Total

58

115

 

 

Primeiras UCs contempladas

Parque Estadual do Cantão (da Secretaria do Meio Ambiente de Tocantins) e Reserva Biológica do Jaru (do ICMBio, em Rondônia). Ambas UCs concluíram seus investimentos relativos à consolidação de sua gestão.


Quanto o Arpa investiu na consolidação das UCs

UC

R$

Período

Parque Estadual do Cantão

1.640.000

2003 – março 2012

Reserva Biológica do Jaru

3.230.000

2003 – março 2012

Atividades apoiadas

Atividades de administração e manutenção da UC; trabalhos com comunidades no interior e do entorno da UC de acordo com o Plano de Manejo; atividades de proteção (combustíveis para veículos, barreiras de incêndios, manutenção de equipamentos de fiscalização, diárias, etc.); atividades de treinamento; serviços (sobrevoos, manutenção predial, etc); apoio à operação dos conselhos gestores das UCs (logística de reuniões, alimentação, moderadores); reposição de equipamentos depreciados; revisão do Plano de Manejo; passagens aéreas, fluviais e terrestres e projetos especiais (inovações na gestão da UC ou do mosaico); desenvolvimento de novos mecanismos financeiros ou fontes de financiamento e avaliação ambiental e integração com comunidades.

Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280

 

 

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