Destaques

18/06/21

História Natural de peixes no Brasil

O Cepta divulga a Palestra intitulada "Caminhos para estudar História Natural de peixes no Brasil", que foi ministrada pela Dra. Lucélia Nobre Carvalho (UFMT).

Esta palestra é uma iniciativa do LABECO que significa "Laboratório de Ecologia e Conservação". Esta instituição pertence ao Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Pará, campus Guamá, na capital Paraense, Belém e tem por objetivo pesquisar os padrões de distribuição da biodiversidade no bioma amazônico.

Link: https://www.youtube.com/watch?v=I97BDUjobCY 

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01/06/21

Palestra UFPEL "Pesquisa e Educação – estudos de casos Brasil afora"

Hoje, dia 01/06 (terça-feira) às16h acontecerá mais um evento "Peixes-Anuais – Políticas Públicas, Pesquisa e Educação Brasil afora", organizado pela Universidade Federal de Pelotas/RS, a respeito dos objetivos e da importância do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção.
Este é o último evento da programação, não percam!

O evento acontecerá das 16h às 18h e será transmitido pelo canal do Youtube do Projeto de Extensão da UFPEL "Questão Ambiental em Pauta" @gaempauta

Link de Inscrição: http://bit.ly/peixes-anuais5

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06/05/21

Consulta Pública Peixes do Pantanal

Prazo para contribuições vai até 09 de junho

Mais uma consulta pública para avaliação de peixes continentais encontra-se aberta, dessa vez com foco em espécies do Pantanal (ecorregião Paraguai) e de trechos de cerrado das ecorregiões Tapajós-Juruena e Tocantins-Araguaia. No total, estão disponíveis 57 fichas de espécies para revisão. Dentre elas, destacam-se alguns peixes de importância pesqueira, como o jaú (Zungaro jahu) e o pacu (Piaractus mesopotamicus).
A consulta é promovida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e estará aberta para contribuições até o dia 09 de junho.

Para colaborar com novas informações nas fichas de cada espécie, é necessário cadastrar-se no módulo de consulta do Sistema de Avaliação do Estado de Conservação da Biodiversidade – SALVE. Para isso, é necessário acessar o site, fazer o cadastro e login, e enviar suas contribuições. Plataforma Salve

04/05/21

Expedição de captura do surubim-do-paraíba

surubim Paraíba

Participantes do grupo assessor do PAN Paraíba do Sul, realizaram expedição para captura do surubim-do-paraíba (Steindachneridion parahybae). A ação ocorreu entre os dias 13 e 20 de março de 2021 no rio Grande, município de Trajano Moraes, RJ, e foi liderada pelo Diretor Técnico do Projeto Piabanha, Guilherme Souza, nosso grande parceiro e membro do Grupo de Assessoramento Técnico do Plano de Ação para a Conservação de Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul – PAN Paraíba do Sul, coordenado pelo ICMBio/CEPTA.

O surubim-do-paraíba é um bagre de grande porte, de corpo achatado, com o dorso escuro marcado por muitas manchas pequenas e alongadas. Tem hábitos noturnos e é endêmico da bacia do rio Paraíba do Sul! Apesar de sua biologia ser pouco conhecida, isso não desmerece sua história e expressividade! Suas populações são pequenas e distribuídas em pouquíssimos pontos da bacia do rio Paraíba do Sul, sendo uma espécie ameaçada de extinção, na categoria (EN) Em Perigo.

A população de surubins prospectada está localizada no trecho de vazão reduzida, a montante da área de geração da PCH Santa Rosa II. O local apresentou fragmentos de mata ciliar em bom estado de conservação. O leito do rio é constituído por areia e cascalho, sendo a maior parte formada por rochas do tipo gnaisse. A geomorfologia do leito é peculiar, e possui um elevado número de "marmitas", que são originadas pelo movimento turbilhonar (redemoinhos) associadas ao material abrasivo de maior dureza. São nessas ou ao redor dessas marmitas que os surubins-do-paraíba se abrigam, demonstrando – possivelmente - uma importante interação com esse tipo de habitat!

A campanha foi um sucesso, sendo capturados 12 surubins-do-paraíba, que foram mantidos vivos, seguindo todos os protocolos para assegurar o bem-estar animal. Os indivíduos foram encaminhados ao banco genético ex-situ de espécies-alvo de peixes ameaçadas de extinção, mantido pelo Projeto Piabanha, em colaboração com o ICMBIO/CEPTA e a Universidade de Mogi das Cruzes, para a reprodução em tanques e o restabelecimento de populações no ambiente natural. As reintroduções são licenciadas pelo Ibama e monitoradas pela equipe do Projeto Piabanha e ICMBio/CEPTA!

A expedição foi financiada com recursos do Projeto GEF Pró-Espécies/WWF, com expedição autorizada pelo SISBIO (Autorização n° 77883-1).

Conheçam mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Projeto Piabanha, em prol da conservação de peixes ameaçados de extinção do Brasil!

Fotos: Guilherme Souza/ Acervo Projeto Piabanha

 

 

28/04/21

28 de Abril - Dia da Caatinga

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A Caatinga é o único bioma totalmente brasileiro, abrangendo todos os estados do Nordeste e norte de Minas Gerais. Possui uma área de 844.453 Km2, por volta de 11% do território brasileiro.

O nome desta formação florestal única foi dado pelos índios tupi-guaranis habitantes dessa região e significa "Floresta Branca". Na época de estiagem, as cascas das árvores apresentam uma coloração esbranquiçada, assim, conseguem refletir os raios do sol, diminuindo a temperatura interna de seus troncos.
Como é uma área de poucas chuvas naturalmente, as plantas desenvolveram adaptações para poder sobreviver neste ambiente inóspito, sendo uma delas, a perda das folhas. Com isso a planta diminui sua taxa de transpiração, reduzindo assim, a perda de água.
Agora falando em hidrografia, muitos dos cursos d'água ali presentes também são distintos do resto do país. É muito comum existirem rios intermitentes, ou seja, eles escoam as águas somente no período de chuvas, secando totalmente na época da seca.
Ao contrário do que muitos pensam, o bioma é extremamente rico em biodiversidade, e possui cerca de 370 espécies de peixes! Dentre elas, podemos destacar a Aspidoras spilotus, que ocorre na bacia do rio Acaraú, estado do Ceará.

Foto de Telton Ramos: Aspidoras spilotus

Fonte: ICMBio e EMBRAPA

 

14/01/21

Após 10 anos sem registro, espécie de Rivulídeo, ameaçada de extinção, é encontrada!

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Foto Wilson J.E.M. Costa


No final de dezembro passado, surgiu uma ótima notícia no campo da Conservação do Meio Ambiente.
O Prof Dr. Domingos Garrone e sua equipe da UNESP Campus de Registro-SP, localizaram a espécie Campellolebias dorsimaculatus, um peixe anual criticamente em perigo de extinção, em uma nova localidade da região, onde não constava registro da espécie há cerca de 10 anos.A espécie é endêmica do Bioma Mata Atlântica e só ocorre no litoral sul de SP. Habita brejos temporários na borda da floresta. Atinge 2,8 cm de comprimento padrão, os machos possuem coloração mais intensa e com as nadadeiras mais pronunciadas do que a das fêmeas.

A principal ameaça a C. dorsimaculatus é a destruição dos ambientes alagáveis ocupados pela espécie, em virtude principalmente da atividade agrícola e loteamentos urbanos.
O Projeto é financiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, com o apoio do Mater Natura. Os membros do projeto colaboram com dois Planos de Ação do ICMBio/CEPTA que têm relação com a descoberta: PAN Rivulídeos e PAN Peixes e Eglas da Mata Atlântica. Saiba mais em: http://www.maternatura.org.br/.../equipe-de-projeto.../

 

 

31/12/20

CEPTA deseja à todos, um ótimo 2021

Que as nossas energias sejam renovadas e que tenhamos um Ano Novo cheio de luz, paz e amor.

ano novo cepta

 

29/12/20

Analista do cepta se reune com a Comissão Gestora do Rio Verde Pequeno.

apres rivus

Hypsolebias marginatus Wilson J.E.M. Costa

Foto: Prof Dr. Wilson J. Costa- UFRJ

 

reunião rivus

No presente mês, ocorreu a 2ª Reunião Ordinária da Comissão Gestora da bacia hidrográfica do Rio Verde Pequeno (CGVP).

Na ocasião, a Analista Ambiental do CEPTA Maria Rita Barreto, apresentou o PAN Rivulídeos e alertou aos presentes sobre o alto risco de extinção do grupo Rivulidae.

Este grupo de espécies, possui grande ocorrência na sub-bacia do Rio Verde Pequeno e a Analista fez um alerta sobre os novos empreendimentos na região que podem impactar na sobrevivência dessa família de peixes se critérios de proteção não forem adotados.

Por fim, na referida reunião a Analista Ma. Rita apresentou um mapa, elaborado pela equipe de geoprocessamento do CEPTA, indicando as áreas de ocorrência das espécies na bacia do Rio Verde Grande que ocorrem nos Estados de Minas Gerais e Bahia.

Mais detalhes em: https://cbhverdegrande.org.br/noticias/informacoes/cgvp-realiza-sua-2a-reuniao-ordinaria-do-ano/

 

30/11/20

CEPTA PARTICIPA DO TERRA DA GENTE - EPTV

Confiram na íntegra, a participação do CEPTA no programa Terra da Gente que foi ao ar no último sábado (28/11).

A emissora também fez uma bela matéria sobre o Rio Mogi-Guaçu.

Para acessar o programa, clique aqui

 

tg cepta