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Mamíferos - Alouatta caraya -Bugio preto

Avaliação do Risco de Extinção de Alouatta caraya (Humboldt,1812) no Brasil

Gabriela Ludwig1, Júlio César Bicca-Marques2, José Rímoli3, Rogerio Grasseto Teixeira da Cunha4, Sandro Leonardo Alves5,Valeska Martins6, Rodrigo del Rio do Valle7, João Marcelo Deliberador Miranda8 & Mariluce Rezende Messias9



1Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros, CPB/ICMBio, João Pessoa, PB. Bolsista FAPESQ-PB/CNPq <gabiludwig@gmail.com>

2Laboratório de Primatologia, Faculdade de Biociências, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS. <bicca.marques@gmail.com>


3
Departamento de Biociências, Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Aquidauana, Mato Grosso do Sul, Brasil. <jose.urso.rimoli@gmail.com>


4
Instituto de Ciências da Natureza, UNIFAL-MG. <rogcunha@hotmail.com>


5
Reserva Biológica do Guaporé, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Costa Marques, RO. <sandro.alves@icmbio.gov.br>


6
Laboratório de Primatologia, Faculdade de Biociências, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS. Universidade de Cruz Alta, Cruz Alta, RS. <vmartinsdasilvarigato@gmail.com>;


7
Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Paulista, São Paulo, SP. Núcleo de Reprodução Assistida e Biotecnologia, Divisão de Pesquisas Aplicadas, Fundação Parque Zoológico de São Paulo, São Paulo, SP. <rodrigo@wlmconsultoria.com.br>


8
Departamento de Biologia, Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná. <guaribajoao@yahoo.com.br>


9
Laboratório de Mastozoologia e Vertebrados Terrestres, Dept. Biologia, Fundação Universidade Federal de Rondônia - UNIR, Campus de Porto Velho, RO. <messias.malu@gmail.com>



Alouatta caraya Adriano Gambarini CPB  Alouatta caraya

Ordem: Primates
Família: Atelidae
Nomes comuns por região/língua:
Português
– Bugio-preto, Guariba-preto, Barbado.
Inglês – Black-and-gold howler monkey, Southern black howler monkey, Black howling monkey.
Outros – Aullador negro, Mono aullador carayá, Manechi, Manechi negro, Hurleurnoir, Schwarzer Brüllaffe.

Sinonímia/s: Simia caraya Humboldt, 1812 (Groves 2001), Alouatta barbatus (Spix, 1823), A. niger (É Geoffroy, 1812), A. straminea (Humboldt, 1812) (Groves 2005).

Notas taxonômicas: 
Aqui são aceitas as propostas taxonômicas de Gregorin (2006) e Rylands (2012).

Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Quase Ameaçada (NT) - A4cde.

Justificativa: 
Alouatta caraya é uma espécie com ampla distribuição no Brasil, ocorrendo nos estados de MT, MS, GO (incluindo o DF), TO, RO, PA, MA, PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS nos biomas Cerrado, Pantanal, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa. Sua extensão de ocorrência é superior a 3.000.000 km² e sua área de ocupação é bem maior que 2.000 km². Apresenta um número de indivíduos madurosmaior que 10.000. Entretanto, esta espécie sofre declínio populacional devido principalmente à perda, fragmentação e desconexão de habitat, aumento da matriz rodoviária e energética, agricultura, pecuária, incêndios, caça e vulnerabilidade a epidemias. Suspeita-se que essa redução populacional aproximar-se-á de 30% em 3 gerações, o que permite categorizar a espécie como Quase Ameaçada (NT) pela proximidade dos limiares do critério A4cde.

Histórico das avaliações nacionais anteriores:
Menos Preocupante (LC).

Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): Menos Preocupante (LC).

Avaliação estadual: SP – Vulnerável (VU) - A2c (Bressan et al. 2009); MG: Quase ameaçada (NT) – (Drummond et al. 2008); PR – Em Perigo (EN) - A1c; B2abc (Margarido & Braga 2004); RS – Vulnerável (VU) (Marques et al. 2002); Em Perigo (EN) (Decreto Estadual nº 51.797 de 8 de setembro de 2014).

Razão para alteração de categoria atual: Mudança genuína no estado de conservação do táxon.

História de vida

Maturidade sexual (anos)
Fêmea 4-5 anos (Rumiz, 1990)
Macho 5 anos (Rumiz, 1990)
Peso Adulto (g)
Fêmea média=4.400 (N=7) (Thorington et al. 1984); média= 4.330 (N=117) (Rumiz 1990); média=4.840 (N=10) (Redford & Eisenberg 1992); média=4.900 (N=7) (Almeida et al. 2005); média=5.130 (3.100 – 6.250; N=12) (Svoboda et al. 2006)
Macho média=6.700 (N=10) (Thorington et al. 1984); média= 6.420 (N=58) (Rumiz 1990); média=6.870 (N=14) (Redford & Eisenberg 1992); média=7.200 (N=19) (Almeida et al. 2005); média=7.770 (6.600-8.450; N=9) (Svoboda et al. 2006)
Comprimento Adulto (mm)
Fêmea média=500 (N=3) (Hill 1962); média=484 (N=8) (Redford & Eisenberg 1992); média=429 (N=7) (Almeida et al. 2005); média= 505 (4.800-5.400; N=12) (Svoboda et al. 2006)
Macho média=615 (N=4) (Hill 1962); média=550 (N=12) (Redford & Eisenberg 1992); média=557 (N=19) (Almeida et al. 2005); média= 570 (525-610; N=9) (Svoboda et al. 2006)
Tempo geracional (anos)
12 (IUCN/SSC 2007).
Sistema de acasalamento Poligâmico, geralmente um macho e várias fêmeas (Calegaro-Marques & Bicca-Marques 1993).
Intervalo entre nascimentos média=15,8 meses (12-26 meses) (Rumiz 1990); 13-15 meses (Calegaro-Marques & Bicca-Marques 1993); 18 meses (Kowalewsky & Zunino 2004); média=11 meses (7-16 meses) em cativeiro (Shoemaker 1982); 7-27 meses em cativeiro (Gomes & Bicca-Marques 2003).
Tempo de gestação (meses)
5 a 6,5 meses (Calegaro-Marques & Bicca-Marques 1993); 6 meses (Kowalewsky & Zunino 2004).
Tamanho da prole 1 (Calegaro-Marques & Bicca-Marques 1993).
Longevidade >26 anos em cativeiro (Rumiz, 1990)
Características genéticas
Cariótipo: 2n=52 em ambos os sexos; número fundamental (NF)=70 (Oliveira 1996, Mudry et al. 1998, Oliveira et al. 2002).
Informações sobre variabilidade genética do táxon (padrões filogeográficos e relações filogenéticas):
Análises filogenéticas utilizando o citocromo gene b, mostraram que as populações de A. caraya de Santa Cruz (Bolívia) são diferentes das populações de várias localidades de Mato Grosso e Goiás (n=1), sugerindo assim a possibilidade de existirem dois taxa ao invés de um (Nascimento et al. 2005).



No Brasil está presente nos estados da Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins, onde é residente e nativo (Hirsch et al. 1991, Flesher 2001, Fortes et al. 2005, Alves 2006, Gregorin 2006, Passos et al. 2007, Fernandez-Duque et al. 2008). Sua distribuição também compreende o nordeste e norte da Argentina, o norte, sul e leste do Chaco Paraguaio e o leste e norte da Bolívia (Rumiz 1990, Anderson 1997, Giordano & Ballard 2010). A possível ocorrência no norte do Uruguai (Villalba et al. 1995) aguarda confirmação em campo.
A espécie ocorre em simpatria com A. g. clamitans no sul do Brasil nos municípios de São Francisco de Assis e Tupanciretã no estado do Rio Grande do Sul e Icaraíma, Alto Paraíso e Foz do Iguaçu no Paraná (Aguiar et al. 2007, 2014, Bicca-Marques et al. 2008) e na Província de Misiones na Argentina (Agostini et al. 2008). No estado de Rondônia, a espécie ocorre em simpatria com A. puruensis na REBIO Guaporé, municípios de São Francisco do Guaporé e Alta Floresta D’Oeste (Alves 2006, 2013). Também foram observados grupos de A. caraya e A. puruensis se alimentando na mesma árvore em intervalo de poucas horas no município de São Francisco do Guaporé/RO (12° 30’0,69”S e 63°30’24,87”O), sugerindo uma elevada tolerância interespecífica.
O limite norte da distribuição é a região limítrofe entre o Cerrado e a Floresta Amazônica (rio Arrais, MT e alto rio Parnaíba, MA) e entre o Cerrado e a Caatinga, no Piauí (Chame et al. 1995, Chame & Olmos 1997,Flesher 2001). O limite leste é a costa oeste da cordilheira Atlântica, ausente na Mata Atlântica strictu sensu (Gregorin 2006). Há necessidade de melhor delimitação do limite leste (particularmente de SP para o norte) e do limite norte. No extremo oeste da distribuição, são necessários levantamentos de campo para uma maior compreensão da distribuição da espécie no estado de Rondônia, particularmente nas matas de galerias dos campos inundáveis do Vale do rio Guaporé e dos cerrados da Chapada dos Parecis, e na Serra dos Pacaás Novos (Iwanaga & Ferrari 2002, Alves 2006, 2013).
Há indicações (inferências, suspeitas) de que a distribuição atual do táxon está reduzida em relação a sua área de ocupação ou extensão de ocorrência histórica, pois seu ambiente vem sofrendo redução acelerada com a ocupação do Cerrado pelo agronegócio. No Mato Grosso do Sul a maioria dos grupos encontra-se em franco estágio de vulnerabilidade uma vez que há poucas Unidades de Conservação e grande pressão por pastagens e terras para monoculturas, tais como soja e milho (Stavis 2012). Esta situação também é verdadeira para o estado do Mato Grosso. Também há vulnerabilidade à febre amarela silvestre, a qual reduziu populações em alguns municípios gaúchos (Foguesatto 2011, Freitas & Bicca-Marques 2011, 2013). Há relatos de ausência de bugios-preto em algumas UCs em São Paulo, embora seja possível que ocorressem nestas áreas no passado, por estarem dentro de sua potencial distribuição.
A extensão de ocorrência da espécie é de 3.460.631 km2 (valor do M.P.C.) e sua área de ocupação é bem maior que 2.000 km².





O tamanho da população total remanescente não é conhecido, mas estima-se que o número de indivíduos maduros deste táxon seja superior a 10.000.
Alouatta caraya apresenta tamanho de grupo que varia de 2 a 18 indivíduos (média=6,6, DP=2,8, N=22 (Silva &Codenotti 2007); média=7,1, DP=3,2, N=24 (Agoramoorthy & Lohmann 1999); média=7,9, DP=3,1, N=17 (Pope 1966); média=8,5, DP=3,4, N=13 (Juárez et al. 2005); média=8,8, DP=3,2, N=11 (Thorington et al. 1984); média=9,3, DP=3,3, N=22 (Rumiz 1990); média=11,5, DP=3,3, N=13 (Aguiar et al. 2009); fragmentos florestais em Alegrete, RS: média=6,5, DP=3,0, N=30 grupos; fragmentos florestais em Bossoroca: média=5,9, DP=2,2, N=10; mata ciliar em Alegrete: média=10,3, DP=1,7, N=4; mata ciliar em Bossoroca: média=7,0, DP=1,0, N=3 (Freitas 2011); REBIO Guaporé, RO: média=2,7, DP=1,5, N=11 grupos (Alves 2013).
Existe aporte de indivíduos da Argentina, Bolívia e Paraguai para o Brasil, mas não há estimativas da contribuição relativa das populações estrangeiras para a manutenção das populações nacionais. Também não se sabe se a população brasileira pode declinar devido a modificações ocorridas em populações estrangeiras, mas é possível um impacto por surtos de febre amarela na Argentina, onde o táxon está classificado na categoria Vulnerável.

Informações sobre abundância populacional: 4,0 inds./ha Santiago – RS, 0,7 inds./ha Boa Vista do Incra – RS, 0,2 inds./ha Boa Vista do Incra – RS, 0,3 inds./ha Boa Vista do Incra – RS, 1,2 inds./ha Boa Vista do Incra – RS, 0,3 inds./ha Boa Vista do Incra – RS, 0,7 inds./ha Tupanciretã – RS, 1,0 inds./ha Tupanciretã – RS, 0,4 inds./ha Julio de Castilhos – RS, 1,6 inds./ha Fortaleza dos Valos – RS, 2,3 inds./ha São Francisco de Assis - RS (Codenotti et al. 2002), 0,7 inds./ha Ribeirão Preto – SP, 0,9 inds./ ha Ribeirão Preto – SP, 0,8 inds./ha Ribeirão Preto – SP, 0,8 inds./ha Ribeirão Preto – SP, 0,6 inds./ha Ribeirão Preto – SP, 0,6 inds./ha Ribeirão Preto - SP (Fermoseli et al. 2005), 0,3 inds./ha Tupanciretã – RS, 5,0 inds./ha Tupanciretã – RS, 2,2 inds./ha Tupanciretã – RS, 4,0 inds./ha Tupanciretã – RS, 3,5 inds./ha Tupanciretã – RS, 3,0 inds./ha Tupanciretã – RS, 0,6 inds./ha Tupanciretã – RS, 0,8 inds./ha Tupanciretã - RS (Silva & Codenotti 2007), 0,4 inds./ha margem continental do Rio Paraná – PR, 0,8 inds./ha margem continental do Rio Paraná – MS, 0,6 inds./ha Ilha Carioca (Rio Paraná), 2,6 inds./ha Ilha Mutum (Rio Paraná) (Aguiar et al. 2011).

Tendência populacional: Em declínio.





Alouatta caraya ocorre em florestas tropicais secas (Rumiz 1990, Brown & Zunino 1994, Chame & Olmos 1997, Bravo & Sallenave 2003) e inundadas (Neville et al. 1988), habitando a floresta estacional semidecidual e decidual (PI, oeste da BA, MG, PR e RS), em florestas contínuas, matas de galeria e remanescentes florestais nos biomas Pampa, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga (Neville et al. 1988, Brown & Zunino 1994, Moura 2007, Aguiar et al. 2011). A espécie ocorre ainda em cerradão no bioma Cerrado (Stavis 2012), em matas de galeria nas áreas de transição Cerrado-Amazônia (Iwanaga & Ferrari 2002, Alves 2006) e em floresta de igapó no bioma Amazônia, particularmente no estado de Rondônia (Alves 2013). Não é restrito a habitats primários e apresenta tolerância a modificações/perturbações no ambiente, conseguindo sobreviver em ambientes fragmentados e alterados (Bicca-Marques 2003, Prates 2007, Muhle 2008, Lázaro 2012, Rímoli et al. 2012).
A área de vida pode variar de <1 ha em pequenos fragmentos florestais ou pomares a quase 20 ha (Zunino 1986, Bravo & Sallenave 2003, Ludwig 2006, Bicca-Marques et al. 2009).





As principais ameaças são a perda e a fragmentação do habitat provocados pela expansão das áreas agrícolas e de pecuária, os incêndios florestais e a expansão urbana e das matrizes energética e rodoviária, a caça e a vulnerabilidade a epidemias de doenças infecciosas, especialmente a febre amarela (Veiga et al. 2009, Bicca-Marques & Freitas 2010, Foguesatto 2011, Freitas & Bicca-Marques 2011, Almeida et al. 2012, Freitas & Bicca-Marques 2013). Além da caça para consumo e captura de filhotes para o tráfico de animais silvestres, há relatos de animais mortos por moradores da zona rural durante a epizootia de febre amarela silvestre (2008-2009) no Rio Grande do Sul (Bicca-Marques & Freitas 2010, D.S. Freitas, comunicação pessoal). No Mato Grosso do Sul e no Vale do rio Guaporé, sul de Rondônia, o fogo é uma ameaça à espécie.





Existentes: A espécie está listada no Apêndice II da CITES. O Criadouro Conservacionista Primaves - CONVIDAS, de finalidade conservacionista e de bem estar animal, abriga indivíduos procedentes de cativeiros ilegais e realiza atividades de educação ambiental.





Distrito Federal: PARNA Brasília (40.398,90 ha) (Santini 1986), APA do Gama Cabeça-de-Veado (25.000 ha) (Alves 2006), Estação Ecológica de Águas Emendadas (10.547 ha) (citado em Holzmann 2012).
Rio Grande do Sul: APA de Ibirapuitã (316.882,75 ha), REBIO do Ibirapuitã (308,28 ha) (Codenotti et al. 2002, Marques 2003), REBIO do Banhado São Donato (4.392 ha), PNM de Uruguaiana, RPPN Santa Isabel do Butuí (135 ha), Reserva Ecológica Ilha dos Milanos, Parque de Acampamento do Grupo de Escoteiros Guaranis (citado em Slomp et al. 2011).
Mato Grosso do Sul: RPPN Nova Querência - Nova Esperança (50,02 ha) (Godoy et al. 2004, Odalia-Rímoli et al. 2008), PARNA Serra da Bodoquena (77.021,58 ha), PE do Prosa (133,48 ha), PE Matas do Segredo (177,46 ha), TI Kadiweu (538.536 ha).
Minas Gerais: PARNA da Serra do Cipó (31.639,18 ha) (Oliveira et al. 2003), PARNA Serra da Canastra (197.809,78 ha), PARNA Cavernas do Peruaçu (56.448,32 ha), Parque Estadual Serra das Araras (11.137 ha), APA do Rio Pandeiros (393.060 ha), APA Serra do Sabonetal (82.500 ha), Parque Veredas do Peruaçu (30.702 ha), APA Lajedão (12.000 ha), REBIO Jaíba (6.358 ha), Parque Estadual Grão Mogol (28.404,48 ha) (IEF 2011).
Goiás: PARNA Emas (132.642,07 ha) (Brasil 2004), PARNA Chapada dos Veadeiros (aprox. 65.514 ha) (Fernandez-Duque et al. 2008), RPPN Vagafogo (17 ha) (Santuário da Vida Silvestre Vagafogo 2012), FLONA de Silvânia (486,37 ha), APA Meandros do Rio Araguaia (359.190,11 ha).
Rondônia: REBIO Guaporé (615.771,56 ha) (Alves 2006).
Paraná: PARNA Ilha Grande (76.033,12 ha), APA Ilhas e Várzeas do Alto Rio Paraná (1.005.180,71 ha) (Aguiar et al. 2007, 2009, Passos et al. 2007).
Piauí: PARNA Serra da Capivara (91.848,88 ha) (Moura 2007).
São Paulo: Estação Experimental Luis Antônio (6.267,73 ha), ESEC Estadual Jataí (9.010,7 ha) (Paese et al. 2007), PE Vassununga (2.049 ha) (São Paulo 2009), ESEC Paulo de Faria (433,79 ha), PE Aguapeí (9.050,81 ha), PE Rio do Peixe (7.712,77 ha).
Mato Grosso: ESEC Taiamã (11.554,89 ha), PARNA Pantanal Matogrossense (135.606,47 ha) (Fernandez-Duque et al. 2008), Reserva Biológica Municipal Mario Viana (470 ha) (citado em Holzmann 2012).
Tocantins: PARNA Araguaia (aprox. 555.517,83 ha) (Fernandez-Duque et al. 2008).
Bahia: PARNA Chapada Diamantina (aprox.152.141,87 ha) (Fernandez-Duque et al. 2008).
Minas Gerais e Bahia: PARNA Grande Sertão Veredas (aprox. 230.853,42 ha) (Fernandez-Duque et al. 2008).
A espécie também está presente em Unidades de Conservação em outros países: ARGENTINA: Parque Nacional Iguazú (55.000 ha), Parque Nacional Pilcomayo (60.000 ha), Parque Nacional Chaco (14.000 ha) (Brown & Zunino 1994), Reserva Privada Itacuarahyg, Reserva Vida Silvestre Yaguarundy, Parque Nacional Mburucuyá, Estação Biológica de Corrientes, Reserva El Bagual (citado em Holzmann 2012). BOLÍVIA: Parque Nacional Kaa-IyaGranChaco (3.441.115 ha), Parque Nacional Otuquis Pantanal (903.350 ha), Área Natural de Manejo Integrado Otuquis (102.600 ha), Área Natural de Manejo Integrado San Matías (2.918.500 ha) (Fernandez-Duque et al. 2008), Parque Nacional Noel Kempff Mercado (1.500.000 ha); Reserva Nacional Ríos Blanco y Negro (1.423.900 ha) (Wallace et al. 2000), Parque Nacional Carrasco (citado em Holzmann 2012). PARAGUAI: Parque Nacional Cerro Cora (5.500 ha) (provavelmente extinto), Parque Nacional Ybicui (5.000 ha), Parque Nacional Tinfunque (280.000 ha), Parque Nacional Defensores del Chaco (780.000 ha), Parque Nacional Caaguazu (6.000 ha), Reserva Nacional Kuri y (2.000 ha), Floresta Protegida Yakui (1.000 ha), Floresta Protegida Nacunday (1.000 ha) (Stallings 1985), Estação Biológica Los Tres Gigantes, Reserva Privada Estrella, Parque Nacional Paso Bravo, Parque Nacional Ypacaray, Reserva Natural Bosque Mbaracayú, Parque Nacional Mbaracayú, Reserva Natural Privada Dtado. Rivas, Reserva Biológica Carapá, ITAIPU, Reserva Natural Privada Golondrina, Reserva Biológica Itabo, Reserva Biológica Limoy, ITAIPU (citado em Holzmann 2012).





O Instituto de Ciências da Saúde da UNIP, Departamento de Reprodução Animal da FMVZ/USP e Núcleo de Reprodução Assistida e Biotecnologia da Fundação Parque Zoológico de São Paulo desenvolvem pesquisas na área de reprodução e criopreservação de gametas para utilização em programas de conservação; Laboratório de Primatologia - PUCRS desenvolve diversas pesquisas visando a conservação do bugio-preto; Criadouro Conservacionista Arca de Noé, Morro Reuter/RS e alunos da Universidade de Caxias do Sul (UCS): trabalhos de etologia e genética; UFPA e Museu Paraense Emílio Goeldi: ecologia; UFMS: ecologia, comportamento, manejo e conservação; USP (Ribeirão Preto, SP): manejo in situ e ex situ, bioacústica e enriquecimento ambiental ex situ.





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Citação:
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Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Primatas Brasileiros.
Data de realização: 30 de julho a 03 de agosto de 2012.
Local: Iperó, SP.

Avaliadores:
Alcides Pissinatti, Amely B. Martins,André C. Alonso, André de A. Cunha, André Hirsch, André L. Ravetta, Anthony B. Rylands, Armando M. Calouro, Carlos E. Guidorizzi, Christoph Knogge, Fabiano R. de Melo, Fábio Röhe, Fernanda P. Paim, Fernando de C. Passos, Gabriela Ludwig, Gustavo R. Canale, Ítalo Mourthé, Jean P. Boubli, Jessica W. Lynch Alfaro, João M. D. Miranda, José Rímoli, Júlio C. Bicca-Marques, Leandro Jerusalinsky, Leandro S. Moreira, Leonardo G. Neves, Leonardo de C. Oliveira, Líliam P. Pinto, Liza M. Veiga, Maria Adélia B. de Oliveira, Marcos de S. Fialho, Mariluce R. Messias, Mônica M. Valença-Montenegro, Rosana J. Subirá, Renata B. Azevedo, Rodrigo C. Printes, Waldney P. Martins e Wilson R. Spironello.

Colaboradores:
Amely B. Martins (Ponto Focal), André C. Alonso (Apoio), Camila C. Muniz (Apoio), Emanuella F. Moura (Apoio), Gabriela Ludwig (Apoio), Fabiano R. de Melo (Coordenador de táxon), Gerson Buss (Apoio), Leandro Jerusalinsky, Liza M. Veiga (Coordenadora de táxon), Marcos de S. Fialho (Coordenador de táxon), Maurício C. dos Santos (Apoio), Roberta Santos (Facilitadora), Taissa Régis (Apoio), Valeska da Silva e Werner L. F. Gonçalves (Apoio).

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