(Arte: ICMBio)

Clique na imagem e saiba mais

Foto: ICMBio

Capivaras na margem do Rio Guapimirm

Foto: ICMBio

Vista do Dedo de Deus da APA Guapimirim

Leia Mais
  • Sábado

    Chuva a Tarde

    26 °C

    17 °C

  • Domingo

    Chuva

    21 °C

    16 °C

Magé - RJ

  • Quinta-Feira

    Predomínio de Sol

    26 °C

    17 °C

  • Sexta-Feira

    Predomínio de Sol

    26 °C

    17 °C


Destaques

04/01/17

Unidades de Conservação localizadas na Baía de Guanabara, APA de Guapi-Mirim e ESEC da Guanabara divulgam censo de animais

          Desde o ano de 2008, um amplo programa de monitoramento ambiental vem diagnosticando os atributos ambientais da área mais preservada da Baía de Guanabara, desde água subterrânea até análises meteorológicas, passando pela qualidade dos rios e biodiversidade existente. Este monitoramento vem revelando a extrema importância da conservação ambiental deste pedaço da Baía de Guanabara ainda desconhecido por muitos.

          Os estudos revelaram a existência de 242 espécies de aves, 167 espécies de peixes (sendo 81 marinhos e 86 fluviais), 34 espécies de répteis e 32 espécies de mamíferos, que habitam o mangue, as florestas alagadas, os rios e o mar fundo da Baía de Guanabara.

          Deste censo merecem evidência o boto-cinza, espécie mais ameaçada, com pouco mais de 30 animais restantes, em vista de extinção local, o gato mourisco (espécie de felino de pequeno porte), a lontra e uma diversidade imensa de aves, algumas em risco de extinção, como o pato-do-mato, a biguatinga e outras espécies migratórias do hemisfério norte, tais como trinta-reis-de-bando e trinta-reis-real.

          A biodiversidade aquática também merece destaque. Estima-se que mais de 2.000 famílias vivam diretamente da pesca existente na Baía de Guanabara nos dias de hoje. Grande parte dos peixes e crustáceos de valor comercial, tais como tainhas, corvinas, robalos, camarão, siri e caranguejo, são encontrados neste espaço da Baía de Guanabara, que por muitos já é conhecido como a Arca de Noé, onde, um dia, com a Baía de Guanabara despoluída, toda sua biodiversidade renascerá.

04/01/17

FISCALIZAÇÃO APREENDE CERCA DE 2 MIL CARANGUEJOS EM PERÍODO DE DEFESO

          Uma ação conjunta entre as Secretarias Municipais do Meio Ambiente de Magé, Guapimirim e Niterói, a APA de Guapi-Mirim e o Batalhão Florestal da PEMERJ, apreendeu cerca de 2 mil caranguejos-uçá. A ação foi a primeira do período de defeso da espécie, que compreende os meses de outubro e novembro, para macho e fêmea, e dezembro apenas para a fêmea.

          As vistorias são realizadas semanalmente por vias aquáticas e terrestres. Nos primeiros cinco dias de fiscalização houve apreensão nos rios Guapimirim, Guaraí, Carecibu, na Praia de Piedade e em feiras, mercados de peixe e rodovias. Não houve aplicabilidade de multas nem detenções devido à evasão dos infratores.

          De acordo com o analista ambiental e agente de fiscalização da APA, Zuth Coelho, há dificuldades para aplicação das penalidades. "As pessoas fogem ao perceber a presença da fiscalização, deixando o produto exposto no local. Isso dificulta a identificação dos responsáveis pela captura, comercialização ou transporte dos caranguejos", explica o fiscal. Segundo ele, o período de defeso é importante para a preservação da espécie, tanto para a manutenção dos manguezais e equilíbrio do ecossistema, como para as famílias que dependem dessa prática para se manter. "Fazemos um trabalho de conscientização com divulgação do período de defeso. As pessoas tem acesso à informação. Além disso, as famílias que dependem da captura do caranguejo recebem um seguro para seu sustento enquanto a prática é proibida", contou Zuth.

          A legislação se aplica apenas para o defeso, mas o período de "andada" também garante a preservação dessa espécie. Por esse motivo, a Unidade de Conservação coíbe a prática de captura nessa fase, para assegurar o acasalamento e desova das larvas.

          Com a intensificação das fiscalizações no período de defeso, a quantidade de apreensões vem diminuindo com o passar dos anos e, por essa razão, os próprios caranguejeiros relatam que a quantidade do crustáceo tem aumentado no decorrer do ano.

SOLTURA: DE VOLTA AO HABITAT NATURAL

          Após a apreensão, os caranguejos são levados à Unidade de Conservação para contagem, limpeza e pesagem. Depois, são devolvidos aos manguezais, seu habitat natural. Mas, cerca de 20% da carga não resiste ao processo de captura e acaba sendo perdida.

FISCALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

          A APA de Guapi-Mirim/ESEC da Guanabara realiza diversas campanhas de conscientização, através da distribuição de banners, panfletos e publicações nas redes sociais. Conta com o programa de voluntariado, que desenvolve o projeto "APA das Escolas", para orientar professores e alunos sobre a importância do período de defeso. Principalmente os que estudam nas áreas mais próximas aos mangues, onde filhos e netos de pescadores ajudam a levar esse conhecimento para dentro de suas casas.

PERÍODO DE DEFESO

- Outubro e novembro: machos e fêmeas;

- Dezembro: fêmeas.

PERÍODO DE ANDADA

          Entende-se por "andada" o período reprodutivo em que os caranguejos saem de suas galerias e andam pelo manguezal para acasalamento e liberação de larvas, período em que a espécie está mais vulnerável.

23/09/15

Período de Defeso do caranguejo uçá

Em 1° de outubro inicia o período do defeso do caranguejo-uçá (Ucides cordatus) e do Guaiamum (Cardisoma guanhumi). De 1º de outubro até 30 de novembro ( para fêmeas e machos) e até 30 de dezembro para fêmeas, e até março para o Guaiamum de ambos os sexos. Esse período é muito importante para a reprodução das espécies, evitando dessa forma a sua extinção!!


Leia mais

Decretos de Criação

Saiba mais

Leia mais

Planos de Manejo

Saiba mais

Leia mais

Limites

download em .shp, .kmz