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História

Os trabalhos tiveram início em 1980, por meio de um convênio entre o IBDF e a Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza, com o objetivo de proteger as tartarugas marinhas que ocorrem no litoral brasileiro – cabeçuda ou mestiça (Caretta caretta); de pente ou legítima (Eretmochelys imbricata); de couro ou gigante (Dermochelys coriacea); verde ou aruanã (Chelonia mydas) e de oliva (Lepidochelys olivacea).

O nome Tamar foi criado a partir da combinação das sílabas iniciais das palavras tartaruga marinha, abreviação que se tornou necessária, na prática, por conta do espaço restrito para as inscrições nas pequenas placas de metal utilizadas na identificação das tartarugas marcadas para diversos estudos.

Com o tempo, porém, percebeu-se que os trabalhos não poderiam ficar restritos às tartarugas, pois uma das chaves para o sucesso desta missão passava pelo envolvimento e apoio ao desenvolvimento das comunidades costeiras, de forma a oferecer alternativas econômicas, reduzindo assim a pressão humana sobre as tartarugas marinhas.

Desde o início, tem sido necessário desenvolver técnicas pioneiras de conservação e envolvimento comunitário, adequadas às realidades de cada uma das diferentes regiões trabalhadas.

Nasceu assim o Projeto Tamar, fruto da união de esforços entre o governo federal, IBDF, depois IBAMA e atualmente ICMBio, e a sociedade civil, atualmente representada pela Fundação Pró-Tamar, a principal parceira na execução do PAN-Tartarugas Marinhas.

Reconhecido internacionalmente pelas ações de conservação marinha, o Tamar tem sido utilizado como modelo para outros países, sobretudo por envolver as comunidades costeiras diretamente no seu trabalho socioambiental.

Já, o Centro Tamar foi criado em 1990 dentro do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA e em 2007 passou a integrar a estrutura de unidades descentralizadas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio, visando institucionalizar e fortalecer o trabalho governamental do TAMAR. Atualmente a legislação que define as unidades descentralizadas do ICMBio, é a Portaria 20, de 05 de janeiro de 2018.

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