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Avaliação do impacto do Teiú (Tupinambis merianae), modelagem epidemiológica e seu potencial zoonótico no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha e visando opções de manejo e consequências para a conservação da biodiversidade

Ano: 2015

Resumo: Espécies invasoras são uma preocupação em todo o mundo. Ilhas merecem uma atenção especial por serem ambientes extremamente frágeis e favoráveis a adaptação de espécies introduzidas. Espécies generalistas com grande potencial invasor tendem a se adaptar e a se espalhar rapidamente pelo novo habitat, ameaçando espécies nativas de flora e fauna. No contexto da Medicina da Conservação, espécies invasoras são reservatórios potenciais de doenças que podem afetar animais silvestres, domésticos e mesmo as comunidades humanas. O arquipélago de Fernando de Noronha é um importante local de reprodução de diversas espécies de aves e tartarugas marinhas e habitat para diversas espécies endêmicas. Também é importante patrimônio da humanidade que tem sua economia baseada quase que totalmente no turismo ecológico. Contudo, boa parte da biodiversidade insular pode estar ameaçada pela presença de espécies invasoras como o teiú (Tupinambis merianae). O manejo planejado dessa espécie deve levar em consideração consequências ecológicas, custo, opinião pública, viabilidade técnica e, principalmente, consequências a longo prazo da ação.

Este projeto busca obter dados sobre a dinâmica populacional e a sanidade da população de teiús nas ilhas secundárias do arquipélago; avaliar os impactos ecológicos, zoonóticos, sociais e econômicos da sua presença; e fornecer opções de manejo da espécie. Estudos dessa natureza realizados em ilhas tendem a ser modelos replicáveis em diferentes situações, podendo ser usados como referência. Com a análise de todos os dados obtidos, espera-se propor uma opção de manejo eficiente e factível, em consonância com a realidade da Unidade de Conservação.

Responsável pelo projetoUnidade
Carlos Roberto Abrahão
carlos.abrahao@icmbio.gov.br
RAN
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