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ICMBio participa de Salão da Sustentabilidade na Paraíba

Publicado: Quarta, 09 de Março de 2016, 17h59
E mostra o que vem fazendo na região em defesa do meio ambiente


E mostra o que vem fazendo na região em defesa do meio ambiente

Foto: Daniela Mota/IFPB-JP

Aldo Sergio Vasconcelos
comunicacaonordeste@icmbio.gov.br

Brasília (09/03/2016) - O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) participou nesta quarta-feira (9) do 1º Salão de Sustentabilidade e Meio Ambiente, promovido pelo Instituto Federal da Paraíba (IFPB), no campus de João Pessoa, capital do estado. Com o slogan “ Reciclando para a vida”, o evento reuniu cerca de três mil pessoas, entre estudantes, professores e servidores do IFPB, além de convidados. O objetivo foi amplificar o debate em torno de temas relacionados à conservação.

Mais de dez instituições governamentais e entidades da sociedade civil apresentaram seus trabalhos em estandes, utilizando-se de painéis, vídeos e palestras de seus representantes. Eles conversaram com os presentes sobre a abrangência da atuação de seus órgãos na defesa do meio ambiente, bem como das práticas de sustentabilidade.

Além do ICMBio, estiveram presentes no evento o Ibama, a Secretaria de Meio Ambiente, a Superintendência de Desenvolvimento do Meio Ambiente (Sudema), o Parque Zoobotânico Arruda Câmara, o Jardim Botânico Benjamim Maranhão e o Batalhão de Policiamento Ambiental, entre outros.

Para a coordenadora regional do ICMBio na Paraíba (CR6), Carla Marcon, o evento foi importante porque, além de enfocar temas relevantes para a questão ambiental, propiciou a aproximação do Instituto com o público acadêmico, a sociedade e parceiros, divulgando a missão da autarquia de proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento socioambiental.

Já o coordenador do evento, professor Tiago Zaidan, acredita que divulgar, debater e refletir sobre conceitos de sustentabilidade e meio ambiente ajudam as pessoas a adotarem uma atitude que contribua para a preservação do meio ambiente dentro da noção de sustentabilidade,

O coordenador disse ainda que a realização do 1º Salão de Sustentabilidade e Meio Ambiente se justifica pelo grande interesse do tema, classificado na terceira posição no ranking das principais questões sistêmicas da atualidade. “O planeta Terra dá sinais claros de não suportar mais a agressão desenfreada a que vem sendo submetido, tendo em vista a degradação ambiental, o aumento vertiginoso do contingente populacional humano e a adoção de padrões de consumo populacionais insustentáveis”, finalizou Zaidan.

O ICMBio na Paraíba

Além de sediar a Coordenação Regional 6 (CR6), o ICMBio mantém na Paraíba cinco unidades de conservação (UCs) e dois centros nacionais de pesquisa. Conheça, abaixo, um pouco mais de cada uma dessas UCs e centros.  

CR6 - A Coordenação Regional 6 (CR6) é uma das onze coordenações regionais do Instituto no país. Está sediada na Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa (PB), e apoia a gestão de 34 unidades de conservação espalhadas por 8 estados do nordeste brasileiro (Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Alagoas, Sergipe, parte da Bahia e parte do Piauí). Essas unidades protegem importantes fragmentos dos biomas Mata Atlântica e Caatinga e da zona marinha costeira. Tem como missão de coordenar as ações em nível regional e promover a integração do ICMBio com a sociedade. 

APA da Barra do Mamanguape - A Área de Proteção Ambiental (APA) da Barra do Rio de Mamanguape foi criada em 10 de setembro de 1993. Tem uma área de 14.640 hectares e está inserida nos municípios de Rio Tinto, Marcação, Baía da Traição e Lucena, no litoral norte paraibano. A unidade de conservação possui um belo cenário com um manguezal bem preservado, recifes de corais, falésias, dunas e remanescentes de Mata Atlântica e ainda abriga espécies ameaçadas de extinção como o peixe boi marinho, o cavalo marinho, o mero e a tartaruga de pente.

Flona de Cabedelo - Criada 2 de junho de 2004, com aproximadamente 120 hectares, a Floresta Nacional (Flona) da Restinga de Cabedelo engloba zonas de mangue e restinga – ecossistemas típicos da Mata Atlântica em áreas litorâneas. É uma amostra significativa da fitofisionomia mais ameaçada do bioma Mata Atlântica.

Rebio Guaribas - A Reserva Biológica (Rebio) Guaribas foi criada em 25 de janeiro de 1990 e tem como objetivos proteger um dos últimos remanescentes de Floresta Atlântica do estado da Paraíba e abrigar espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção.

Resex Acaú-Goiana - Criada em 26 de setembro de 2007, a Reserva Extrativista (Resex) Acaú-Goiana possui uma área de de 6.678,30 hectares e tem como objetivo proteger os meios de vida e garantir a utilização e a conservação dos recursos naturais renováveis tradicionalmente utilizados pela população das comunidades de Carne de Vaca, Povoação de São Lourenço, Tejucupapo e Baldo do Rio, em Goiana (PE); Acaú, em Pitimbu; e Caaporã, sendo estes dois últimos municípios situados na Paraíba. A atividade econômica praticada no local está relacionada à pesca e à coleta artesanal de recursos estuarinos e marinhos.

Arie Manguezais da Foz do Mamanguape - Criada em 5 de novembro de 1985, a Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) Manguezais da Foz do Rio Mamanguape tem 5.721 hectares e está localizada no município de Rio Tinto, no litoral norte do estado. Destaca-se no local a ocorrência do peixe-boi marinho, espécie ameaçada de extinção. Os animais costumam se alimentar nos estuários do rio Miriri e do rio Mamanguape.

Cemave - O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves (Cemave) tem sede na Flona de Cabedelo. A sua missão é subsidiar a conservação e o manejo das aves silvestres brasileiras e dos ambientes dos quais elas dependem. O centro desenvolve ações em bases avançadas por todo o país e é subordinado à Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (Dibio), do ICMBio, em Brasília.

CPB - O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas (CPB) tem sede em João Pessoa. Produz e gerencia informações sobre todos os primatas brasileiros, tendo como foco central o desenvolvimento de pesquisas científicas e ações de manejo em todo o país. Integra o conjunto de centros vinculados à Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (Dibio), do ICMBio, em Brasília.

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