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Poço das Antas testa técnica de restauração florestal

Publicado: Quinta, 31 de Março de 2016, 16h23
Expectativa é que mix de sementes ajude a combater espécies invasoras


Expectativa é que mix de sementes ajude a combater espécies invasoras

Foto: RBPA/ICMBio

Brasília (31/03/2016) – A Reserva Biológica (Rebio) de Poço das Antas, unidade de conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), nos municípios de Casimiro de Abreu e Silva Jardim, no Rio de Janeiro, recebeu a implantação de módulos experimentais de restauração florestal por meio de semeadura direta.

A pesquisa, conduzida pela Embrapa, conta com a colaboração do ICMBio. Conhecida como muvuca, a técnica consiste na semeadura de uma mistura de sementes de espécies de árvores autóctones (naturais da região) associadas a leguminosas utilizadas como adubo verde.

A expectativa é que as leguminosas – crotalária (Crotalaria juncea L.), guandu (Cajanus cajan L. Millsp) e feijão-de-porco (Canavalia ensiformis L.) –, além de funcionarem como adubo, desenvolvam-se de maneira a auxiliar no combate às gramíneas invasoras, aumentando o poder de absorção de nutirientes do solo por parte das espécies florestais nativas.

Segundo a analista Christina Albuquerque, da Área de Proteção Ambiental (APA) da Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, a técnica vem sendo testada desde 2011, a partir de experiência vivenciada no Alto Xingu pelo analista Rodrigo Bacellar.

A iniciativa foi encampada pelo pesquisador da Embrapa e especialista em agrobiologia Luiz Fernando Moraes. Por ter um custo menor do que o plantio de mudas, ele espera que a técnica demonstre viabilidade econômica, além da funcionalidade ecológica.

A semeadura na Rebio, que ocorreu no dia 24 passado, contou com participação de servidores da Área de Proteção Ambiental (APA) da Bacia São João/Mico-Leão-Dourado e do Parque Nacional (Parna) Restinga de Jurubatiba, além da Rebio Poço das Antas.

Comunicação ICMBio
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