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Unidades de conservação ganham impulso com ICMBio

Publicado: Sexta, 28 de Agosto de 2015, 16h20

Desde a fundação, Instituto criou 32 UC e melhorou gestão das outras 288

Desde a fundação, Instituto criou 32 UC e melhorou gestão das outras 288

© Todos os direitos reservados. Foto:  Patrícia Pinha

Sandra Tavares
sandra.tavares@icmbio.gov.br

Brasília (28/08/2015) – A metáfora do garoto jogando bola em um campinho de futebol serve muito bem aqui. Nascido em 2007, esse garoto chamado ICMBio, mesmo com apenas oito anos de idade, já vem marcando muitos gols na gestão de áreas protegidas federais e na conservação da biodiversidade existente nessas áreas. 

© Todos os direitos reservados. Foto: Fabio CarvalhoAs provas se materializam em alguns resultados, como a redução de 40% no desmatamento no interior de UC desde a criação do ICMBio. Confira mais informações aqui.

De lá para cá, o ICMBio criou 32 unidades de conservação (UCs) que se juntaram às 288 UCs já existentes.

As mais recentes foram abertas no ano passado: os Parques Nacionais de Guaricana (PR) e Gandarela (MG) e a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Nascentes Geraizeiros (MG). Confira mais informações aqui.

Outro avanço se deu no número de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), que no período de 2007-2015 chegou ao patamar de 647 RPPNs, somando juntas 511.815,74 hectares.

O Projeto Corredor Ecológico da Região do Jalapão (ICMBio – JICA) foi concluído, período em que também se capacitou o conselho consultivo do mosaico Jalapão e foi lançado o plano estratégico para a gestão integrada do mosaico.

Ainda foi implementado o Projeto Corredores Ecológicos (ICMBio – MMA), além de oferecido apoio técnico e orientação aos Projetos Corredor Ecológico das Onças e Corredor Ecológico Alto Paranapanema/Mico-Leão-Preto (ICMBio – IPÊ). Houve também o apoio na execução das ações do Projeto Manguezais do Brasil (GEF) junto ao Mosaico do Lagamar, bem como a formação e capacitação do conselho consultivo deste mosaico.

Presença na Amazônia

A autarquia mantém sua presença firme na Amazônia por meio de sete bases operacionais de fiscalização fixas no bioma. Com funcionamento quase ininterrupto, envolve servidores públicos da autarquia e de diversas instituições parceiras, como Polícias Militares Ambientais, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e outras.

As bases foram instaladas nas reservas biológicas do Gupuri (MA), do Jaru (RO), do Abufari (AM), do Lago Piratuba (AP), Floresta Nacional do Bom Futuro (RO) e na Reserva Extrativista Verde para Sempre (PA) - na área de influência da BR 163 (PA).

Tais áreas sofrem ameaças como ocupação irregular de terras, degradação ambiental, extração seletiva e o corte raso de madeiras, garimpos, dentre outros. Somente nelas, nesse período de 8 anos, já foram aplicados mais de R$ 440 milhões em multas a infratores, totalizando 1.177 autos de infração lavrados.

A manutenção dessas bases fixas em pontos estratégicos foi o que possibilitou a redução do desmatamento em unidades de conservação críticas como, por exemplo, as Florestas Nacionais de Altamira (PA), de Itaituba II (PA) e a Reserva Biológica do Gurupi (MA).

Banco de dados

Em 2014 um novo banco de dados geográfico do ICMBio foi criado, reunindo informações de autos de infração e áreas embargadas. Apesar de parciais, os dados já demonstram a importância considerável da proteção para o Instituto. No banco já foram lançados 7.488 autos de infração, lavrados de 2009 para cá. O valor total de multas emitidas equivale a R$ 1.276.495.956,00.

O ICMBio incrementou sua estrutura para prevenir e aumentar seu poder de controle do fogo no interior das UC federais, como o fortalecimento do programa de capacitação, contratação e gestão das brigadas temporárias de prevenção e combate a incêndios florestais, aumentando tanto o efetivo contratado e as UC atendidas quanto a qualificação de servidores especializados, em especial instrutores de brigada.

Quanto às ações de prevenção a incêndios florestais nas UC federais, destaca-se a confecção de aceiros externos e internos como uma das melhores estratégias para auxiliar o controle dos incêndios, pois promove a descontinuidade do combustível, funciona como acesso às brigadas e facilita o combate direto. A extensão dos aceiros vem aumentando ano a ano.

Visitação cresce a cada ano

© Todos os direitos reservados. Foto: Paulo FariaA visitação nas unidades de conservação federais foi outro setor que cresceu, saindo de pouco mais de 3 milhões de visitantes em 2007 para mais de 7 milhões em 2014. De janeiro a junho de 2015 os parques nacionais e florestas nacionais receberam 3.550.544 visitantes.

Para garantir melhor estruturação nos Parques Nacionais e, com isso, garantir maior fluxo de visitação as atividades como caminhada e/ou ciclismo foram implementadas em alguns roteiros. Mas o foco tem sido dotar as unidades abertas à visitação com a infraestrutrura mínima para receber bem o vistante, a exemplo dos acessos, bilhetrerias, banheiros, guaritas de segurança, entre outros.

Planos de manejo

Quando o assunto são os Planos de Manejo, não há como não citar os ganhos nesse campo também. Em 2007, 77 unidades de conservação contavam com Plano de Manejo. Já em 2015, chegou a 155 o número de UCs com plano de manejo. Sem contar outros 64 planos de manejo criados para as RPPNs. Confira mais informações aqui.

Ou seja, de gol em gol, o garoto vai construindo sua história, que pode se concretizar na história de um craque. E a autarquia, com seus resultados, segue emplacando seus gols para benefício da sociedade brasileira e fundamentalmente da biodiversidade deste país.

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