Fauna

fauna sapo

O Parque Nacional do Iguaçu abriga, em seus diferentes ambientes, variada fauna e funciona, literalmente, como último abrigo para uma enorme quantidade de animais que tiveram seus habitats reduzidos aos próprios limites do parque. Dados gerais coletados por diversos autores estimam que existam no parque cerca de 800 espécies de borboletas, das quais foram identificadas apenas 257.

bicho

Das 70 espécies de peixes estimadas para os rios, foi identificada pouco mais da metade. Entre os anfíbios, o 

número de espécies pode chegar a 25 e, entre os fíbios, o número de espécies de serpentes, oito de lagartos e três de quelônios. Entre as aves, o número pode chegar a 240. Para os mamíferos, a expectativa é de que o número de espécies chegue a 50.

Além de abrigo, o parque representa também uma rara oportunidade para estudos sobre a variação da fauna em ambientes de transição entre distintas formações florestais. Assim, pode-se observar a presença de um expressivo número de espécies da avifauna associadas aos ambientes da vertente atlântica, como a jacutinga, a jandaia, o surucuá-de-peito-azul, o tucano-de-bico-verde, o flautim e a  saíra-sete-cores.

A presença do grimpeirinho – considerada espécie endêmica da Floresta Ombrófila Mista – comprova a influência do domínio dos Planaltos das Araucárias, enquanto o tucunaçu e o arapaçu-do-cerrado representam exemplos de aves típicas do Cerrado.

Muitas dessas espécies – aves como macuco, jacutinga e cisqueira, mamíferos como o guariba, a onça pintada, a lontra, a onça parda e o gato do mato maracajá – já estão incluídas em listas de fauna ameaçada de extinção e dependem da conservação do seu habitat no Parque Nacional do Iguaçu