Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Visitação > Informações sobre Visitação > Parque Nacional do Superagui
Início do conteúdo da página
Informações sobre Visitação

Parque Nacional do Superagui

Duas grandes ilhas costeiras com mais de 40 quilômetros de praias arenosas desertas e manguezais bem conservados...Dunas, lagoas, restingas e florestas da Mata Atlântica, um dos cinco biomas mais ameaçados do mundo.. tudo isso dentro do gigantesco complexo estuarino lagunar do Lagamar, situado no litoral Norte do Paraná, na divisa com Estado de São Paulo. É nesse lugar de paisagens belíssimas e rica biodiversidade que se localiza o Parque Nacional do Superagui!

Figura 1: Localização do PNS em relação ao País e ao Estado do Paraná.


Fonte: Maciel et al., 2012 MACIEL, M. M; VIVEKANANDA, G; ACCIOLY, P. Regularização Fundiária e suas Implicações no Manejo de Unidades de Conservação .de Proteção Integral: Estudo de Caso do Parque Nacional do Superagui - Paraná, Brasil. Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Biológicas. PUC/PR. 2012. Juntamente com outras Unidades de Conservação do Estado de São Paulo, o Parque Nacional do Superagui forma uma extensa área contínua de áreas naturais protegidas localizadas no centro do Mosaico Lagamar. Esse mosaico de áreas protegidas permite que grandes animais como a suçuarana ou onça-parda (Felis concolor), a onça pintada (Panthera onca), a anta (Tapirus terrestris) e o bugio (Alouatta fusca) tenham a região como abrigo e habitat natural.


O Parque também protege a maior população do mico-leão-da-cara-preta Leonthopitecus caissara, uma espécie que é endêmica da região. As Ilhas do Pinheiro e Pinheirinho, também integrantes do Parque Nacional do Superagui, são um dos dormitórios mais importantes do papagaio-da-cara-roxa ou chauá (Amazona brasiliensis) também ameaçado de extinção.

Considerando-se os tipos de ambiente que protege – Floresta Ombrófila Densa de planície, ambientes de restinga, manguezais e praia – o Parque Nacional do Superagui tem uma grande importância em termos de conservação, pois abriga várias espécies ameaçadas de extinção, tanto no âmbito nacional quanto estadual. Além disto, é a única Unidade de Conservação de Proteção Integral que protege significativamente ambientes de praias arenosas no Estado do Paraná.

Além de ver toda a beleza natural que o parque oferece, o visitante também tem a oportunidade de vivenciar uma experiência caiçara. São comunidades tradicionais fruto da miscigenação entre índios, negros e colonizadores europeus que residem no território há séculos. Em diversas comunidades ocorre o turismo de base comunitária, onde é possível consumir pratos típicos, se hospedar, conhecer o modo de vida tradicional, incluindo o fandango. Este ritmo musical era originalmente feito em mutirões agrícolas que foram perdendo força mas cuja resiliência caiçara mantém a tradição viva até os dias de hoje.

O Parque Nacional do Superagui completou 31 anos em 2020. Foi criado em 25 de abril de 1989, inicialmente com 21.400,00 hectares, englobando as ilhas do Superagui e das Peças, com exceção das áreas ocupadas pelas comunidades localizadas na ilha das Peças e a comunidade da Barra do Superagui.

Em 1997, o Parque Nacional do Superagui foi ampliado pela Lei Federal n° 9.513, de 20 de novembro, passando a ter 33.988,00 hectares abrangendo também uma área continental, no Vale do Rio dos Patos. Isto ocorreu porque nas proximidades dessa área, existia um istmo de aproximadamente 4 km que ligava a ilha ao continente, servindo de corredor para várias espécies animais, que ficaram isoladas com a abertura do Canal do Varadouro, em 1953.


Relevância Internacional do Parque
O reconhecimento da ilha de Superagüi como patrimônio natural e histórico não é recente. Já em 1970, Superagüi foi inscrita sob o n° 27 no Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico da Divisão do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Paraná. Integra a Zona Núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (Mapa 1), desde sua primeira fase de implantação em 1991.

Em 1999 a UNESCO reconhece o sítio Floresta Atlântica: Reservas do Sudeste como sendo Patrimônio Natural da Humanidade. Das montanhas cobertas por densas florestas, até as regiões de estuário, ilhas costeiras com montanhas isoladas e dunas, a área compreende um rico ambiente natural de grande beleza cênica.

O Parque Nacional do Superagui faz parte também do Mosaico Lagamar, reconhecido pela Portaria n° 150, de 8 de maio de 2006, do Ministério do Meio Ambiente. Segundo a referida Portaria, o Mosaico é formado por 50 unidades de conservação, sendo 33 no estado do Paraná e 27 em São Paulo.

Mapa 1



PRINCIPAIS ATRATIVOS

O Parque Nacional do Superagui ainda não possui infraestrutura instalada para a recepção de visitantes. Porém, existem atrativos naturais e culturais no Parque, e abaixo repassamos algumas informações sobre esses locais.


A maior porta de entrada do parque é a comunidade da Barra do Superagui, onde está localizada uma Base do ICMBio. A comunidade é conhecida por suas águas calmas, belo pôr do sol e vista da Serra do Mar, além de ser o acesso à Praia Deserta e a diversos outros roteiros. A comunidade possui várias pousadas e campings, onde o visitante pode se informar a respeito de guias e frete de embarcações.


A base do ICMBio funciona em horário comercial e fica a aproximadamente 1 quilômetro do local de desembarque na Ilha, próxima à entrada da trilha de acesso à Praia Deserta.

Foto: Acervo ICMBio. Base do ICMBio na comunidade de Barra do Superagui




Pôr do Sol na comunidade da Barra do Superagui

Foto: Acervo ICMBio.



Uma trilha de baixa grau de dificuldade, com duração de 40 minutos que dá acesso à Praia Deserta, um dos atrativos mais visitados da Ilha do Superagui. O percurso de retorno pode ser feito pela praia e tem duração aproximada de 1 hora. É possível utilização de bicicleta para o percurso. Possibilidade de observação da vegetação de restinga, que abriga grande diversidade de bromélias e orquídeas e ocasionalmente de bandos do mico-leão-da-cara-preta. Porém, ressaltamos que é proibido alimentar os animais.

Foto: Acervo ICMBio.


Foto: Acervo ICMBio.



Na Ilha das Peças é possível realizar cicloturismo pela praia, ao longo de um percurso de 14km ida e volta, a partir da Vila das Peças. O trecho tem grau médio de dificuldade e deve ser realizado no período de maré baixa. Na Ilha do Superagui, a Praia Deserta tem cerca de 38km de extensão, num percurso onde é possível contemplar as belezas de uma restinga arenosa totalmente preservada. O percurso tem nível médio de dificuldade, deve ser feito durante períodos de maré baixa e com condições meteorológicas favoráveis.

Foto: Acervo ICMBio.


Foto: Acervo ICMBio.



O fandango caiçara pode ser conhecido melhor em visitas aos diversos Museus Vivos do Fandango (uma iniciativa do IPHAN para preservar e fortalecer a cultura). Dentre eles destacam-se o Bar Akdov na Vila do Superagui e as comunidades do Abacateiro-PR e Ariri-SP,com fácil acesso por barcos que podem ser fretados nas comunidades.


Foto: Acervo ICMBio.



Para conhecer essas formações presentes no parque, a partir da Barra do Superagui deve-se seguir pela praia, na direção da Barra da Lagoa e Praia Deserta.


Foto: Acervo ICMBio.




A comunidade pode ser acessada por barco ou pela travessia de 38 km pela praia deserta, que atrai os caminhantes e ciclistas mais experientes. A comunidade é o berço da famosa cataia, conhecida também como "uísque caiçara", bebida produzida pela Associação das Mulheres de Barra do Ararapira com a folha da cataia (Pimenta pseudocaryophyllus) espécie nativa da Mata Atlântica e de ocorrência endêmica nessa região do Lagamar. Além disso, em breve também será possível fazer uma caminhada até a Ararapira Velha, situada na parte norte da Ilha de Superagui, através de uma trilha com extensão de 10km.

Ararapira Velha. Foto: Acervo ICMBio.

A Ilha dos Pinheiros, situada entre a Ilha das Peças e Superagui na belíssima Baía dos Pinheiros é o principal dormitório do papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis), e no final da tarde é possível apreciar o espetáculo da revoada dos papagaios no retorno à Ilha, onde eles costumam pernoitar. Recomendamos manter uma distância respeitosa da Ilha e silêncio para não molestar os papagaios em seu local de descanso.


Foto: Roberta Boss. Papagaio de cara roxa.


Foto: Acervo ICMBio. Pôr-do-sol da Ilha dos Pinheiros para observar revoada.



Os botos (Sotalia guianensis) podem ser vistos por toda a região, com destaque para as águas calmas próximas a Ilha das Peças. Nessa mesma região a raia jamanta (Manta birostris) pode ser avistada, saltando para fora d´água no verão e no outono, principalmente entre janeiro e abril.


Foto: Acervo ICMBio.



No entorno do parque podem ser visitadas diversas cachoeiras no rio Sebuí. Existem passeios para as cachoeiras a partir da Comunidade de Sebuí e também na RPPN Sebuí. Para maiores informações contate um guia local.


Foto: Cachoeira na RPPN Sebuí. Acervo ICMBio.



O Canal do Varadouro, situado na porção norte da Ilha do Superagui, é a divisa natural entre os Estados de Paraná e São Paulo. O passeio é todo feito de barco, sendo possível avistar paisagens exuberantes ao longo do percurso, onde existem manguezais ainda intactos que são o habitat de bandos de Guará (Eudocimus ruber) e visitar as comunidades tradicionais desta região, como Canudal e Vila Fátima no Superagui/PR e Ariri, localizada na porção continental de São Paulo.


Foto: Acervo ICMBio.


Foto: Acervo ICMBio.


Foto: Acervo ICMBio.

Passeio de cunho cultural para apreciar a culinária caiçara, cuja base são frutos do mar como as ostras do mangue e o pescado local. Também é possível conhecer em Barbados alguns dos descendentes e as ruínas da casa de Willian Michaud (1829 - 1902), um pintor suíço que morou em Superagui e retratou em suas obras a vivência local e as belezas naturais da região.


Foto: Acervo do ICMBio, trapiche de Barbados.



Sambaquis e ruínas
A ocupação humana pré-histórica deixou testemunhos em vários sambaquis espalhados pela região do Parque Nacional do Superagui. Existem diversos sambaquis que podem ser visitados, como o localizado na Trilha do Farol na Ilha das Peças, os da Ilha do Pinheirinho, o da Comunidade do Canudal e o localizado em pequena ilha próximo a Comunidade Tibicanga, na entrada do canal do Poruquara.



 Também podem ser observadas ruínas de edificações da época da colonização suíça na comunidade de Barbados e na Colônia Velha. Algumas ruínas, que contam a história desta época, encontram-se em avançado processo de deterioração, cobertas por densa vegetação.



QUANDO IR


O Parque Nacional da Superagui pode ser visitado o ano todo, no entanto as praias são melhor aproveitadas no verão, quando o clima é mais quente. Os feriados de ano-novo e carnaval são os períodos de maior movimento de visitantes na comunidade da Barra do Superagui, situada na parte sul da ilha. O inverno apresenta temperaturas mais frias, com fortes ventos vindos do Sul. Entre os meses de novembro e dezembro há ocorrência de mutucas na região, cujas picadas costumam ser bastante dolorosas e podem provocar reações alérgicas.



COMO CHEGAR


O acesso ao Parque Nacional do Superagui é feito apenas por navegação, em barcos que partem de Paranaguá e Guaraqueçaba, porém, como não se trata de linha de transporte público regular, é necessário se informar diretamente com os barqueiros, com antecedência, os horários e local de saída dessas embarcações. Também é possível partir de Ariri e Cananéia, no Estado de São Paulo, utilizando barcos particulares fretados para esse fim.

O principal acesso ao Parque Nacional do Superagui é no município de Paranaguá, por meio de voadeiras (táxi náutico) que saem dali diariamente, tanto para Vila das Peças como para Barra do Superagui, sendo necessário agendar previamente esses translados com os operadores locais.

No Mapa 2 pode-se observar, além da localização do PNS, as principais vias terrestres de acesso às cidades e localidades a partir das quais se pode pegar um barco para seguir até o parque.


Mapa 2: Mapa de localização e acesso ao Parque Nacional do Superagui


Tabela 1: Acesso ao Parque Nacional do Superagui a partir da capital e dos principais centros urbanos inseridos na região da Unidade de Conservação. 

ACESSO À UNIDADE VIAS DE ACESSO DISTÂNCIA (KM) CARACTERÍSTICAS DA VIA TEMPO ESTIMADO DE PERCURSO (Horas) MEIO DE TRANSPORTE
Curitiba a Paranaguá Rodovia BR 277 90 1. Via pavimentada; bem conservada; pedagiada 1h30min Veículos / ônibus intermunicipal
Curitiba a Guaraqueçaba Rodovias: BR 277; PR 340 e PR 450 174 2. BR 277 Via pavimentada, pedagiada e bem conservada

3. PR 340: via pavimentada, bem conservada
5 a 6 h, dependendo das condições da estrada de terra Veículos / ônibus intermunicipal
Guaraqueçaba a Barra do Superagui Mar/estuário   Navegável; com maré cheia possível atalhar pelos canais 50 min. Voadeira
Paranaguá a Barra do Superagui Mar/estuário   Navegável 1h Voadeira
Pontal do Sul a Barra do Superagui Mar   Navegável 1h Voadeira
São Paulo a Ariri (Cananeia) Rodovias:

BR116; BR478; Estr. Munic. Colônia Sta Maria-Mandira

Estrada Municipal do Ariri
310 Vias pavimentadas; estrada de terra (50km) 5 a 6 h Veículos / ônibus intermunicipal
Ariri a Barra do Ararapira Mar   Navegável 20 min. Voadeira



ONDE FICAR


Existem diversas pousadas e áreas de camping no parque, principalmente na comunidade de Barra de Superagui, situada no sul da Ilha de Superagui.

Acesse o arquivo online para conhecer as opções. Ressaltamos que se trata apenas de uma lista de serviços, não nos responsabilizamos pelos valores cobrados e qualidade dos serviços prestados.

Relação de "Pousadas e Campings na Comunidade da Barra do Superagui (atualização jan/2020)"


INGRESSOS


Não há cobrança de ingressos para visitação aos atrativos do Parque Nacional do Superagui e o acesso aos locais tradicionalmente visitados é permitido. Entretanto, para visitar as comunidades tradicionais e interagir com os moradores nativos, sugerimos o acompanhamento de um guia ou condutor de visitantes local.


ORIENTAÇÕES


Principais Regras para a Visitação

  • Leve somente fotografias, o que é da natureza, fica com a natureza;
  • Do Parque nada se tira, além de fotos, nada se leva além de lembranças, nada se deixa além de pegadas. Animais,
    plantas, rochas, frutas, sementes e conchas devem permanecer nos locais encontrados.
  • Preserve os sítios históricos e respeite a cultura local;
  • É proibido depredar a vegetação, inclusive extrair madeira, coletar plantas visando qualquer uso e corte da
    vegetação para abertura de trilhas e áreas para acampamento;
  • Traga seu lixo de volta para a cidade, não jogue nas trilhas e nos rios;
  • Acampe somente nos campings formais operados pelos comunitários – é proibido acampar fora dos campings na área do
    Parque Nacional.
  • Seja cortês, respeite as comunidades anfitriãs, funcionários e outros visitantes.
  • Ao avistar animais, não se aproxime muito, não tente pegá-lo ou alimentá-lo.
  • Se estiver com guia/condutor, cobre o respeito às regras da natureza e do parque;
  • É proibido caçar, aprisionar, transportar e comercializar animais silvestres;
  • É proibido acender fogueiras no interior do Parque Nacional pois incêndios se propagam rapidamente na vegetação de
    restinga;
  • Atividades em ambientes naturais apresentam riscos, como: presença de animais peçonhentos, risco de perder-se,
    machucar-se, afogar-se, entre outros.
  • Risco de acidentes com insetos, cobras, aranhas, escorpiões, água-viva e outros animais;
  • Esteja preparado para as adversidades em caso de acidentes ou incidentes.
  • O Parque não possui serviço de resgate. Não se arrisque!


RECOMENDAÇÕES

  • Tenha repelente
  • Use protetor solar;
  • Traga consigo boné e óculos escuros;
  • Tenha à disposição lanterna;
  • Não esqueça capa de chuva ou roupas impermeáveis;
  • Lembre-se de seus medicamentos próprios (anti-histamínico, por exemplo).
  • Sugere-se a contratação de um seguro contra acidentes e de vida;
  • Informe-se sobre as distâncias e grau de dificuldade das trilhas. Escolha bem o seu passeio, informando-se sobre as condições do local a visitar, distância e o esforço físico necessário. Esteja bem preparado fisicamente para o esforço de caminhada/pedalada.
  • Carregue mochila com itens essenciais: água, lanche, capa de chuva, protetor solar, repelente para insetos e saco de lixo.
  • Percorra as trilhas com calçados fechados, reforçados e confortáveis. Chinelos, sandálias e saltos não são recomendados para caminhadas em trilhas. Blusas de manga compridas e calças são recomendáveis para proteção contra o sol e contra insetos.
  • Beba muita água: a desidratação é uma causa comum de mal estar nas trilhas.
  • Consulte as condições climáticas e das marés para os dias da sua visita.
  • Evite carona, fretamento ou viagem em embarcações não autorizadas pela Capitania dos Portos. Mais informações e reclamações: Tel: 41-3422-3033 - 3721-1500 ou secom@cppr.mar.mil.br;
  • Combine tarifas e reservas com antecedência para transporte, hospedagem e alimentação para evitar transtornos, uma vez que turismo local é de base comunitária ainda simples e não profissionalizado;


Você já sabe, mas não custa lembrar:

  • Seja bem-vindo(a)! Sua visita e apoio são fundamentais para manter em equilíbrio as áreas naturais.
  • Antes de sair, informe-se sobre as condições climáticas e a previsão do tempo para o local a ser visitado.
  • Se você está começando a visitar áreas naturais aprenda técnicas básicas de segurança, primeiros socorros e navegação (usar um mapa, GPS e uma bússola).
  • Aproveite os sons da natureza e a sensação de harmonia! Deixe rádios e aparelhos sonoros em casa, respeitando os demais visitantes e a natureza;
  • Nunca faça fogo! Você pode perder o controle da fogueira ou gerar fagulhas causando incêndios nas restingas.
  • Deixe plantas, animais, águas e rochas em seus locais naturais para que outros também possam apreciá-los.
  • Não traga animais domésticos como cães e gatos, pois esse podem prejudicar a fauna silvestre ou causar acidentes com outros visitantes.
  • Colabore para manter as áreas naturais limpas. Leve todos os resíduos com você, depositando-o em lugar específico na zona urbana mais próxima. Sempre leve seu lixo de volta. Ele sempre será mais leve que na ida.
  • Não é permitido acampar no interior do parque fora das áreas de camping.
  • Você é o principal responsável pela sua segurança física. Não se arrisque sem necessidade! O resgate em áreas naturais é caro, complexo e demorado.
  • Estamos zelando por uma área natural que é de todos! Siga as instruções!


CONTATOS


Telefone: (41) 3482-7146
E-mail: parna.superagui@icmbio.gov.br
Facebook: https://www.facebook.com/parquenacionaldosuperagui/


O ICMBio não se responsabiliza por quaisquer danos pessoais, materiais e morais aos visitantes. Confira outras informações neste portal, dentro da página da UC (Parna do Superagui).


Telefones úteis: Corpo de Bombeiros de Paranaguá: (41) 3423-1202/ EMERGËNCIA: 193
Hospital Regional de Paranaguá: (41) 3420-7400
Batalhão de Polícia Ambiental de Paranaguá: (41) 3420-9400
Hospital Municipal de Guaraqueçaba: (41) 3482-8150

Fim do conteúdo da página