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Mamíferos - Saguinus niger - Sagui-una

Avaliação do Risco de Extinção de Saguinus niger (É. Geoffroy, 1803) no Brasil

Ana Cristina Mendes-Oliveira1, André Luis Ravetta2, Andréa Siqueira Carvalho3, Leandro Jerusalinsky4 & Marcos de Souza Fialho5

1Universidade Federal do Pará, Belém-PA. <cris.mastozoologia@gmail.com>
2André Luis Ravetta. Programa de Pós-Graduação em Zoologia, Museu Paraense Emílio Goeldi / Universidade Federal do Pará, Belém - Pará. <andreluis.ravetta@gmail.com>
3Universidade Federal Rural da Amazônia/Campus Parauapebas. <andreasicarvalho@gmail.com>
4Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros - CPB/ICMBio. João Pessoa/PB. <leandro.jerusalinsky@icmbio.gov.br>
5Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros - CPB/ICMBio. João Pessoa/PB. <marcos.fialho@icmbio.gov.br> 

 Saguinus niger Leandro Jerusalinsky Banco de Imagens CPB Saguinus niger

Ordem: Primates
Família: CallitrichidaeNomes comuns por região/língua:
Português
– Sagui-una, guaribinha.
Inglês – Black-handed Tamarin.
Outros – Sagüi.Sinonímia/s: Saguinus midas niger (Hershkovitz 1977).Notas taxonômicas: Hershkovitz (1977) e Eisenberg (1989) reconheceram S. niger como uma subespécie de Saguinus midas. Atualmente, Saguinus niger é considerada como uma espécie distinta de Saguinus midas (Rylands 2000, Rylands & Mittermeier 2008, Groves 2001, 2005). Tagliaro et al. (2005) e Vallinoto et al. (2006) indicaram que o rio Tocantins pode representar uma barreira geográfica para o fluxo gênico de S. niger. Assim, a forma descrita como Mystax ursulus umbratus Thomas, 1922 (de Cametá, rio Tocantins, Pará), reconhecido por Groves (2001, 2005) como sinônimo júnior de S. niger, e por Hershkovitz (1977) como sinônimo júnior de S. midas niger, pode, neste caso, ser considerada como uma raça geográfica distinta ou espécie (J. de Sousa e Silva Jr. comunicação pessoal citada em Rylands & Mittermeier 2008).Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Vulnerável (VU) - A4c.Justificativa: Saguinus niger é um táxon endêmico ao bioma Amazônia. Apesar de ser comum em sua área de ocorrência e apresentar relativa tolerância a áreas degradadas, sua distribuição é restrita ao extremo nordeste da Amazônia, estando limitada ao sul do rio Amazonas. Sua área de ocorrência coincide com uma das regiões de colonização mais antigas da Amazônia, onde a degradação ambiental e a retirada de cobertura vegetal estão bastante avançadas. Considerando a intensa perda de hábitat, foi inferida uma redução populacional de pelo menos 30% ao longo de três gerações (18 anos). Novos estudos podem separar o táxon em duas espécies, sendo que a população que ocorre a leste do rio Tocantins provavelmente apresenta maior ameaça. Assim, Saguinus niger foi categorizado como Vulnerável pelo critério A4c.Histórico das avaliações nacionais anteriores: Táxon não consta na última avaliação nacional.Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): Vulnerável (VU) - A2c.

História de vida
Atualmente, não há todos os dados de história de vida para S. fuscus, sendo assim foram consideradas as informações disponíveis para o táxon mais próximo.

Maturidade sexual (anos)
Fêmea 1,5 (para o gênero) (Eisenberg 1977).
Macho 2 (para o gênero) (Eisenberg 1977)
Peso Adulto (g)
Fêmea 468,0 g (lactante) e 543,0 g (grávida) (Mendes-Oliveira 1996)
Macho 476,0 g e 472,7 g (Mendes-Oliveira 1996)
Comprimento Adulto (mm)
Fêmea Cabeça-corpo: 228, cauda: 378 (Hershkovitz 1977).
Macho Cabeça-corpo: 235, cauda: 376 (Hershkovitz 1977).
Tempo geracional (anos)
6 (IUCN/SSC 2007)
Sistema de acasalamento Poligâmico (Terborgh & Wilson 1983).
Intervalo entre nascimentos 7,4 a 8,4 meses (para o S. fuscicollis) (Snowdon & Soini 1988).
Tempo de gestação (meses)
5 meses para S. fuscicollis (Eisenberg 1977, Gengozian et al. 1977, Lotker et al. 2004).
Tamanho da prole Normalmente gêmeos (Snowdon & Soini 1988).
Longevidade 20 a 25 (para indivíduos em cativeiro) (para o gênero) (Nowak 1999).
Características genéticas
Cariótipo: Nagamachi & Pieczarka (1988) realizaram estudos cariotípicos com 18 espécimes oriundos de ambas as margens do rio Tocantins, tendo sido encontrado um número diploide com 46 cromossomos, sendo estes similares aos de outros previamente descritos para o gênero. Estes resultados corroboram o descrito para a espécie por Schmid & Glaser (1977). Em análise comparativa com Callithrix jacchus, Nagamachi & Pieczarka (1988) concluíram que a quantidade de heterocromatina constitutiva é maior em S. niger do que naquela espécie. Complementarmente, esses autores concluíram que o cariótipo de S. niger difere do de C. jacchus por uma translocação recíproca e por inversões paracêntricas em cinco pares de cromossomos, além do posicionamento da região organizadora nuclear (NOR) diferir entre essas espécies devido a inversões pericêntricas (Nagamachi & Pieczarka 1988).
Informações sobre variabilidade genética do táxon (padrões filogeográficos e relações filogenéticas): Filogenias moleculares baseadas tanto em análises de DNA mitocondrial (Tagliaro et al. 2005, Araripe et al. 2008) quanto de DNA nuclear (da Cunha et al. 2011) indicaram que, dentre os táxons analisados, Saguinus midas seja o mais próximo a S. niger, e que estes agrupem com Saguinus bicolor/Saguinus martinsi. Estes estudos também coincidem em que estes dois grupos irmãos, por sua vez, estão mais próximos das demais espécies de maior porte do gênero (p.ex. Saguinus mystax e Saguinus oedipus) do que das espécies de menor porte (p.ex. grupo de Saguinus fuscicollis). Do ponto de vista filogeográfico, Tagliaro et al. (2005) e Vallinoto et al. (2006) indicaram que o rio Tocantins parece representar uma barreira geográfica para o fluxo gênico entre populações de S. niger, podendo, inclusive, existir dois táxons distintos.

Saguinus niger é endêmico da Amazônia brasileira, ocorrendo nos estados do Maranhão e Pará, onde é residente e nativo (Rylands et al. 1993, Rylands & Mittermeier 2008). Sua área de ocorrência coincide com uma das áreas de colonização mais antiga da Amazônia, onde as pressões antrópicas já provocaram altas taxas de desmatamento e as florestas remanescentes ainda estão sobre forte ameaça. A espécie está presente ao sul do rio Amazonas, a leste do rio Xingu e rio Fresco, em direção ao baixo Araguaia, estendendo-se ao sul até a região de Santana do Araguaia (Napier 1976, Hershkovitz 1977, Rylands et al. 1993). A distribuição se estende até o leste do rio Mearim, com subpopulações no interflúvio do Mearim-Itapicuru, no estado do Maranhão, mas o limite leste exato ainda não é conhecido (Ferrari & Lopes 1990, 1996). A localidade mais ao sul onde a espécie foi registrada é Gradaús, no rio Fresco (Hershkovitz 1977). S. niger também ocorre na Ilha de Marajó, no estuário do rio Amazonas (Ferrari & Lopes 1996).
A estimativa de extensão de ocorrência da espécie é maior que 20.000km², mas as áreas de ocupação não são totalmente conhecidas.
O tamanho da população total remanescente não é conhecido e não se sabe se o número de indivíduos maduros deste táxon é superior a 10.000.
Segundo informações do gênero, podem formar grupos de 4 a 15 indivíduos (Rylands et al. 1993, Rylands & Mittermeier 2008), porém são mais frequentes em grupos menores, com 2 a 10 indivíduos (Mendes-Oliveira 1996, Mendes-Oliveira & Ferrari 2008). Mendes-Oliveira (1996), estudando um grupo de S. niger com 7 indivíduos na região de Paragominas, Pará, registrou a ocorrência de pelo menos mais 3 grupos da espécie na mesma área, ocupando um remanescente florestal de cerca de 210ha.
A extensão de ocorrência de S. niger está completamente situada na região denominada como arco do desmatamento, o que vem gerando um intenso impacto sobre a espécie, refletido principalmente em perda e fragmentação de hábitat (Almeida & Vieira 2010). Isto em conjunto com os efeitos das demais ameaças identificadas para a espécie, como caça e apanha, justificam a suspeita de que Saguinus niger venha sofrendo um declínio populacional continuado de pelo menos 30% nos últimos 30 anos.Informações sobre abundância populacional: 10,4 ind/km - Tailândia, PA (região onde o táxon é intensamente caçado); 23,3 ind/km² - Rio Capim, PA; 19,0 ind/km² - Irituia, PA; 12,7 ind/km² - REBIO Gurupi, MA (Ferrari & Lopes 1996) e 9 ind/km² - remanescente florestal em Paragominas, PA (área degradada e com alta pressão de caça) (Mendes-Oliveira 1996).Tendência populacional: Em Declínio.

Saguinus niger ocorre em floresta Amazônica de baixada, floresta sazonalmente inundada (Snowdon & Soini 1988, Ferrari & Lopes 1996) e florestas de terra firme (Mendes-Oliveira & Ferrari 2000, 2008). O táxon não é restrito a hábitats primários, ocorrendo em fragmentos florestais, também na borda, floresta secundária e remanescentes florestais urbanos com certo grau de perturbação (Snowdon & Soini 1988, Ferrari & Lopes 1996, Mendes-Oliveira 1996), em áreas com exploração seletiva de madeira, ou mesmo florestas bastante degradadas (Mendes-Oliveira & Ferrari 2000, 2008). Também pode ocorrer em áreas perturbadas pela extração mineral (Carvalho 2010).
Duas estimativas de área de vida para o táxon encontraram os seguintes valores: 35ha (Veracini 2002) e 15,6ha (Mendes-Oliveira & Ferrari 2008).
Em estudo realizado com a espécie em Paragominas (PA), Mendes-Oliveira & Ferrari (2000) encontraram que a dieta do grupo observado estava constituída por 87,5% de ingestão de frutos, 9,4% de invertebrados e 3,1% de exudado de Parkia pendula. Das espécies vegetais consumidas, 18 tiveram suas sementes ingeridas pelos S. niger. Com isso, os autores confirmam o potencial de S. niger como dispersores de sementes e mencionam a participação desta espécie na regeneração e manutenção dos remanescentes florestais, através de medidas dos fluxos de sementes entre habitats primários e degradados (Mendes-Oliveira & Ferrari 2000, 2008).

As principais ameaças identificadas para o táxon foram: assentamentos rurais, agricultura, pecuária, desmatamento, desconexão de hábitat, urbanização, redução de hábitat, poluição de ambientes, caça e apanha. Segundo análises de dados fornecidos pelo INPE (Programa PRODES 2015) as taxas de desmatamento da Floresta Amazônica acumuladas para o estado do Pará e do Maranhão de 1988 a 2014 somam cerca de 80.000km² e a área de maior concentração deste desmatamento é no Centro de Endemismo Belém (Silva et al. 2005, Almeida & Vieira 2010) que compreende o nordeste do estado do Pará e noroeste do Maranhão, exatamente onde se concentra a distribuição geográfica de S. niger. Segundo Almeida & Vieira (2010), até o ano de 2004 havia sido desmatada cerca de 76% desta região do Centro de Endemismo Belém. O desmatamento e a perda de habitat têm sido uma ameaça bastante expressiva para esta espécie, tendo como consequência a redução populacional.
Existentes: O táxon está listado no Apêndice II da CITES.
Maranhão: REBIO Gurupi (271.197,51ha) (Rylands & Bernades 1989, Rylands et al. 1993), TI Caru (Cormier 2000).
Pará: REBIO Tapirapé (99.271,75ha) (Rylands & Bernades 1989, Rylands et al. 1993), FLONA Caxiuanã (317.946,37ha) (Veracini 2000), APA Lago Tucuruí (568.667ha) (Vallinoto 2000, Sampaio & Ferrari 2007), TI Paracanã (Ferrari et al. 2007), FLONA Tapirapé-Aquirí (196.503,94ha) (Veiga et al. 2008), FLONA Carajás (392.725,14ha) (Carvalho 2010).
Mendes-Oliveira & Ferrari (2000, 2008) desenvolveram estudo de nove meses da ecologia e comportamento de um grupo de S. niger em área de floresta no nordeste do Pará. Veracini (2000, 2002) desenvolveu estudo na FLONA de Caxiuanã também com ecologia alimentar da espécie. Entretanto, a espécie ainda segue com poucas informações, baseadas em escassos estudos, que dificultam a definição de padrões para a espécie, e, portanto, o estabelecimento de estratégias para sua conservação.
Almeida, A.S. & Vieira, I.C.G. 2010. Centro de Endemismo Belém: status da vegetação remanescente e desafios para a conservação da biodiversidade e restauração ecológica. Revista de Estudos Universitários (REU), 36(3): 95-111.Araripe, J.; Tagliaro, C.H.; Rego, P.S.; Sampaio, I.; Ferrari, S.F. & Schneider, H. 2008. Molecular phylogenetics of large-bodied tamarins, Saguinus spp.(Primates, Platyrrhini). Zoologica Scripta, 37(5): 461-467.Carvalho, A.S. 2010. Mamíferos de médio e grande porte na Floresta Nacional de Carajás, Pará: riqueza, abundância e efeitos da fitofisionomia e do impacto da mineração. Dissertação (Mestrado em Ecologia e Evolução). Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 134p.Cormier, L. 2000. Cultural practices benefitting primate conservation among the Guajá of eastern Amazonia. Neotropical Primates, 8 (4): 144-146.da Cunha, D.B.; Monteiro, E.; Vallinoto, M.; Sampaio, I.; Ferrari, S.F. & Schneider, H. 2011. 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Citação:
Mendes-Oliveira, A.C.; Ravetta, A.L.;, Carvalho, A.S.; Jerusalinsky,L.; Marcos de Souza Fialho,M.S. 2015. Avaliação do Risco de Extinção de Saguinus niger (É. Geoffroy, 1803) no Brasil. Processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira. ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/estado-de-conservacao/7238-mamiferos-saguinus-fuscus-sagui-de-cara-suja.htmlOficina de Avaliação do Estado de Conservação de Primatas Brasileiros.
Data de realização: 30 de julho a 03 de agosto de 2012.
Local: Iperó, SP.Avaliadores:
Alcides Pissinatti, Amely B. Martins, André C. Alonso, André de A. Cunha, André Hirsch, André L. Ravetta, Anthony B. Rylands, Armando M. Calouro, Carlos E. Guidorizzi, Christoph Knogge, Fabiano R. de Melo, Fábio Röhe, Fernanda P. Paim, Fernando de C. Passos, Gabriela Ludwig, Gustavo R. Canale, Ítalo Mourthé, Jean P. Boubli, Jessica W. Lynch Alfaro, João M. D. Miranda, José Rímoli, Júlio C. Bicca-Marques, Leandro Jerusalinsky, Leandro S. Moreira, Leonardo G. Neves, Leonardo de C. Oliveira, Líliam P. Pinto, Liza M. Veiga, Maria Adélia B. de Oliveira, Marcos de S. Fialho, Mariluce R. Messias, Mônica M. Valença-Montenegro, Rosana J. Subirá, Renata B. Azevedo, Rodrigo C. Printes, Waldney P. Martins, Wilson R. Spironello.Colaboradores:
Amely B. Martins (Ponto Focal), André C. Alonso (Apoio), Camila C. Muniz (Apoio), Carlos E. Guidorizzi (Facilitador), Emanuella F. Moura (Apoio), Fabiano R. de Melo (Coordenador de táxon), Gerson Buss (Apoio), Liza M. Veiga (Coordenador de táxon), Marcos de S. Fialho (Coordenador de táxon), Rosana J. Subirá (Facilitadora), Taissa Régis (Apoio), Werner L. F. Gonçalves (Apoio).

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