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Cnidários

coabio cnidarios

DOCUMENTOS E ARQUIVOS
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Lista das espécies avaliadas alt
Ficha base de avaliação alt
VALIDADO

N° DE ESPÉCIES: 26

O Filo Cnidária inclui animais invertebrados como as águas-vivas, os corais e as anêmonas do mar. A avaliação dos Cnidários brasileiros está sendo conduzida pela Coordenação de Avaliação do estado de Conservação da Biodiversidade - COABio. De 30 de janeiro a 1 de fevereiro, nove especialistas de diversas instituições brasileiras reuniram-se para avaliar o estado de conservação de Cnidários do Brasil, na sede do ICMBio. A avaliação segundo critérios e categorias da União Internacional para a Conservação da Natureza – UICN foi realizada em plenária e, ao final de cada dia de discussão, aprovado um documento contendo a categorização de risco de extinção e a justificativa de cada espécie. Foram avaliadas 26 espécies, das quais cinco foram classificadas em alguma categoria de ameaça.

Durante a oficina, foi identificado que os cnidários sofreram declínios significativos ao longo de todo o litoral brasileiro em décadas passadas. Legislações de proteção ao grupo e criação de Unidades de Conservação amenizaram as tendências de declínio e a situação populacional de algumas espécies é aparentemente estável no momento. No entanto, algumas espécies permanecem em situação de risco e, para reversão dessa situação, bem como para a manutenção do status das não-ameaçadas, é essencial não só a manutenção das medidas já implementadas como a adoção de novas medidas face à continuidade das ameaças e surgimento de novas, como espécies invasoras, atividades relacionadas à exploração de petróleo e gás, contaminação e proliferação de patógenos (levando a surtos de doenças), sobrepesca de peixes herbívoros, aumento da destruição de habitats (podendo ser agravada pelo novo Código Florestal), entre outros. Todo esse quadro é agravado pelo aumento da temperatura superficial e acidificação da água do mar. Como se sabe que a manutenção da saúde ecossistêmica é fundamental para se garantir a resistência e resiliência dos recifes e comunidades coralíneas, os especialistas recomendaram na oficina que sejam adotadas ações adicionais de conservação e manejo baseadas nas espécies e ecossistemas.

N° DE OFICINAS:

1 oficina realizada

COORDENADORA DE TAXON:

Dra. Débora de Oliveira Pires (MN/UFRJ)

PONTO FOCAL:

Msc. Estevão Carino Fernandes de Souza (COABIO - ICMBIO)

EMAIL:  coabio@icmbio.gov.br

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