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Mamíferos - Sapajus robustus - Macaco-prego-de-crista

Avaliação do Risco de Extinção de Sapajus robustus (Kuhl 1820) no Brasil

Waldney Pereira Martins



Universidade Estadual de Montes Claros – UNIMONTES. < martinswp@gmail.com>. 


Sapajus robustus Waldney Martins Banco de Imagens CPB ICMBio 3  Sapajus robustus

Ordem: Primates
Família: Cebidae

Nomes comuns por região/língua:
Português
– Macaco-prego-de-crista, Mico-topetudo, Macaco-preto, Macaco.
Inglês – Crested Capuchin, Robust Tufted Capuchin.

Sinonímia/s: Cebus apella ssp. robustus Kuhl, 1820

Notas taxonômicas: Macaco prego de crista (Sapajus robustus) tem esse nome devido ao seu caractere de maior destaque que é a morfologia do capuz, com os pêlos do vértice bastante longos, eretos e convergentes na linha mediana, de modo a formar um único topete (Pinto 1941).
De acordo com Kierulff et al. (2008, tradução nossa), Silva Jr. (2001, 2002) argumentou que os macacos-prego com capuz e os sem capuz (sensu Hershkovitz 1949, 1955) são tão diferentes em sua morfologia que devem ser considerados gêneros separados. Portanto, considerou o gênero Cebus Erxleben 1777 para os macacos-pregos que não possuem capuz e Sapajus Kerr 1792 para o grupo que apresenta capuz. Silva Jr (2001) não reconhece nenhuma subespécie para o grupo de macacos-pregos com capuz (sensu Hershkovitz 1949, 1955). Groves (2001, 2005) apresentou uma taxonomia alternativa para os macacos-pregos com capuz, como segue: C. apella apella (Linnaeus, 1758); C. apella fatuellus (Linnaeus, 1766); C. apella macrocephalus Spix, 1823; C. apella peruanus Thomas , 1901; C. apella tocantinus Lönnberg, 1939; C. apella margaritae Hollister, 1914; C. libidinosus libidinosus Spix, 1823; C. libidinosus pallidus Gray, 1866; C. libidinosus paraguayanus Fischer, 1829; C. libidinosus juruanus Lönnberg, 1939; C. nigritus nigritus (Goldfuss, 1809); C. nigritus robustus Kuhl, 1820; C. nigritus cucullatus Spix, 1823; C. xanthosternos Wied-Neuwied, 1826 (ver Fragaszy et al., 2004; Rylands et al., 2005). Groves (2001) reconheceu três formas subespecíficas para C. nigritus: C. nigritus nigritus (Goldfuss, 1809); C. nigritus robustus Kuhl,1820, considerada uma espécie distinta por Silva Jr. (2001) e C. nigritus cucullatus Spix,1823, considerado um sinônimo júnior de C. nigritus por Silva Jr. (2001). Aqui está sendo seguida a taxonomia proposta por Rylands (2012).

Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Em Perigo (EN) - A4cd.

Justificativa: Sapajus robustus é uma espécie endêmica do Bioma Mata Atlântica, ocorrendo nos estados da BA, ES e MG. Suspeita-se que a espécie está sofrendo um declínio populacional de pelo menos 50% no período de três gerações (48 anos), em decorrência principalmente da perda e fragmentação de hábitat, pecuária, agricultura, aumento da matriz energética e rodoviária, caça e apanha. Por essa razão foi categorizada com Em Perigo (EN) pelo critério A4cd.

Histórico das avaliações nacionais anteriores: Vulnerável (VU) - B2ab(i,v); C2a(i).

Avaliações em outras escalas:
Avaliação Global (IUCN): Em Perigo (EN) - A2c.
Avaliação em nível estadual: Espírito Santo: Vulnerável (VU); Minas Gerais: Em Perigo (EN) - A2cde+C2a(i) (Drummond, G.M. et al, 2008).

História de vida

Maturidade sexual (anos)
Fêmea 4 (Cebus nigritus) (Fragaszy et al. 2004)
Macho desconhecido
Peso Adulto (g)
Fêmea 2300 (para o gênero) (Fragaszy et al. 2004).
Macho 3300 (para o gênero) (Fragaszy et al. 2004).
Comprimento Adulto (mm)
Fêmea 800mm (comprimento total) 470mm (cabeça-corpo) (Pinto, 1941)
Macho 875 mm (comprimento total) 465 mm (cabeça-corpo) (Pinto, 1941)
Tempo geracional (anos)
16 (IUCN/SSC 2007)
Sistema de acasalamento Poligâmico (Di Bitetti & Janson 2001).
Intervalo entre nascimentos 2 anos (para o gênero) (Fragaszy et al. 1990, Di Bitetti & Janson 2001).
Tempo de gestação (meses)
desconhecido
Tamanho da prole 1 (para o gênero) (Fragaszy et al. 1990, Di Bitetti & Janson 2001).
Longevidade 40 - 50 anos (indivíduos do gênero em cativeiro) (Fragaszy et al. 2004).
Características genéticas
Cariótipo: desconhecido
Informações sobre variabilidade genética do táxon (padrões filogeográficos e relações filogenéticas): desconhecido

Sapajus robustus é endêmico do Bioma Mata Atlântica, tendo sua distribuição delimitada a nordeste pelo rio Jequitinhonha (MG e BA), a noroeste pelo rio Jequitinhonha (MG), a sudoeste pela Serra do Espinhaço nos municípios de Serro, Couto de Magalhães de Minas e Felício dos Santos e rio Suaçuí Grande (MG) e, por fim, tem como limite sudeste o rio Doce (MG e ES) (Martins 2005).
É preciso uma maior amostragem na região considerada zona de intergradação (Martins 2005). Esta região está localizada entre os rios Suaçuí Grande e Santo Antônio em Minas Gerais.
A extensão de ocorrência da espécie é maior que 119.000 km² (Martins 2005, 2010), mas o tamanho da área de ocupação é desconhecido.

O tamanho da população total remanescente é de 14.400, estimativa extrapolada para a cobertura vegetal remanescente dentro da distribuição geográfica da espécie através de dados de censo por transecção linear na Reserva Natural Vale (Martins 2005, 2010). Entretanto, não se sabe se o número de indivíduos maduros deste táxon é superior a 10.000.
Sapajus robustus apresenta tamanho médio dos grupos de 12 a 15 indivíduos (Martins 2010).
A espécie está distribuída em uma região que vem sendo intensamente impactada nos últimos anos, por fatores como aumento da matriz rodoviária e energética, expansão urbana, agricultura, pecuária, desmatamento, expansão urbana, caça e apanha. Estima-se que estas ameaças vêm causando intensa perda e fragmentação de hábitat na área de extensão de ocorrência da espécie e, portanto, suspeita-se que a espécie venha sofrendo um declínio populacional de pelo menos 50% no período de três gerações, ou 48 anos.

Informações sobre abundância populacional: 2,47 – 0,6 avistamentos/10km na Reserva Natural Vale - ES (Chiarello 1999); 0,22 grupos/10km² na ESEC Acauã – MG; 0,65 grupos/10km e 0,87 grupos/10km na Fazenda Nossa Senhora de Fátima - MG (Martins 2005); 0,535 grupos/km2 ou 1,822 ind/km² na Reserva Natural Vale - ES (Martins 2010).

Tendência populacional: Em declínio.

Sapajus robustus é endêmico da Mata Atlântica, habita floresta ombrófila de baixada e submontana (Kierulff et al. 2008). O táxon não é restrito a hábitats primários, apresentando tolerância a modificações/perturbações no ambiente (Martins 2005, 2010).
A área de vida do táxon é estimada em 147,07 ha na Reserva Natural Vale, ES (Martins 2010). Sapajus robustus apresenta tamanho médio dos grupos varia de 12 a 27 indivíduos (Martins, 2010). Durante seu estudo, Martins (2010) pode observar que o grupo maior, composto de 27 indivíduos, apresenta grande fluidez e formação esporádica de subgrupos. Porém, não foi possível afirmar que se tratava de um evento de fissão-fusão ou uma fissão do grupo devido ao grande número de indivíduos presentes.

As principais ameaças identificadas para o táxon foram: Agricultura, pecuária, expansão urbana, desmatamento, aumento da matriz energética, aumento da matriz rodoviária, desconexão de hábitat, redução de hábitat, caça, apanha e extensas áreas de monocultura de eucalipto e Pinus.
Ações de conservação existentes: A espécie está listada no Apêndice II da CITES.

Em 1992 foi criado o Comitê Internacional para a Conservação e Gestão de macacos-prego da Mata Atlântica, Sapajus xanthosternos e S. robustus pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA). Atualmente, a espécie está contemplada no Plano de Ação Nacional para Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, que tem como objetivo principal incrementar a viabilidade das espécies-alvo, com a reversão do declínio populacional e ampliação da extensão, conectividade e qualidade de seus habitats em áreas estratégicas dentro de cinco anos.
Segundo Martins (2008) as principais estratégias de conservação para a espécie são:
● Garantir a proteção e a recuperação de áreas existentes dentro dos limites de distribuição da espécie;
● Manutenção de uma população viável de S. robustus em cativeiro, controlada e manejada por meio de um “studbook”, é de grande importância para a manutenção da variabilidade genética da espécie. Os indivíduos fora do Brasil são animais cativos em zoológicos dos Estados Unidos que teoricamente fazem parte do Studbook mantido pelo Centro de Primatologia do Rio de Janeiro sob a coordenação do Dr. Alcides Pissinati.

Além destas ações, há a necessidade de criação de uma Reserva Biológica no estado de Minas Gerais na região do Vale do Mucuri. Essa região apresenta uma alta importância biológica, além de não existirem, dentro dos limites de distribuição de Sapajus robustus em MG, nenhuma Unidade de Conservação de Proteção Integral Federal (Martins 2005, 2010).

Minas Gerais: REBIO Est. Mata dos Ausentes (945 ha), ESEC Est. Acauã (5.196 ha) (Martins 2005), PE Alto Cariri (6.151,1380 ha), RVS Mata dos Muriquis (2722.00 ha), APA Est. Alto do Mucuri (325000 ha) (Chiarello et al. 2006).
Bahia: RPPN Estação Veracel (6.069 ha), PARNA Descobrimento (22.693,97 ha), PARNA Pau-Brasil (18.934,30 ha) (Martins 2005), PARNA Histórico do Monte Pascoal (22.331,91 ha) (Martins 2005, Santos et al. 1987), PARNA Alto Cariri (19.238,02 ha) (Chiarello et al. 2006), RESEX Corumbau (89.596,75 ha) (Santos et al. 1987), APA Santo Antônio (23.000 ha) (Silva-Júnior 2001).
Espírito Santo: Reserva Florestal Linhares (21.800 ha) (Mendes 1991, Chiarello 1999, 2003), REBIO Córrego do Veado (2.357, 7300 ha), REBIO do Córrego Grande (1.485,30 ha) (Mendes 1991), REBIO Sooretama (27.858,68 ha) (Mendes 1991, Chiarello 1999, 2003), Reserva Natural da Vale do Rio Doce (22.000 ha) (Mendes 1991, Silva Jr. 2001), FLONA Rio Preto (2.830 ha) (Chiarello & Melo 2001), Reserva Florestal Acesia (Melo et al. 2002).



São necessários estudos sobre a biologia e ecologia, aliados a parâmetros populacionais como densidade populacional e tamanho de grupo, considerados essenciais para a elaboração de ações voltadas à conservação da espécie (Martins 2008).
Especialistas/núcleos de pesquisa e conservação (Martins 2005, 2010): José de Souza e Silva Júnior (MPEG) elucidou a taxonomia do gênero Cebus e revalidou S. robustus como espécie. Waldney Pereira Martins (UFMG), em sua dissertação de mestrado, analisou a distribuição geográfica da espécie e estimou sua densidade em diversas áreas no estado de Minas Gerais, e em sua tese de doutorado abordou questões de ecologia e comportamento da espécie (2010).



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Citação:
Martins, W.P.; 2015. Avaliação do Risco de Extinção de Sapajus robustus (Kuhl, 1820) no Brasil. Processo de avaliação do risco de extinção da fauna brasileira.  ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/lista-de-especies/7278-mamiferos-sapajus-robustus-macaco-prego-de-crista.html

Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Primatas Brasileiros.
Data de realização: 30 de julho a 03 de agosto de 2012.
Local: Iperó, SP.

Avaliadores:
Alcides Pissinatti, Amely B. Martins, André C. Alonso, André de A. Cunha, André Hirsch, André L. Ravetta, Anthony B. Rylands, Armando M. Calouro, Carlos E. Guidorizzi, Christoph Knogge, Fabiano R. de Melo, Fábio Röhe, Fernanda P. Paim, Fernando de C. Passos, Gabriela Ludwig, Gustavo R. Canale, Ítalo Mourthé, Jean P. Boubli, Jessica W. Lynch Alfaro, João M. D. Miranda, José Rímoli, Júlio C. Bicca-Marques, Leandro Jerusalinsky, Leandro S. Moreira, Leonardo G. Neves, Leonardo de C. Oliveira, Líliam P. Pinto, Liza M. Veiga, Maria Adélia B. de Oliveira, Marcos de S. Fialho, Mariluce R. Messias, Mônica M. Valença-Montenegro, Rosana J. Subirá, Renata B. Azevedo, Rodrigo C. Printes, Waldney P. Martins, Wilson R. Spironello.

Colaboradores:
Amely B. Martins (Ponto Focal), André C. Alonso (Apoio), Camila C. Muniz (Apoio), Carlos E. Guidorizzi (Facilitador), Emanuella F. Moura (Apoio), Fabiano R. de Melo (Coordenador de táxon), Gerson Buss (Apoio), Liza M. Veiga (Coordenador de táxon), Marcos de S. Fialho (Coordenador de táxon), Rosana J. Subirá (Facilitadora), Taissa Régis (Apoio), Werner L. F. Gonçalves (Apoio).

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