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Mamíferos - Callicebus personatus - Guigó

Avaliação do Risco de Extinção de Callicebus personatus (É. Geoffroy, 1812) no Brasil

Fabiano Rodrigues de Melo1, Sandra Quadros2, Leonardo C. Oliveira3,4,5,6, Leandro Jerusalinsky7



1Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí, BR 364, km 192, Parque Industrial, Jataí, Goiás, 75801-615. <fabiano_melo@ufg.br>
2Endêmica Meio Ambiente. < biosandra@gmail.com>.
3,4,5,6Faculdade de Formação de Professores- FFP/UERJ; 4 Bicho do Mato Instituto de Pesquisa 5 Pós-graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade-UESC; 6 Pós-graduação em Ecologia- UFRJ.
7Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros – CPB, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio <leandro.jerusalinsky@icmbio.gov.br> 


Callicebus personatus Cintia Corsini Fernandes Banco de Imagens CPB   Callicebus personatus

Ordem: Primates
Família: Pitheciidae

Nomes comuns por região/língua:
Português
– Guigó, Sauá-de-cara-preta ou Guigó-mascarado
Inglês – Atlantic Titi, Masked Titi, Northern Masked Titi
Outros – Guigó, Sauá

Sinonímias:
1812 Simia personata E. Geoffroy. Brasil: restrito por Hershkovitz (1990) ao baixo rio Doce, Espírito Santo.
Callicebus personatus personatus (E. Geoffroy, 1812), citado, por exemplo, em Hershkovitz (1990) e Groves (2001).

Notas taxonômicas: Todas as revisões de Callicebus têm alocado seus táxons a grupos de espécies com base em caracteres morfológicos. Hershkovitz (1988, 1990) e Groves (2001) consideraram quatro grupos para o gênero, sendo os táxons que habitam a Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga – inclusive a forma personatus – incluídos no grupo moloch, predominantemente amazônico. Já Kobayashi (1995) e Kobayashi & Langguth (1999) propuseram cinco grupos de espécies para Callicebus, alocando as formas do leste do Brasil – inclusive personatus – em um grupo próprio: personatus. Para os táxons atualmente alocados nesse grupo, Hershkovitz (1988, 1990) considerou as formas personatus (É. Geoffroy, 1912), melanochir (Wied-Neuwid, 1920), nigrifrons (Spix, 1823) e barbarabrownae Hershkovitz, 1990, como sub-espécies de C. personatus, sendo que C. coimbrai Kobayashi & Langguth, 1999 ainda não tinha sido descrito. Já Kobayashi (1995) e Kobayashi & Langguth (1999), com base principalmente em dados craniométricos, sugeriram o nível específico para todas as formas do grupo personatus, inclusive C. personatus. Por outro lado, Groves (2001), seguiu amplamente a proposta de Hershkovitz (1990), considerando as formas personatus, nigrifrons, melanochir e barbarabrownae como sub-espécies de C. personatus, mas aceitando o nível específico para C. coimbrai. Na mais recente revisão sobre o gênero (van Roosmalen et al. 2002), foi seguida a proposta de Kobayashi (1995) e Kobayashi & Langguth (1999), também aceita por Rylands et al. (2000) e Rylands (2012), considerando C. personatus como espécie plena e compondo o grupo personatus juntamente com as espécies C. nigrifrons, C. melanochir, C. barbarabrownae e C. coimbrai. Esta última é a classificação adotada no presente documento.

Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Vulnerável - VU A2c+C1+C2(a i).

Justificativa: Callicebus personatus é endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo do Espírito Santo ao leste de Minas Gerais. Observações realizadas nos últimos anos sugerem que esta espécie tem se tornado cada vez mais rara e de difícil observação. Suspeita-se que esta espécie vem sofrendo redução populacional, atingindo pelo menos 30%, calculado para três gerações (24 anos), em decorrência principalmente da perda e fragmentação de hábitat e da baixa tolerância a perturbações no ambiente. Considerando que o tamanho populacional não ultrapassa 10.000 indivíduos, com menos de 1000 indivíduos maduros em cada subpopulação e um declínio continuado suspeitado para o futuro de pelo menos 10% nas próximas três gerações, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU), sob os critérios A2c + C1 + C2(a i).

Histórico das avaliações nacionais anteriores: Vulnerável (VU) - A3c; B1ab(i,V); C2a(i); D1

Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): Vulnerável (VU) - A2c
Avaliação estadual: ES - Vulnerável (VU);
MG - Em Perigo (EN).

História de vida

Maturidade sexual (anos)
Fêmea 2-3 anos
Macho 2-3 anos
Peso Adulto (g)
Fêmea 1378 (970-1600) (Hershkovitz 1990).
Macho 1270 (1050-1650) (Hershkovitz 1990).
Comprimento Adulto (mm)
Fêmea Cabeça-corpo:356 (310-400) cauda: 485 (418-560) (Hershkovitz 1990).
Macho Cabeça-corpo:380 (350-420) cauda: 508 (470-550) (Hershkovitz 1990).
Tempo geracional (anos)
8 (IUCN/SSC 2007)
Sistema de acasalamento Monogâmico (Robinson et al. 1987).
Intervalo entre nascimentos 12 meses
Tempo de gestação (meses)
5-6
Tamanho da prole 1 (para o gênero) (Müller 1996).
Longevidade 25 anos (C. moloch em cativeiro)
Características genéticas
Cariótipo: 2n = 44 (Rodrigues et al. 2004). O cariótipo encontrado para esta espécie foi completamente homólogo ao de Callicebus nigrifrons e Callicebus coimbrai nos padrões de bandeamento G e na posição do NOR. O número diploide de C. personatus foi igual ao encontrado para C. coimbrai (2n = 44; Rodrigues et al. 2004), mas diferiu do de C. nigrifrons (2n = 42; Nagamachi et al. 2003) devido a um rearranjo de fissão/fusão, que transformou dois pares de cromossomos acrocêntricos de C. personatus e C. coimbrai em um metacêntrico em C. nigrifrons (Printes et al. 2013).
Informações sobre variabilidade genética do táxon (padrões filogeográficos e relações filogenéticas): Análises de mapeamento genômico comparativo (ZOO-FISH) demonstraram que o grupo personatus de Callicebus representa uma linhagem distinta, com base em cinco sinapomorfias cromossômicas, dando suporte à validade deste grupo de espécies (Rodrigues 2006, Printes et al. 2013). Estudos cariotípicos sobre as outras espécies do grupo (C. barbarabrownae e C. melanochir) e, principalmente, análises moleculares incluindo mais táxons de Callicebus são necessárias para compreender as relações filogenéticas entre as formas do grupo personatus, e deste com os demais grupos do gênero (Printes et al. 2013).

Callicebus personatus é endêmico ao Brasil, onde está presente no centro e norte do Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais, onde é residente e nativo (Veiga et al. 2008, Printes et al. 2013).
Melo & Rylands (2008) descreveram, no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, as seguintes considerações para os limites atuais de distribuição geográfica: “Callicebus personatus é uma espécie pouco estudada e, por isso mesmo, tem raros acréscimos de novas localidades nos últimos anos. Novas populações foram identificadas no Vale do Aço, em Minas Gerais (A.P. Paglia, comunicação pessoal), mas, como era esperado para a distribuição geográfica da espécie (Hershkovitz 1990), as áreas estão na margem esquerda do rio Doce. Originalmente, C. personatus ocorre em boa parte do norte de Minas Gerais (Rylands et al. 1988), estendendo-se a oeste, ao longo das margens norte e sul do rio Jequitinhonha, e alcançando, possivelmente, a localidade de Buenópolis, indicada por Kinzey (1982). No vale do Jequitinhonha, Melo (2004) conseguiu identificar grupos de C. melanochir apenas no extremo nordeste do estado, não tendo informação precisa sobre qual espécie habita as áreas de mata no interior do vale. Assim como ocorre ao sul de sua distribuição, seus limites de ocorrência a oeste do médio rio Doce ainda são pouco definidos.”
Oliver & Santos (1991) indicaram que a região entre os rios Itaúnas e Mucuri, no extremo norte do Espírito Santo, poderia ser uma zona de intergradação entre C. personatus e C. melanochir. Além disso, os limites desta espécie com relação à distribuição de C. nigrifrons, especialmente no vale do rio Doce ainda não estão bem definidos (Printes et al. 2013). Desta forma, essas seriam duas regiões prioritárias para levantamentos visando melhorar o conhecimento sobre os limites de distribuição de C. personatus.
A extensão de ocorrência da espécie foi estimado em 93.453 Km2 (valor do MPC) durante a oficina para avaliação do estado de conservação dos primatas brasileiros, e infere-se que sua área de ocupação seja maior que 2.000 Km², principalmente com base na extensão de áreas florestadas em que ocorre em unidades de conservação de proteção integral. Há indicações (inferências, suspeitas) de que a distribuição atual do táxon está reduzida em relação a sua área de ocupação ou extensão de ocorrência histórica, principalmente em decorrência do desmatamento ao longo de sua distribuição geográfica.

Embora não se conheça o tamanho da população total remanescente suspeita-se que o número de indivíduos maduros deste táxon seja inferior a 10.000. Considerando as ameaças identificadas para a espécie, suspeita-se que esta venha sofrendo um declínio populacional de pelo menos 30%, considerando, principalmente, a perda e fragmentação de hábitat e seus efeitos sinérgicos.
Os grupos no gênero Callicebus são geralmente compostos por um casal reprodutor unido em monogamia de longo prazo. Já foram obtidas as seguintes estimativas para tamanho de grupo em Callicebus personatus:
Espírito Santo: 6 ind./grupo na REBIO Sooretama, ES (Kinzey & Becker 1983); 4-5 ind./grupo, com média+DP = 4,5+0,7 (Price & Piedade 2001); 3,44 ind./grupo no ES (Price et al. 2002); e 3,9 ind./grupo na REBIO Augusto Ruschi, ES (Pinto et al. 1993).
Minas Gerais: 1,7-2,9 ind./grupo em MG (Stallings & Robinson 1991).

Informações sobre abundância populacional: Espírito Santo:19,5 ind./km² e 6,4 ind./km² - diversas áreas do ES (Chiarello & Melo 2001); 3,7 grupos/km² – Reserva Florestal Linhares, ES (Price et al. 2002); 9,5 ind./km² - REBIO Sooretama, ES; 24,3 ind./km2 - Reserva Florestal Linhares, ES (Chiarello & Melo 2001).

Tendência populacional: Em declínio

Callicebus personatus é endêmico a formações florestais da Mata Atlântica e, apesar de não estar restrito a hábitats primários, suspeita-se que a espécie apresenta baixa tolerância a modificações/perturbações no ambiente. A dieta desta espécie é predominantemente composta por frutos (55-81%), complementada principalmente por folhas (18-26%), mas também por flores (1-22%) (Price & Piedade 2001, Kinzey & Becker 1983).
Já foram obtidas as seguintes estimativas de área de vida para C. personatus: 10,7 ha - 12,3 ha (Price & Piedade 2001); 5 ha (Kinzey & Becker 1983); e 4,7 ha (Rowe 1996). O percurso diário de grupos desta espécie foi estimado entre 523m e 1.332m (Price & Piedade 2001, Kinzey & Becker 1983).

Callicebus personatus tem uma distribuição relativamente restrita, que coincide com uma das regiões mais densamente povoadas do Brasil desde o início da colonização europeia. Isto levou a um intenso desmatamento, principalmente pela conversão de áreas para pecuária e agricultura, que se estende até os dias atuais. Isto em conjunto com a expansão urbana e da infraestrutura (p.ex. rodovias) vem gerando a contínua perda e fragmentação de habitats para a espécie. Com isso, as populações têm ficado reduzidas e isoladas, portanto progressivamente submetidas a riscos genéticos e demográficos. A pressão de caça sobre C. personatus é provavelmente menor do que sobre outras espécies, inclusive de primatas, devido ao seu pequeno tamanho corporal. A apanha para domesticação tampouco parece representar uma grande ameaça para espécie (Veiga et al. 2008, Printes et al. 2013). Desta forma, as principais ameaças identificadas para o táxon foram: assentamentos rurais, agricultura, pecuária, desmatamento, desconexão de hábitat, redução de hábitat, queimadas e incêndios florestais.
Ações de conservação existentes: A espécie está listada no Apêndice II da CITES. Segundo Melo & Rylands (2008) a principal recomendação para conservação é a criação de novas Unidades de Conservação, especialmente no estado de Minas Gerais, uma vez que a maior parte das áreas protegidas com registro para a espécie está no estado do Espírito Santo.
Em 2010, como parte do planejamento estratégico para a conservação de espécies ameaçadas de extinção conduzido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, a espécie foi incluída no Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central – PAN MAMAC (Brasil/ ICMBio 2010), onde constam ações e programas específicos para a espécie em conjunto com outras. Um Grupo de Assessoramento Técnico, composto por mais de 20 profissionais de diversas instituições, inclusive especialistas nesta espécie, acompanha a implementação do PAN (Brasil/ ICMBio 2014).

Há quase 50 unidades de conservação (UC) dos diversos níveis – federal, estadual e municipal – ao longo da extensão de ocorrência da espécie, sendo boa parte destas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN). Entretanto, sua ocorrência só foi confirmada nas seguintes áreas:
Espírito Santo: REBIO Sooretama (27.858,68ha) (Kinzey & Becker 1983, Chiarello 2002), REBIO Córrego Grande (1.485,30ha) (Mendes 1991, Chiarello 2002), REBIO Augusto Ruschi (3.562, 2800 ha) (Mendes 1991, Pinto et al. 1993, Chiarello 2002, Escarlate-Tavares & Veiga no prelo), REBIO Córrego do Veado (2.357, 7300ha) (Chiarello & Melo 2001, Mendes 1991), FLONA Rio Preto (2.830ha) (Chiarello & Melo 2001), Reserva Florestal Linhares (21.800ha) (Chiarello & Melo 2001, Price et al. 2002), PE Forno Grande (730 ha) (Passamani 2008), PE Pedra Azul (1200 ha) (Provavelmente Extinto), REBIO Duas Bocas (2.910ha) (Provavelmente Extinto), Estação Biológica de São Lourenço (265ha) (Melo & Rylands 2008), Estação Biológica Santa Lúcia (400ha) (Passamani et al. 2000, Chiarello 2002, Melo & Rylands 2008); REBIO Comboios (784,63ha) Escarlate-Tavares & Veiga no prelo).
Minas Gerais: PE Rio Preto (12.184 ha) (F.R. Melo, dados não publicados)



Atualmente, o Dr. Waldney P. Martins (UNIMONTES) está trabalhando com a espécie para melhor definir a distribuição geográfica da espécie em sua porção norte, particularmente no estado de Minas Gerais, orientando uma pesquisa de mestrado realizada pela bióloga Sara Machado Souza. Além disto, também são necessários maiores estudos sobre o declínio populacional, sobre os limites de distribuição na porção que a espécie compartilha com C. nigrifrons, em especial na região central de Minas Gerais, e no interflúvio Mucuri-Itaúnas no norte do Espírito Santo. Jerusalinsky e colaboradores (2012) vêm realizando modelagens de distribuição potencial para contribuir com a definição dos limites de distribuição da espécie.
Pesquisas ecológicas especialmente relacionadas ao uso do habitat (área de vida) são necessárias principalmente, mas não exclusivamente, nas populações do estado de Minas Gerais, onde estas informações são mais carentes. Pesquisas demográficas são necessárias para identificação dos fatores que afetam positiva e negativamente o crescimento populacional das populações da espécie, em ambos estados.
Especialistas/núcleos de pesquisa e conservação, segundo Melo & Rylands (2008): Eluned C. Price (Durrell Wildlife Conservation Trust, Inglaterra) realizou estudos sobre a biologia básica da espécie na REBIO de Sooretama (ES) e gerou dados importantes sobre a densidade de sauás e demais espécies de primatas nessa importante Unidade de Conservação. Adriano G.Chiarello (PUC/MG), Sérgio L. Mendes (UFES) e Marcelo Passamani (UFLA) conduziram estudos sobre a mastofauna na região de Santa Teresa (ES), na última década, e conseguiram dados sobre as populações de sauás em três reservas situadas em sua área de distribuição. Além disso, Adriano G. Chiarello (PUC/MG) e Fabiano Rodrigues de Melo (UFG) coletaram dados de censo populacional em oito fragmentos florestais no norte do Espírito Santo. Além destes os autores citam: Cintia Corsini (UFES), Carla Cristina de Aquino (USP) e Leonardo Oliveira (UERJ, UESC, UFRJ).



Brasil/ ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). 2010. Portaria n° 134, de 23 de dezembro de 2010 - Aprova o Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central. Diário Oficial da União, Seção 1, 246: 195.

Brasil/ ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). 2014. Portaria nº 421, de 3 de setembro de 2014 – Institui o Grupo de Assessoramento Técnico para acompanhar a implementação do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos dos Mamíferos da Mata Atlântica Central. Diário Oficial da União, Seção 2, 170, 04/09/2014: 53.

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Citação:
Melo, F.R.; Quadros,S.; Oliveira, L.C.; Jerusalinsky, L. 2015. Avaliação do Risco de Extinção de de Callicebus personatus (É. Geoffroy, 1812) no Brasil. Processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira. ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/lista-de-especies/7304-mamiferos-callicebus-lucifer-zogue-zogue.html

Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Primatas Brasileiros.
Data de realização: 30 de julho a 03 de agosto de 2012.
Local: Iperó, SP.

Avaliadores:
Alcides Pissinatti, Amely B. Martins, André C. Alonso, André de A. Cunha, André Hirsch, André L. Ravetta, Anthony B. Rylands, Armando M. Calouro, Carlos E. Guidorizzi, Christoph Knogge, Fabiano R. de Melo, Fábio Röhe, Fernanda P. Paim, Fernando de C. Passos, Gabriela Ludwig, Gustavo R. Canale, Ítalo Mourthé, Jean P. Boubli, Jessica W. Lynch Alfaro, João M. D. Miranda, José Rímoli, Júlio C. Bicca-Marques, Leandro Jerusalinsky, Leandro S. Moreira, Leonardo G. Neves, Leonardo de C. Oliveira, Líliam P. Pinto, Liza M. Veiga, Maria Adélia B. de Oliveira, Marcos de S. Fialho, Mariluce R. Messias, Mônica M. Valença-Montenegro, Rosana J. Subirá, Renata B. Azevedo, Rodrigo C. Printes, Waldney P. Martins e Wilson R. Spironello.

Colaboradores:
Amely B. Martins (Ponto Focal), André C. Alonso (Apoio), Bruna M. Bezerra, Camila C. Muniz (Apoio), Carlos E. Guidorizzi (Facilitador), Emanuella F. Moura (Apoio), Fabiano R. de Melo (Coordenador de táxon), Gerson Buss (Apoio), Jean P. Boubli, Liza M. Veiga (Coordenador de táxon), Marcos de S. Fialho (Coordenador de táxon), Rosana J. Subirá (Facilitadora), Taissa Régis (Apoio) e Werner L. F. Gonçalves (Apoio).

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