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Mamíferos - Bradypus tridactylus - preguiça de três dedos

Avaliação do Risco de Extinção de BRADYPUS TRIDACTYLUS LINNAEUS, 1758 no Brasil

Flávia Regina Miranda1, Fábio Röhe2, Nadia de Moraes-Barros3

1Instituto de Pesquisa e Conservação de Tamanduás no Brasil. <flavia@tamandua.org>
2Wildlife Conservation Society. <fabiorohe@gmail.com>
3Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo e Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos - Cibio/Inbio, Universidade do Porto - UP, Portugal. <nadiabarros@cibio.up.pt>


Bradypus tridactylus FabioRohe Bradypus tridactylus

Ordem: Pilosa
Família: Bradypodidae
Nomes comuns por região/língua:
Português –
aí, preguiça-de-bentinho, preguiça-de-três-dedos (Superina & Aguiar 2006) ou ainda preguiça-de-garganta-amarela (Medriet al. 2011).
Inglês –
pale-throated three-toed sloth, pale-throated sloth (Superina & Aguiar 2006).
Outros -
perezoso de tres dedos (espanhol); aï (francês), bradype (francês), paresseuxtridactyle (francês); moutonparesseux (francês) (Superina & Aguiar 2006).
Sinonímia/s: Durante muitos anos, a sinonímia Bradypus tridactylus foi atribuído em muitos casos (principalmente em artigos publicados antes do anos 70) a espécie Bradypus variegatus.

Notas taxonômicas: 
Não há problemas relevantes para a validade da espécie e não existem revisões taxonômicas em curso.

Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Menos Preocupante (LC).

Justificativa: 
A espécie Bradypus tridactylus possui extensão de ocorrência ampla, sem grandes vetores de ameaças identificados, sendo, portanto, categorizada como Menos Preocupante (LC).

Histórico das avaliações nacionais anteriores:
Espécie não consta na última avaliação nacional.
Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): Menos Preocupante (LC) (Superina et al. 2010).

Descrição geral do táxon

A pelagem de Bradypus tridactylus é marrom-acinzentada, sendo que a região da testa e da garganta tem coloração amarela a região dos ombros possuem pelos escuros na maioria dos espécimes. Os machos podem se distinguir das fêmeas pela sua mancha dorsal amarelo-alaranjado com uma linha central preta larga (Hayssen 2009). Os juvenis são mais cinzentos do que os adultos (Gray citado em Hayssen 2009, p. 2). O padrão de coloração dorsal da pelagem varia, mas frequentemente apresenta um padrão salpicado que a distingue do padrão de marrom ao marrom-amarelado da espécie B. variegatus (Eisenberg& Redford 1999). No campo, outra forma de distinguir esta espécie é observar a coloração da pelagem da garganta, pois em B. tridactylus é dourada enquanto que em B. variegatus é marrom (Anderson & Handley citado em Medri et al. 2011, p. 93). Contudo, algumas poucas populações de B. variegatus ditribuídas na região do baixo rio Tapajós, exibem uma cobertura dourada muito evidente na garganta. Ainda assim, tal coloração dourada não é encontrada na base dos pelos, os quais são marrons, diferente do observado em B. tridactylus onde o dourado segue por todo o pelo, da sua extremidade até a base. Portanto, a falta de uma análise minuciosa da morfologia pode levar a erros de identificação (Moraes-Barros et al. 2011). Bradypus tridactylus possui 2n=52 cromossomos (Jorge & Pereira citado em Hayssen 2009, p. 6). 

História de vida

Biologia: Esta espécie tem hábito arborícola (Fonseca et al. 1996). Tem atividade variando entre diurna e noturna (Emmons 1990), mas os deslocamentos ocorrem com maior frequência no período noturno (Carmo 2002). Um indivíduo desta espécie dormiu em média até 18, 5 horas/dia (Beebe citado em Hayssen 2009, p. 6). Em vida livre esta espécie tem como principais predadores os felinos, como a onça pintada (Panthera onca) e o gato-maracajá (Leopardus wiedii); cobras, como a sucuri (Eunectes sp.) e a ave de rapina Harpia harpyja (Beebe, Hoke, Izor citado em Hayssen 2009, p. 6).

Massa de adultos
Fêmea Entre 3 e 6kg (Emmons 1990).
Macho
Comprimento total
Fêmea Comprimento médio de 50cm (Eisenberg & Redford 1999).
Macho
Comprimento cauda (cm)
Fêmea A cauda tem de 3 a 8cm (Eisenberg & Redford 1999).
Macho
Altura da orelha
Fêmea   1,3cm (1,0-1,5, N=3) Wetzel (1985).
 Macho
Razão sexual Em Manaus (Brasil) a razão sexual foi de 1:1 (Jorge et al. 1985).
Sistema de acasalamento Não há informação
Intervalo entre nascimentos O intervalo entre os nascimentos é aproximadamente de 12 meses (Taube et al. 2001).
Tempo médio e intervalo de gestação O período de gestação é de 106 dias de acordo com Nowak (1999) ou cerca de seis meses conforme Taube et al. (2001).
Número de filhotes por gestação Nasce um único indivíduo por vez (Taube et al. 2001).
Idade de maturação dos indivíduos
Fêmea Os indivíduos de ambos os sexos atingem a maturidade sexual com cerca de três anos de idade (Montgomery apud Medri et al. 2011, p. 94).
Macho
Longevidade Longevidade de no mínimo 12 anos (Lara-Ruiz &Chiarello 2005).
Tempo geracional Conforme informações para B. torquatus (Lara-Ruiz & Chiarello 2005), o tempo geracional seria em torno de 7,5 anos, logo 3 gerações correspondem à 23 anos.
Sazonalidade reprodutiva Há registros de nascimentos entre julho e setembro (Beebe citado em Wetzel 1982, p. 354), entre março a setembro (Richard-Hansen & Taube citado em Hayssen 2009, p. 4) e de janeiro a abril (Taube et al. 2001).
Enfermidades: doenças e parasitas encontradas para o táxon
Endoparasitas incluem Endotrypanum schaudini (Shaw citado em Hayssen 2009, p. 5). Trypanosoma rangeli ocorreu em um animal selvagem (Dereure et al. citado em Hayssen 2009, p. 5). Parasitas externos incluem carrapatos: Amblyomma geayi e Amblyomma varium (Waage & Best, Marques et al. citado em Hayssen 2009, p. 5); ácaros: Edentalges bradypus, Lobalges trouessarti e Psoralges andrei (Fain citado em Hayssen 2009, p. 5); mosquitos: Aedes serratus (Pinheiro et al. citado em Hayssen 2009, p. 5), e Acari dada (Waage& Best citado em Hayssen 2009, p. 5). Em Manaus, a maioria dos indivíduos dos indivíduos de Bradypus tridactylus (99%) estavam infestados com uma média de 33 carrapatos/indivíduo (Waage & Best citado em Hayssen 2009, p. 5).


A espécie não endêmica ao Brasil, ocorrendo nas Guianas (Guiana Francesa, Guiana e Suriname) e na Venezuela. O único bioma brasileiro em que esta espécie pode ser encontrada é a Amazônia (Fonseca et al. 1996, Paglia et al. 2012). Está presente nos estados do Amapá, Amazonas, Pará e Roraima.
Bradypus tridactylus só é encontrada na região centro-norte da América do Sul (Anderson & Handley citado em Moraes-Barros et al. 2010, p. 53). Ocorre desde o delta do rio Orinoco na Venezuela, nas terras altas do Amazonas, através das florestas da Guiana, Suriname, Guiana Francesa até o norte do Brasil (Wetzel 1982, 1985, Superina et al. 2010). O mapa de distribuição apresentado por Moraes-Barros et al. (2010) apresentou divergências com os anteriores (Gardner 2007, Chiarello 2008) devido principalmente aos casos de troca na identificação taxonômica entre B. tridactylus e B. variegatus. Segundo estes autores, a simpatria com B. variegatus ocorre apenas ao longo da margem norte do rio Amazonas. No Brasil, B. tridactylus é encontrada somente ao norte do rio Amazonas e a leste do rio Negro (Moraes Barros et al. 2010). É necessária ainda maior amostragem e pesquisa sobre a distribuição da espécie, em especial a margem direita do rio Branco e zonas fronteiriças com as Guianas.

Extensão de ocorrência: 473.562km2 (valor calculado para a Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros).
Área de ocupação: Não se sabe, entretanto é maior que 2.000km2.
É uma espécie considerada comum (indivíduos da espécie são facilmente encontrados). Embora esta espécie sofra ameaça pela perda de florestas, ainda permanece localmente abundante em muitas áreas protegidas (Aguiar 2004).
Estimativas de densidade ou de tamanho da população existentes: Estimada em 2,21 indivíduos/ha ou 221 indivíduos/km2 pelo método de censo por transecto linear em Manaus, Brasil (Chiarello 2008).
Suspeita-se que exista aporte de indivíduos de fora do Brasil, entretanto não há informações sobre a contribuição relativa de populações estrangeiras para a manutenção das populações nacionais.
A tendência populacional é desconhecida.
O táxon não é restrito a hábitats primários e habita as florestas Neotropicais. A área de vida registrada para a espécie, na Guiana Francesa, variou de 1,4 a 3,6ha (Taube citado em Taube et al. 2001, p. 174). Não há informações para o Brasil.
Embora não existam ameaças eminentes para espécie (Superina et al. 2010) uma ameaça plausível para o futuro é o desmatamento.
Necessárias:
Inibir o desmatamento.
No Amazonas: Reserva Biológica Adolpho Ducke (Ribeiro et al. 2004) e Parque Estadual do rio Negro – setor sul (F. Röhe, dados não publicados); no estado do Pará: Floresta Nacional Saracá-Taquera (Oliveira et al. 2006) e Reserva Biológica do Rio Trombetas (F.R. Miranda, dados não publicados); no Amapá: Floresta Nacional do Amapá (Laufer et al. no prelo) e Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (Silva 2008); por fim, em Roraima: Parque Nacional do Viruá (Oliveira et al. 2009) e ESEC Maracá (Barnett & Cunha 1998).
Necessárias:
Inventários em potenciais áreas de sua ocorrência, estudos ecológicos, demográficos e taxonômicos.

Existentes:
Não há informações de pesquisas em andamento.

Especialistas e Núcleos de Pesquisa e Conservação:
Nadia de Moraes-Barros (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos - Cibio/Inbio, Universidade do Porto, Portugal e Departamento de Genética e Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo. Membro do Grupo de Especialistas em Xenartros da IUCN/SSC).
Aguiar, J.M. 2004. Species summaries and species discussions. In: Fonseca, G.; Aguiar, J.M.; Rylands, A.; Paglia, A.; Chiarello, A.; Sechrest, W. (orgs.). The 2004 Edentate Species Assessment Workshop. Edentata, 6: 3-26.
Barnett, A. & Cunha, A.C. 1998. Apendix 3 (Cap. 10) - Other mammals on the Ilha de Maracá. Pp. 449-450. In: Milliken, W.; Ratter, J. A. (org.). Maracá: The biodiversity and environment of an Amazonian rainforest. John Wiley & Sons, Chichester - England. 528p.
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Oliveira, L.F.B.; Oliveira, J.A.; Bonvicino, C.R.; Tavares, F.E.; Cordeiro, J.L.P.; Coelho, I.P.; Vilela, J.; Caramaschi, F.P.; Silva, F.C.D.; Caetano, C.A. & Franco, S.M. 2014. Mamíferos. Pp. 6.6-1 - 6.6-21. In: ICMBIO. Plano de Manejo do Parque Nacional do Viruá. ICMBIO, Boa Vista. 626p.
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Citação:
Miranda, F.R.; Röhe, F. & Moraes-Barros, N. 2015.Avaliação do Risco de Extinção de Bradypus tridactylus Linnaeus, 1758 no Brasil.Processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira. ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/lista-de-especies/7115-mamiferos-bradypus-tridactylus-preguica-de-tres-dedos.html

Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Xenarthra Brasileiros.
Data de realização: 18 a 20 de julho de 2012.
Local: Iperó, SP.

Avaliadores:
Adriano Garcia Chiarello, Fábio Röhe, Flávia Regina Miranda, Gileno Antonio Araújo Xavier, Guilherme de Miranda Mourão, José Abílio Barros Ohana, Kena F. M. da Silva, Marcelo Lima Reis, Mariana de Andrade Faria-Corrêa, Sergio Maia Vaz, Teresa Cristina da Silveira Anacleto.

Colaboradores:
Amely B. Martins (Ponto Focal), Diógenes A. Ramos Filho (Sistema Sagu-í), Estevão Carino (Facilitador), Ivy Nunes (Mapas), Kena F. M. da Silva (Compilação), Marcos de S. Fialho (Ponto Focal), Taissa Régis (Apoio).

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