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Parque Nacional de Brasília recebe parceiros americanos

Publicado: Segunda, 03 de Fevereiro de 2020, 15h32
ICMBio apresentou resultados para representantes da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, parceiros de longa data do Governo Brasileiro.

Parna Brasilia visita USAID 25
visita começou logo cedo com uma caminhada em trilha e visita às piscinas do Parque Nacional de Brasília. (Foto;Acervo/ICMBio)

Nesta terça-feira (28), representantes da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) fizeram uma visita de cortesia ao Parque Nacional de Brasília (DF). Na ocasião, os norte-americanos puderam conversar com representantes do ICMBio, do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente, que apresentaram os últimos resultados obtidos pelo Brasil no âmbito da cooperação com a Agência.

A USAID foi representada pelo administrador-assistente da Agência para América Latina e Caribe, John Barsa; pelo diretor da Missão no Brasil, Ted Gehr; pela líder da equipe de Meio Ambiente, Anna Toness, e pelo oficial da Agência em Washington, Jesse Patterson. Da parte brasileira, estiveram no evento o presidente do ICMBio, Homero Cerqueira; o diretor de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em UCs, Marcos Pereira; o diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação, Marcos Simanovic; além de representantes do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente.

A visita começou logo cedo com uma caminhada em trilha e visita às piscinas do Parque Nacional de Brasília. Logo depois, o ICMBio iniciou as apresentações técnicas com um balanço da cooperação sobre combate a incêndios, o qual, por meio da USAID, o Brasil recebeu especialistas em fogo para auxiliar na determinação das causas do incêndio no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT), que ocorreu entre setembro e outubro.

“A parceria é importante para troca de experiências, de conhecimento, de aproximação. Eles (Estados Unidos) possuem mais de duzentos anos em experiência de conservação com parques”, avaliou o presidente do ICMBio, Homero Cerqueira.

Uma das interfaces de cooperação com o ICMBio é o manejo integrado de fogo (MIF). Historicamente, o contexto do fogo no país foi marcado pela exclusão de fogo, pelo entendimento de que o fogo é necessariamente ruim, pelo acúmulo de combustível e pelos combates intensivos, que, de acordo com o coordenador de Combate e Prevenção do Fogo, João Morita, eram onerosos aos cofres públicos e exaustivos para as equipes. Este contexto, segundo Morita, também afetava as impressões da sociedade civil sobre a efetividade das instituições envolvidas no combate.

Na questão do fogo, a USAID proporcionou ao ICMBio e ao Ibama contato com profissionais nos Estados Unidos, Austrália e África do Sul e fortaleceu a implementação do Manejo integrado do Fogo. Novas metodologias, participações em seminários, técnicas de investigação de origem, sistema de comando de incidentes e capacitações em liderança foram apenas alguns frutos surgidos desta parceria. O ICMBio possui, atualmente, 120 servidores especialistas em fogo.

Parceria histórica

A amizade entre USAID e Brasil é de longa data. A parceria com os norte-americanos vem da década de 1950. A USAID trabalha próximo ao Governo Brasileiro e à sociedade civil em busca de um desenvolvimento socioeconômico sustentável.

Um dos programas de maior destaque é a Parceria para a Conservação da Biodiversidade na Amazônia (PCAB), que atua em vários segmentos, especialmente os que são voltados para a melhoria do bem-estar e da situação econômica das comunidades tradicionais amazônicas. Como exemplo, estão o desenvolvimento Cadeias de Valor do Pirarucu e da Castanha.

Com o apoio da USAID, o Brasil conseguiu implementar Unidades de Conservação que se destacam no país, como o Parque Nacional de Anavilhanas (AM) e a Floresta Nacional do Tapajós (PA). Há colaboração em outras áreas do ICMBio, como o Programa Monitora, o Voluntariado e o processo de simplificação do Plano de Manejo, que agora é mais sintético, mais efetivo, mais rápido e mais econômico.

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