Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Fauna Brasileira > Fauna Brasileira > Estado de Conservação - Lista > Mamíferos - Dasypus kappleri - tatu quinze quilos
Início do conteúdo da página

Mamíferos - Dasypus kappleri - tatu quinze quilos

Avaliação do Risco de Extinção de DASYPUS KAPPLERI KRAUSS, 1862 no Brasil

Flávia Regina Miranda1, Fábio Röhe2, Sergio Maia Vaz3, Teresa Cristina da Silveira Anacleto4, Thiago Philipe de Camargo e Timo5

1Instituto de Pesquisa e Conservação de Tamanduás no Brasil. <flavia@tamandua.org>
2Wildlife Conservation Society. <fabiorohe@gmail.com>
3Departamento de Vertebrados, Seção de Mamíferos, Museu Nacional - MN/UFRJ. <smvaz@mn.ufrj.br>
4Laboratório de Mamíferos, Departamento de Biologia, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT. <teresacristina@unemat.br>5Pesquisador Associado a Universidade Federal de São Carlos - UFSCAR. <thiago.timo@gmail.com>


Dasypus kappleri FabioRohe Dasypus kappleri

Ordem: Cingulata
Família: Dasypodidae
Nomes comuns por região/língua:
Português
– tatu-quinze-quilos, tatu-tinga (Superina & Aguiar 2006), tatu-açu (Acre, Lopes 2005), tatu-verdadeiro (F. Röhe, dados não publicados) e tatu-canastra (Maranhão; M. S. Fialho, dados não publicados).
Inglês – greater long nosed armadillo (Superina & Aguiar 2006).
Outros – mulita de Kappler (espanhol), tatú peba grande (espanhol, Equador), tatú quinze quilos (espanhol, Bolívia), armadillo aracacho (espanho, Colômbia); tatou de Kappler (francês); grand tatou (francês) (Superina & Aguiar 2006).

Sinonímia/s: Não houve mudanças.
Notas taxonômicas: 
Não há problemas relevantes para a validade da espécie e não existem revisões taxonômicas em curso.

Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Menos Preocupante (LC).

Justificativa: 
Dasypus kappleri é uma espécie amazônica com ampla distribuição, e as ameaças detectadas não comprometem a população como um todo, sendo, portanto categorizada como Menos Preocupante (LC).

Histórico das avaliações nacionais anteriores:
Táxon não consta na última avaliação nacional.
Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): Menos Preocupante (LC) (Abba & Superina 2010).

Descrição geral do táxon

É a maior espécie de tatu do gênero Dasypus. Possui de sete a oito cintas móveis na região mediana da carapaça e como característica diagnóstica apresenta escudos dérmicos nos membros posteriores (Eisenberg & Redford 1999). Duas subespécies foram descritas: D. k. kappleri (Maranhão, Pará, Amazonas) e D. k. pastasae (bem restrita; Acre, Rondônia, Bolívia) (Cabrera 1957, Gardner 2005). 

História de vida

Biologia: Pouco se sabe sobre sua história natural. Dasypus kappleri possui hábito solitário e noturno e escava tocas com mais de uma entrada (Emmons 1990). Barreto et al. (1985) estudaram a dieta e esta espécie se alimentou de insetos, outros invertebrados e vertebrados pequenos. A ingestão de material vegetal também ocorre (Szeplaki et al. 1988). Não existem informações sobre a biologia desta espécie no Brasil.

Massa de adultos
Fêmea De 8,5 a 10,5kg (Eisenberg & Redford 1999). 14,8kg (Amazônia, Santa Isabel do Rio Negro;
F.R. Miranda, dados não publicados).
Macho De 8,5 a 10,5kg (Eisenberg & Redford 1999). 15,2kg (Amazônia, BR – 319;
F.R. Miranda, dados não publicados).
Comprimento total
Fêmea Varia de 51,0 a 57,5cm (Eisenberg & Redford 1999).
Macho
Comprimento cauda (cm)
Fêmea Varia de 32,5 a 48,3cm (Eisenberg & Redford 1999).
Macho
Altura da orelha
Fêmea   4,8 a 5,5cm (Emmons 1990).
Macho
Razão sexual Não há informação
Sistema de acasalamento Não há informação
Intervalo entre nascimentos Não há informação
Tempo médio e intervalo de gestação Não há informação
Número de filhotes por gestação Pode ter de dois a doze filhotes por ninhada (Nowak 1999).
Idade de maturação dos indivíduos
Fêmea Não há informação
Macho
Longevidade Não há informação
Tempo geracional Não há informação
Sazonalidade reprodutiva Não há informação
Enfermidades: doenças e parasitas encontradas para o táxon
Foi encontrado o carrapato Amblyoma parvum parasitando esta espécie (AM, Mullins et al. 2004).

 

Dasypus kappleri ocorre na Colômbia (leste do Andes), Venezuela (sul do Orinoco) e sul das Guianas através da bacia Amazônica do Equador, Peru, Brasil e norte da Bolívia (Wetzel 1982, 1985).
No Brasil está presente no bioma Amazônia (Fonseca et al. 1996, Paglia et al. 2012) e regiões de ecótono deste bioma com o Cerrado (leste de Mato Grosso, Schittini 2009, T.C.S. Anacleto, dados não publicados). Além disto, D. kappleri ocorre nos estados do Amazonas, Roraima, Acre, Pará, Mato Grosso, Maranhão (relato e observado, Oliveira et al. 2007), região que necessita de maior amostragem e pesquisa para este táxon, e ainda Amapá e Rondônia, através de registros baseados em espécimes conservados em museus (S.M. Vaz, dados não publicados). O registro para o estado do Maranhão feito por Oliveira et al. (2007) é o único na literatura. Emmons (1990) considera a região de Belém como o limite leste da distribuição geográfica desta espécie e Eisenberg & Redford (1999), apesar de incluírem o oeste do Maranhão na distribuição de Dasypus kappleri, não estão certos da presença desta espécie neste estado (registros conhecidos somente em localidades longe do estado). Não tem sido registrado no sul do Pará, leste do rio Tapajós. Há uma população potencialmente disjunta ao sul da Ilha de Marajó (Eisenberg & Redford 1999).

Extensão de ocorrência: 3.755.877,25km2(valor calculado para a Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros).

Área de ocupação: Não se sabe, entretanto é maior que 2.000km2.
A tendência populacional deve ser decrescente considerando a redução de hábitat.
Não há estimativas de densidade ou de tamanho da população existentes. Suspeita-se que exista aporte de indivíduos de fora do Brasil, entretanto não há informações sobre a contribuição relativa de populações estrangeiras para a manutenção das populações nacionais.
Habita as florestas tropicais da bacia da Amazônia e do Orinoco (Wetzel 1982). É pouco comum em savanas e áreas abertas. Pode habitar o Tabocal (F. Röhe, dados não publicados) e Campina Amazônica (Röhe 2007).
O táxon é restrito a hábitats primários. A fragmentação da cobertura florestal e a pressão de caça levaram a extinção local da espécie em duas áreas estudadas nas proximidades de Santarém, margem direita do rio Tapajós/PA (Sampaio et al. 2010).
As principais ameaças identificadas para o táxon foram: desmatamento, aumento da matriz energética, aumento da matriz rodoviária e caça.
Localmente Dasypus kappleri é ameaçada pelo desflorestamento e sujeito a caça no Equador e Brasil (Tirira 2001, T.C.S. Anacleto citado em Abba & Superina 2010, p.158). A ampliação das obras de infraestrutura (Hidrelétricas e rodovias) previstas para a Amazônia pode levar a uma redução populacional da espécie.
Presente nas Terras Indígenas Jaminauá/Envira e Kampa do Rio Envira (Species Link), Parque Nacional da Serra do Divisor, Acre (Calouro 1999 – relato, Mullins et al. 2004 - captura); Parque Nacional do Viruá (Oliveira et al. 2009) e Estação Ecológica de Maracá (Nunes & Bobadilla 1997) em Roraima; Reserva Biológica de Uatumã (Lopes 2005), Parque Nacional do Jaú (Iwanaga 2004) e Nascentes do Lago Jari (F.R. Miranda, dados não publicados), Floresta Nacional do Purus (ICMBio 2009a), Reservas de Desenvolvimento Sustentável do Rio Amapá e do Igapó- Açu, a Reserva Extrativista do Lago do Capanã Grande no Amazonas; Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Amapá (Silva 2008); Florestas Nacionais Saracá-Taquera (Oliveira et al. 2006), do Crepori (ICMBio 2010a), do Trairão (ICMBio 2010b, F.R. Miranda, dados não publicados), de Altamira, do Jamanxim (MMA 2008) e do Tapajós (Sampaio et al. 2010, entrevista semi-estruturada), Parque Estadual Monte Alegre (Lima et al. 2009), Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (Peres et al. 2003), Parque Nacional da Amazônia (George et al. 1988, entrevista), Reservas Biológicas do Rio Trombetas (F.R. Miranda, dados não publicados), de Tapirapé (MMA 2009) e Nascentes da Serra do Cachimbo (ICMBIO 2009b) no Pará; Postos Indígenas (PIN) Guajá e PIN Awa por relato de captura na área de Gurupi pelos povos Ka´apor e Awá-Guajá (Maranhão, Oliveira et al. 2007); Parque Nacional do Juruena (ICMBio 2011) e Parque Estadual do Cristalino (Rocha 2010) em Mato Grosso.
Necessárias:
Principalmente, inventários em áreas de potencial ocorrência, estudos de biologia, genética (barcode) e ecologia básica. Também são necessárias pesquisas que investiguem e esclareçam a distribuição geográfica e estado de conservação das populações das duas subespécies reconhecidas de Dasypus kappleri (D. k. kappleri e D. k. pastasae). D. k. kappleri está bem distribuída por toda a região amazônica e pode ser considerada comum. Entretanto, D.k. pastasae já tem uma ocorrência mais restrita na porção oeste da bacia amazônica, como em Rondônia, estado com histórico de degradação e substituição de hábitats florestais, o que pode estar comprometendo as populações desta subespécie nesta região.
Existentes:
Atualmente está sendo feito levantamento envolvendo espécimes conservados em instituições científicas com o propósito de obter informações registradas nas etiquetas dos animais (locais de ocorrência, data de coleta, medidas, peso, etc.) e observações de campo nos arredores da Floresta Nacional do Tapajós utilizando inclusive depoimentos de moradores locais (S.M. Vaz, dados não publicados). Levantamentos de área de ocorrência da espécie na Amazônia (F. Röhe e F.R. Miranda, dados não publicados/rede SISBIOTA).
Especialistas e Núcleos de Pesquisa e Conservação:
Não há especialistas no Brasil para esta espécie.
Abba, A.M. & Superina, M. 2010. The 2009/2010 Armadillo Red List Assessment. Edentata, 11(2): 135-184.
Barreto, M; Barreto, P. & D´Alessandro, A. 1985. Colombian armadillos: stomach contents and infection with Tripanosoma cruzi. Journal of Mammalogy, 66(1): 188-193.
Cabrera, A. 1957. Catálogo de los mamíferos de America Del Sur. Revista del Museu Argentino de Ciências Naturales Bernadino Rivadavia, 4(1): 01-307.
Calouro, A.M. 1999. Riqueza de mamíferos de grande e médio porte do Parque Nacional da Serra do Divisor (Acre, Brasil). Revista Brasileira de Zoologia, 16(2): 195-213.
Eisenberg, J.F. & Redford, K.H. 1999.Mammals of the Neotropics: The Central Neotropics. Ecuador, Peru, Bolivia, Brazil. v. 3. The University of Chicago Press. 610p.
Emmons, L.H. 1990. Neotropical Rainforest Mammals. A Field Guide. 1. ed. University of Chicago Press, Chicago. 281p.
Fonseca, G.A.B.; Herrmann, G.; Leite, Y.L.R.; Mittermeier, R.A.; Rylands, A.B. & Patton, J.L. 1996. Listaanotada dos mamíferos do Brasil. Occasional Papers in Conservation Biology, 4: 1-38.
Gardner, A.L. 2005. Order Cingulata. Pp. 94–99. In: Wilson, D.E. & Reeder, D.M. (eds.). Mammal Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference. The Johns Hopkins University Press, Baltimore. 2142p.
George, T.K.; Marques, S.A.; de Vivo, M.; Branch, L.C.; Gomes, N. & Rodrigues, S. 1988. Levantamento de mamíferos do PARNA – Tabajós. Brasil Florestal, 63: 33-41.
ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). 2009a. Floresta Nacional do Purus: Plano de Manejo. Volume I - Diagnóstico. ICMBio/MMA. 663p.
ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). 2009b. Plano de Manejo da Reserva Biológica Nascentes da Serra do Cachimbo. MMA/ICMBio/WWF/ICV. 332p.
ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). 2010a. Plano de Manejo: Floresta Nacional do Crepori. Volume III - Anexos: Relatório da Avaliação Ecológica Rápida. MMA/ICMBio. 317p.
ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). 2010b. Plano de Manejo da Floresta Nacional do Trairão, localizada no Estado do Pará. Volume I - Diagnóstico. ICMBio/MMA/Serviço Florestal Brasileiro. 319p.
ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). 2011. Plano de Manejo: Parque Nacional do Juruena. MMA/ICMBio/ARPA. 163p.
Iwanaga, S. 2004. Levantamento de mamíferos diurnos de médio e grande porte no Parque Nacional do Jaú: resultados preliminares. Pp. 195-207. In: Borges, S.H.; Iwanaga; S., Durigan, C.C. &Pinheiro, M.R. (eds.). Janelas para a Biodiversidade no Parque Nacional do Jaú: uma estratégia para o estudo da biodiversidade na Amazônia. Fundação Vitória Amazônica, Manaus.
Lima, E.M.; Muniz, I.C.M.; Ohana, J.A.B. & Silva Júnior, J.S. 2009. Ocorrência de Euphractus sexcinctus (Xenarthra: Dasypodidae) na região do Médio Rio Amazonas. Edentata, 8–10: 58–60.
Lopes, M.A.O.A. 2005. Populações de mamíferos no Parque Nacional da Serra do Divisor, Cruzeiro do Sul, AC, Pp.53-64. In: Drumond, P.M. (org.). Fauna do Acre. Editora da Universidade do Acre (Série Estudos e Pesquisas, 2), Rio Branco. 203p.
MMA (Ministério do Meio Ambiente). 2008. Avaliação Ecológica Rápida para o diagnóstico faunístico do mosaico de Ucs da Terra do Meio, estado do Pará. Relatório Técnico Preliminar: Mastofauna. MMA/ICMBio/CENAP. 52p.
MMA (Ministério do Meio Ambiente). 2009. Reserva Biológica do Tapirapé: Plano de Manejo. MMA/ ICMBio/Ambiental Consulting: Soluções Ambientais. 363p.
Mullins, M.C.; Lazzarini, S.M.; Picanço, M.C. & Serra-Freire, N.M. 2004. Amblyoma parvum a parasite of Dasypus kappleri in the state of Amazonas, Brazil. Revista de Ciências Agrárias, 42: 287-291.
Nowak, R. M. 1999. Walker's Mammals of the World. v. 1. 6. ed. The Johns Hopkins University Press, Baltimore & London. 836p.
Nunes, A.P. & Bobadilla, U. 1997. Mamíferos de Roraima: status de diversidade e conservação (Cap. 27). Pp. 566-580. In: Barbosa, R. I.; Ferreira, E. J. G. & Castellón, E. G. Homem, ambiente e ecologia no Estado de Roraima. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA, Manaus. 613p.
Oliveira, L.C.; Mendel, S.M.; Loretto, D.; Silva Júnior, J.S. & Fernandes, G.W. 2006. Edentates of the Saracá-Taquera National Forest, Pará, Brazil. Edentata, 7: 3–18.
Oliveira, L.F.B.; Oliveira, J.A.; Bonvicino, C.R.; Tavares, F.E.; Cordeiro, J.L.P.; Coelho, I.P.; Vilela, J.; Caramaschi, F.P.; Silva, F.C.D.; Caetano, C.A. & Franco, S.M. 2009. Diagnóstico Ambiental do Parque Nacional do Viruá: Relatório de Mastozoologia. 123p.
Oliveira, T.G.; Gerude, R.G. & Silva Júnior, J.S. 2007. Unexpected mammalian records in the State of Maranhão. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Ciências Naturais, 2(2): 23-32.
Paglia, A.P.; Fonseca, G.A.B.; Rylands, A.B.; Herrmann, G.; Aguiar, L.M.S.; Chiarello, A.G.; Leite, Y.L.R; Costa, L.P.; Siciliano, S.; Kierulff, M.C.M.; Mendes, S.L.; Tavares, V.C.; Mittermeier, R.E. & Patton, J.L. 2012. Lista anotada dos mamíferos do Brasil. 2ª Edição. Occasional Papers in Conservation Biology, 6: 1-76.
Peres, C.A.; Barlow, J. & Haugaasen, T. 2003. Vertebrate responses to surface wildfires in a central Amazonian Forest. Oryx, 37(1): 97-109.
Röhe, F. 2007. Mamíferos de médio e grande porte. Pp. 195-209. In: RappPy-Daniel, L.; Deus, C.P.; Henriques, A.L.; Pimpão, D.M. & Ribeiro, O.M. (orgs.). Biodiversidade do Médio Madeira: Bases científicas para propostas de conservação. INPA, Manaus. 244p.
Rocha, E.C. 2010. Mamíferos em unidades de conservação na região do Cristalino, Mato Grosso – composição, estrutura e avaliação de impactos ambientais. Tese de Doutorado (Doutorado em Ciência Florestal). Universidade Federal de Mato Grosso. 105p.
Sampaio, R.; Lima, A.P.; Magnusson, W.E. & Peres, C.A. 2010. Long-term persistence of midsized to large-bodied mammals in Amazonian landscapes under varying contexts of forest cover. Biodiversity Conservation, 19: 2421-2439.
Schittini, A.E.F.B. 2009. Mamíferos de médio e grande porte no Cerrado Mato-Grossense: caracterização geral e efeitos de mudanças na estrutura da paisagem sobre a comunidade. Dissertação (Mestrado em Ecologia). Universidade de Brasília. 154p.
Silva, C.R. 2008. Inventários rápidos de mamíferos não-voadores no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque: Resultados das Expedições I a V e Síntese. Pp. 51-58. In: Bernard, E. (ed.). Inventários Biológicos Rápidos no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Amapá, Brasil. RAP Bulletin of Biological Assessment, 48: 151.
Species Link. Apoio: FAPESP; GBIF; JRS Foundation; MCT; CNPq; FINEP&CRIA. http://splink.cria.org.br/. (Acesso em 05/01/2012).
Superina, M. & Aguiar, J.M. 2006. A reference list of common names for the Edentates. Edentata, 7: 33-44.
Szeplaki, E.O.; Ochoa, J.G. &Clavijo, J.A. 1988. Stomach contents of the rater long-nosed armadillo (Dasypus kappleri) in Venezuela. Mammalia, 52: 422-425.
Tirira, D. 2001. Libro Rojo de los Mamíferos delEcuador. Sociedad para laInvestigación y Monitoreo de La Biodiversidad Ecuatoriana (SIMBIOE)/ Ecociencias/Ministerio del Ambiente/UICN. Publicación Especial sobre los Mamíferos Del Ecuador, Quito, Ecuador.
Wetzel, R.M. 1982. Systematics, distribution, ecology, and conservation of South American edentates. Pp. 345–375 In: Mares, M.H. & Genoways, H.H. (eds.). Mammalian Biology in South America. Special Publication Series of the Pymatuning Laboratory of Ecology, University of Pittsburgh. 539p.
Wetzel, R.M. 1985. Taxonomy and distribution of armadillos, Dasypodidae. Pp. 23–48. In: Montgomery, G.G (ed.). The Evolution and Ecology of Armadillos, Sloths, and Vermilinguas. Smithsonian Institution Press, Washington. 451p.


Citação:
Miranda, F.R.; Röhe, F.; Vaz, S.M.; Anacleto, T.C.S. & Timo, T.P.C. 2015. Avaliação do Risco de Extinção de Dasypus kappleri Krauss, 1862 no Brasil.Processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira. ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/lista-de-especies/7104-mamiferos-dasypus-kappleri-tatu-quinze-quilos.html

Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros.
Data de realização: 18 a 20 de julho de 2012.
Local: Iperó, SP.

Avaliadores:
Adriano Garcia Chiarello, Fábio Röhe, Flávia Regina Miranda, Gileno Antonio Araújo Xavier, Guilherme de Miranda Mourão, José Abílio Barros Ohana, Kena F.M. da Silva, Marcelo Lima Reis, Mariana de Andrade Faria-Corrêa, Sergio Maia Vaz, Teresa Cristina da Silveira Anacleto

Colaboradores:
Amely B. Martins (Ponto Focal), Diógenes A. Ramos Filho (Sistema Sagu-í), Estevão Carino (Facilitador), Ivy Nunes (Mapas), Kena F.M. da Silva (Compilação), Marcos de S. Fialho (Ponto Focal), Maria Nazareth F. da Silva, Taissa Régis (Apoio).

Fim do conteúdo da página